19/01/2012 08h38 - Atualizado em 19/01/2012 08h38

Top 10: games de fantasia medieval

Ingo Müller
por
Para o TechTudo

O TechTudo traz uma nova lista, desta vez com os melhores games de fantasia. Para escolher os merecedores de menção, definimos alguns critérios básicos: adaptações diretas de uma obra literária (como os jogos baseados em Senhor dos Anéis) ficaram de fora; os games avaliados precisavam ter a Idade Média como cenário principal, sem influência da ficção científica; também ficaram de fora os games massivos online, porque muito da imersão destes jogos depende da interação com outros jogadores, o que é impossível de quantificar objetivamente para uma lista como esta.

Dito isto, confira agora o nosso Top 10, que conta com vários RPGs, jogos de estratégia e até ação. Não se esqueça: aquele que vive pela espada… morre pelo joystick!

10. Dark Souls (From Software; Xbox 360 e PS3)

O universo sombrio de Dark Souls é sem dúvida um dos mundos de fantasia mais hostis já vistos no videogame. Aqui, a morte do protagonista não é consequência de uma jogada ruim – é algo praticamente inevitável ao longo da jornada cruel pelas terras de Lordran. Para completar, o game dá pouquíssima informação sobre o que de fato está acontecendo, deixando o jogador sempre no escuro, sem saber se está tomando as decisões certas ou mesmo seguindo pelo caminho correto.

Explorar cada área de Dark Souls é flertar com o desconhecido e sobreviver aos desafios. Os jogadores que não se deixam abater pela frustração inicial de falhar indefinidamente e arcar com as pesadas punições do game – como a perda da humanidade – se sentirão satisfeitos como nunca após superar os desafios espartanos deste ótimo RPG de mundo aberto.

Dark SoulsDark Souls (Foto: Divulgação)

09. Golden Axe (Sega; Mega Drive; 1988)

Na época do lançamento, Golden Axe trouxe para o 16-btis da Sega o gênero “espada e magia”. Três guerreiros – um bárbaro bombado, uma amazona de biquíni e um anão com um machado bem grande – enfrentavam feiticeiros malignos, mortos-vivos e criaturas fantásticas em vários cenários medievais. O jogador abria caminho até o tirano Death Adder, que cobiçava o machado dourado do título do game.

golden axeGolden Axe (Foto: Divulgação)

O jogo foi fortemente inspirado na literatura pulp, tanto que alguns de seus personagens (Ax Battle e Tyris Flare) lembram Conan, de Robert Erwin Howard, e Red Sonja, heroína criada por Roy Thomas e Barry Windsor-Smith. O game deu origem a uma trilogia no Mega Drive, teve uma continuação muito boa (apesar de pouco conhecida), exclusiva para os arcades, e chegou a gerar até alguns spin-offs, nos gêneros Luta e RPG. O jogo também recebeu um revival, recentemente, nos consoles da nova geração. Ainda assim, o primeiro título continua sendo um marco do gênero Hack and Slash nos videogames.

08. Brütal Legend (Double Fine;  PS3 e Xbox 360; 2009)

O designer Tim Schaefer é, sem dúvida, uma das mentes mais criativas na indústria do entretenimento eletrônico. Responsável por games clássicos como Full Throttle e Grim Fandando, Schaefer resolveu fazer uma leitura bem particular do universo fantástico: em vez de fantasia medieval padrão, Brütal Legend apresenta uma “fantasia do Metal”. É como se o mundo fosse baseado na capa de um álbum do Manowar, contendo várias referências a bandas famosas, como Kiss, Black Sabbath e Motörhead.

