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16/08/2011 20h00 - Atualizado em 16/08/2011 20h13

Intel não aceita reduzir os preços dos processadores de ultrabooks para enfrentar Apple

Isadora Díaz
por
Da redação

Apesar das crescentes pressões, a Intel tem se recusado a cortar o preço de seus processadores de ultrabooks. Os pedidos vem especialmente de montadoras de computadores com o sistema operacioal Windows, que alegam não ter condições de competir com os atuais preços do MacBook Air, da Apple.

Logo da Intel (Foto: Divulgação)Logo da Intel (Foto: Divulgação)

Como forma de lidar com tais demandas e incentivar a produção de ultrabooks, que é, aliás, uma categoria idealizada pela própria Intel, a empresa criou um fundo de R$ 300 milhões para encorajar a pesquisa de tecnologias inovadoras que pudessem ser utilizadas nesses eletrônicos.

A iniciativa, no entanto, parece não ter suprido as necessidades ou satisfeito as principais demandas dos montadores. Com modelos custando a partir de US$ 999, competir com o MacBook Air tornou-se tarefa difícil para a maioria, especialmente levando em conta a notória qualidade do produto Apple.

Os processadores da Intel representam boa parte dos custos desses produtos. Um corte substancial nesses valores para montadores, portanto, traria a redução do preço final para o consumidor. Este é o desejo dos produtores, que acusam a Intel de tornar inviável a comercialização de ultrabooks a preços inferiores a US$ 1 mil. Somente uma competitividade maior poderia ser responsável por tirar da Apple uma significativa percentagem das vendas de seu ultrabook.

Enquanto isso, o MacBook Air permanece símbolo quando se fala em notebooks leves, práticos e potentes. Os consumidores, porém, devem torcer por uma eventual redução de preços. Mais opções no mercado de ultrabooks com preços mais baixos podem fazer toda a diferença na hora da compra.

Via Electronista

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