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12/01/2011 11h57 - Atualizado em 14/07/2011 07h07

E se os quadros do Museu do Louvre usassem uma interface da Apple?

Pedro Zambarda
por
Para o TechTudo

O artista francês Leo Caillard criou algumas fotos, com arte digital, de um Museu do Louvre 'virtualizado', como se fosse uma biblioteca de obras do iTunes. As imagens mostram como o mundo digital está mudando o jeito de se consumir arte, inserindo propaganda e desordenando sua organização, revelando a ideia de que esta realidade não é boa, nem ruim. Apenas diferente.

Realidade aumentada? Hum... talvez funcione (Foto: Leo Caillard)Crítica ou alusão à realidade aumentada? (Foto: Leo Caillard)

Caillard afirma que suas imagens são críticas não só com elementos da Apple, que para ele, predominam no trabalho, mas também com aspectos visuais do Facebook e da internet em si.

'Seleção' de obras de arte como no iPhone (Foto: Leo Caillard)'Seleção' de obras de arte, como no iTunes (Foto: Leo Caillard)

Um ponto em comum nas imagens é que as pessoas que apreciam a arte estão sempre com celulares, notebooks, ou qualquer gadget tecnológico que permita saber mais sobre as tais obras. Temos a compulsão de sempre se estar conectado, mesmo em momentos particulares, como durante a apreciação de uma pintura.

"A tecnologia digital está mudando a forma como nós consumimos cultura. Mas, como toda mudança, levará tempo para as pessoas entenderem que precisamos da arte e das obras pictóricas do passado para fazer algo com a criação digital. O futuro nos explicará melhor", afirmou o artista.

Enquanto não entendemos as pinturas, vale visualizar o Louvre do artista digital francês e apreciar sua criação.

Obras de arte como papéis de parede ou papéis de parede como obras de arte? (Foto: Leo Caillard)Obras de arte como papéis de parede ou papéis de parede como obras de arte? (Foto: Leo Caillard)

Via Wired.

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