A criação de Schaefer está longe de ser um pastiche. Além de utilizar clichês consolidados, ele também cria uma mitologia própria, rica e instigante. O resultado desta salada é um game divertidíssimo, que mistura elementos de ação, aventura e estratégia em tempo real. Como não poderia deixar de ser, o game tem uma trilha sonora muito bem selecionada, além de ótimas dublagens feitas pelo atores Jack Black, Kyle Glass, Tim Curry, e conta ainda com a participação dos músicos Ozzy, Lemmy e Rob  Halford.

brutalBrutal Legend (Foto: Divulgação)

07. Ultima (Origin Systems; DOS, MSX, Apple e outras plataformas; 1981)

Este vovô dos RPGs foi lançado para várias plataformas de computadores domésticos do começo dos anos 1980 e se tornou bastante popular por utilizar uma série de elementos que, até hoje, são marcas do gênero nas mídias eletrônicas. São exemplos a criação de personagens, o mapa-múndi e as famigeradas dungeons, numa época em que a interface gráfica ainda era algo incomum e impressionante.

Muitos games famosos deste período, como Zork, utilizavam apenas textos ou sinais de pontuação para construir o cenário, deixando a imersão a cargo da imaginação do jogador. Por conta disso, Ultima virou uma franquia de sucesso, dividida em uma série de trilogias: a primeira representa a Era das Trevas, a segunda a Era da Iluminação e a terceira, a Era do Armageddon. 

Nestes games, lançados entre 1981 e 1999, acompanhamos a história de Sosaria e a transformação do personagem no mítico Avatar da Britannia, após um cataclisma mágico. A franquia teve versões para vários consoles, do NES ao Playstation, e também foi uma das primeiras a apresentar um jogo de multiplayer online massivo, em 1997.

UltimaUltima (Foto: Divulgação)

06. The Legend of Zelda (Nintendo; NES, 1986)

Como a maioria das séries da Nintendo, The Legend of Zelda dispensa apresentações. A saga do herói de túnica verde foi contada em vários games através de praticamente todas as plataformas da empresa (o Virtual Boy ficou sem), sempre mantendo o alto padrão de qualidade estabelecido pelo seu criador, Shigeru Miyamoto.

ZeldaThe Legend of Zelda (Foto: Divulgação)

O trunfo de Zelda é a independência entre seus títulos, o que permite mostrar vários momentos do reino de Hyrule, sem que os fatos entrem em contradição com os games anteriores. Recentemente, para ordenar esta colcha de retalhos, a Nintendo divulgou uma linha do tempo oficial, apresentando três cronologias distintas da franquia. Não que o fã de Zelda esteja muito preocupado com isso, com o tempo, aprendemos a apreciar as aventuras do herói Link como obras de arte independentes, com destaque para o eterno Ocarina of Time e para o recente Skywar Sword, que se tornou um clássico instantâneo no Nintendo Wii.

05. Baldur’s Gate (BioWare; PC; 1998)

Quando falamos de fantasia medieval, é inevitável a associação com jogos eletrônicos e também com o RPG de mesa. Neste game de 1998, a BioWare conseguiu unir os três elementos ao recriar digitalmente os reinos esquecidos de Toril, o popular cenário de campanha de Dungeos & Dragons.

Games baseados em D&D não eram novidade quando Baldur’s Gate foi lançado (já tínhamos Eye of the Beholder e Heroes of the Lance, baseado em Dragonlance, além de versões eletrônicas de Darksun, por exemplo), mas a BioWare conseguiu a melhor harmonia entre as regras do RPG de mesa e a dinâmica dos computer games.  Isso aliado a belos gráficos, personagens cativantes (como o ranger Minsc) e bons efeitos de luz fez com que Baldur’s Gate fosse um dos responsáveis pela revitalização dos RPGs nos computadores domésticos. O game ainda abriu as portas para outras adaptações do gênero, como Torment, Pool of Radiance e Neverwinter Nights, estabelecendo uma parceria de sucesso entre D&D e jogos eletrônicos, até a BioWare abandonar o Dungeons & Dragons e investir no próprio universo fantástico.

