14/07/2011 16h36 - Atualizado em 14/07/2011 16h37

Al Qaeda pressiona seguidores a montar ataques cibernéticos

André Fogaça
por
Para o TechTudo

A organização Al Qaeda está pressionando seus seguidores para que possam criar uma espécie de ciber-jihad contra qualquer um que possa ser identificado como inimigo do grupo.

Segundo o jornal Nz Herald, a recente onda de ataques contra sites e serviços online de grandes empresas e governos, como os da Sony, estaria encorajando a Al Qaeda para novos formatos de ataques e a organização poderia pressionar seus seguidores para que criem estes atos terroristas, também no mundo virtual.

A ideia é de criar uma nova Jihad, ou guerra santa, contra o ocidente com ataques cibernéticos. Este anuncio foi feito pela Secretária de Estado Britânico, Theresa May. Segundo o anúncio, terroristas da Al Qaeda estão utilizando outras ferramentas da internet para planejar os ataques, principalmente o serviço de fotografia de ruas que o Google faz, o Street View.

Um dos motivos para a pressão nos seus seguidores, é a recente morte do líder da Al Qaeda, Osama Bin Laden. Segundo Theresa May, estamos em uma época onde o alerta para ataques terroristas é o mais baixo desde os ataques contra os Estados Unidos em setembro de 2001, mas garantiu que há grupos na Somália e no Iêmem que pretendem atacar sistema de computadores e derrubá-los.

Ainda segundo o anúncio, desde a morte de Osama Bin Laden, a Al Qaeda está pressionando para ataques pequenos e individuais, mas também para atos maiores e até criando uma guerra cibernética nos moldes do que fazem os grupos que atacaram sites do FBI, Sony e outros.

Via: NzHerald

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  • José Proença
    2011-07-15T09:32:15

    A notícia é importante, sensacionalista, mas incompleta. Dizer que uma rede terrorista está incentivando ataques cibernéticos é muito pouco. Para dar maior credibilidade à notícia devia ter sido divulgado a causa do NZ Herald ter publicado essa matéria. Assim com meias palavras ninguém pode avaliar o teor das declarações feitas pelo jornal britânico.