Embarcando na visão futurística de renomados escritores de ficção científica, a Intel recrutou alguns nomes da literatura mundial para tentar chegar à um mundo de tecnologia onde nenhum homem jamais esteve.
Brian David Johnson, autor de "Screen Future", participa do The Morrow Project. (Foto: Divulgação)Ao infinito
Inicialmente, a parceria entre autores e engenheiros da marca é devido ao atual "cataclisma" e vácuo de ideias que o mercado de computadores se encontra após o advento do iPad, do “messias” Steve Jobs.
A colaboração, que mais se parece com um grupo de expedição a regiões desconhecidas, já conta com alguns frutos, referentes ao que seria desejável ter como gadgets daqui a cinco, dez ou quinze anos. Todos estão devidamente listados na coleção de trabalhos The Morrow Project.
Um dos escritores parceiros da Intel é Ray Hammond, professor na Universidade de Oxford e autor de "O Frankenstein Moderno" (1986), o primeiro livro a prever a importância da tecnologia genética, clonagem e da divulgação em massa de máquinas superinteligentes no século XXI.
Imersão antropológica
"Ao contrário do que se julgava, hoje em dia, usuários de produtos tecnológicos são muito mais pragmáticos, dando pouca atenção à tecnologia em si e interessando-se mais em quão pertinente e de uso amigável as novas ferramentas serão", é o que afirma Jim McGregor, chefe da seção de pesquisa e estratégia de tecnologia da Intel.
Brian David Johnson, escritor de ficção científica que ocupa o cargo de “Futurista” na Intel, embasa essa tese e por isso tem trabalhado com sociólogos e antropólogos com a intenção de estudar como pessoas de todo o mundo lidam hoje com artefatos tecnológicos em seu cotidiano e, a partir disso, buscar novos modelos de artigos não somente úteis, mas também bem aceitos.
Via: Electronista