BaldurBaldur's Gate (Foto: Divulgação)

04. Dragon Age: Origins (BioWare; Xbox360, Ps3; PC e Mac; 2009)

Quando a BioWare deixou de lado as adaptações dos cenários de Dungeons  & Dragons, muitos jogadores torceram o nariz. Na verdade, a audácia da empresa foi recompensada, já que Dragon Age: Origins se mostrou um game incrível, que superou todas as expectativas e conseguiu fazer sucesso entre o público e a crítica, ao abandonar a atmosfera do D&D e investir em uma fantasia mais brutal, carregada de sangue, violência e intriga política.

Em vez de contar uma história do bem contra o mal, a narrativa de Origins se destaca por investir nos prelúdios dos personagens e suas relações com um mundo, onde existe um grande mal visível, mas também muita vilania dissimulada. O jogo teve várias expansões, que ampliaram ainda mais a mitologia desta primeira saga, mas também uma grande bola fora: sua continuação. Dragon Age II não conseguiu viver à altura do original. Esperamos que o encerramento da trilogia possa resgatar a franquia, para que Dragon Age possa ser mais uma vez sinônimo de qualidade.

Dragon AgeDragon Age: Origins (Foto: Divulgação)

03. Warcraft (Blizzard; PC; 1994)

Antes de mudar o nome para Blizzard, esta gigante dos videogames já produzia títulos com temáticas medievais, adaptando O Senhor dos Anéis, de Tolkien, para computadores Amiga, animando partidas de xadrez na versão para Commodore 64, de Battle Chess, e colocando nórdicos caricatos em enrascadas siderais em The Lost Vikings. Porém, foi o primeiro Warcraft, Orcs & Humans, que colocou a empresa no rumo em que ela está até hoje: a produção de games complexos, sólidos e viciantes.

Warcraft seguiu a fórmula de outros games de estratégia já existentes no mercado (como o popular Dune, lançado em 1992), mas a Blizzard soube caprichar no visual e trabalhar um enredo simples, porém cativante, para que a franquia se destacasse diante da concorrência. Em 1995, os conceitos apresentados no debut da franquia foram aprimorados com As Marés da Escuridão, que deu continuidade ao feudo sangrento entre orcs e humanos.

Contudo, foi em 2002, com o lançamento de Warcraft III, que o game deixou de ser um “jogo de damas virutal” para se tornar um fenômeno cultural: as diferenças entre as raças deixaram de ser meramente estéticas (uma herança de outra franquia da empresa, Starcraft), e as nações do jogo passaram a ter suas motivações apresentadas de forma mais convincente. Os personagens especiais, os heróis, também ganharam maior profundidade e a experiência se tornou tão imersiva a ponto da série deixar de lado a estratégia em tempo real para se tornar hoje o exemplo mais bem sucedido de RPG online multiplayer da história.


02. Elder Scrolls
(Bethesda; PC; 1994)

O primeiro Elder Scrolls tinha como objetivo inicial colocar o jorgador no papel de um lutador de arenas, no estilo dos gladiadores romanos. Entretanto, o game cresceu, foi ficando encorpado, e acabou virando um RPG em primeira pessoa. A continuação veio dois anos depois, com Daggerfall, que ampliava ainda mais o universo ficcional medieval da Bethesda.

A série teve alguns spin-offs, mas foi com Morrowind, em 2002, que o game ganhou os contornos que reconhemos nos demais títulos da empresa – um formato que deu tão certo que acabou sendo usado em outra franquia bem distante dos mundos medievais, a popular Fallout. Mas afinal, o que tornou esta série tão popular, a ponto de ter influenciado todos os RPGs ocidentais e culminou com o reconhecimento do recente Skyrim como um dos melhores games de 2011?

Ao contrário de demais mundos de espada em magia, não é a geografia rica, a história intrincada ou uma série de NPCs cativantes: é o fato da Bethesda ter conseguido colocar o jogador como protagonista da trama e dado liberdade suficiente para que tudo gire em torno das suas ações. Você pode fazer o que sonhar no universo de Elder Scrolls, garantindo uma experiência única e inesquecível para cada jogador que se aventurar pelas terras de Tamriel e além.


01. Diablo (Blizzard; PC e, posteriormente, Mac e Playstation; 1996)

Quando o lorde demoníaco Diablo tomou posse do corpo de um jovem príncipe, a cidade de Tristram se viu ameaçada por um mal sem precedentes. Sem exército ou qualquer tipo de defesa contra as entidades das trevas, a população seria presa fácil para saciar a apetite por poder da criatura. Entretanto, três heróis surgiram para banir o terrível vilão.

Felizmente, para nós, jogadores, eles não foram tão bem sucedidos, já que no ano 2000 pudemos ver a destruidora continuação do game, Diablo II, que refinou e ampliou tudo que havia sido apresentado no primeiro game. Desta vez, havia mais classes de personagens, melhor customização, mais dungeons para explorar e ainda mais itens mágicos para serem encontrados. Os games fizeram um sucesso sem precedentes, causando um revival dos RPGs nos computadores graças a sua jogabilidade minimalista (apontar e clicar, pura e simplesmente), possibilidades de customização dos personagens e jogatina online, seja cooperativamente ou competindo com outros jogadores.

Diablo II continua um game atual até hoje, 12 anos depois do seu lançamento – algo merecido para um título tão viciante. Resta torcer pelo aguardardado lançamento do terceiro game, Diablo III, que felizmente já está em fase de testes.

 
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  • Italo
    2014-03-08T10:06:10

    Só sei que Dark Souls é extremamente dificil.

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  • Raphael
    2012-03-18T19:33:45   , respondido respondido 2013-11-27T18:04:40

    Colocar Dragon Age e IGNORAR The Witcher, colocar Brutal legend e IGNORAR Neverwinter nights, na boa, para. LOL

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    • Raphael
      2012-03-18T19:33:45   , respondido respondido 2013-11-27T18:04:40

      Dragon Age (Origins) é bem melhor que The Witcher, seja o 1 ou 2, já o DA2 concordo que é pior que o TW2. Já a parte do brutal legend tb não entendi, não sei se o jogo se encaixa em fantasia medieval, já que ocorre num universo paralelo aos tempo atuais com um personagem contemporâneo, sei lá.

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  • Sedan75
    2012-09-04T12:28:29

    Faltou ADVENTURE do Atari!

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  • Kico Amaral
    2012-07-23T22:23:56

    Pra quem viveu na época sabe: Diablo é o jogo!!!

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  • Joao G.
    2012-02-06T14:22:59

    fantasia medieval, FF nao se encaixa, pq a franquia onde ja faz algum tempo q nao tem uma epoca medieval. vi o pessoal reclamando q nao tem FFVII. claro. nao se passava na epoca medieval oras. e reclamar que diablo ficou em primeiro??? é, na minha opnião, o melhor dos medievais. particularmente eu gostei da materia. quem reclamou parece q nao leu a materia inteira.

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  • Ingo Müller
    2012-01-19T13:49:13

    Alex, o top 10 não é sobre RPGs, isso está bem explicado na matéria. E sobre jogos de Fantasia Medieval. E até Warlock of Firetop Mountain do PSP é mais fantasia medieval do que FF.

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  • Marco Costa
    2012-01-23T13:29:55

    E o adventure do Atari?

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  • Alex Moreira
    2012-01-19T13:36:07

    cara desculpa a materia isso gosto nao o que o povo diz, muda esse jeito, ao inves de vcs colocarem o que vcs axam pq vcs nao fazem uma votacao, nao concordo em nehum lugar que esta, @Ingomuller desculpa cara, RPG e rpg essa linha que vc disse nao tem nda ver, seja ela medieval ou nao e um rpg, FINAL FANTASY e a melhor delas, diablos, dragon age,Baldur’s Gate ????!!!!! desculpa frakinha a materia.

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  • Ingo Müller
    2012-01-19T12:56:02

    Olá Guilherme e Vilma, FF VII, que vocês sugerem, conta com elementos que destoam da Fantasia medieval, conforme estipulamos no primeiro parágrafo. Só as airships, que são um elemento comum na série, já vão de encontro ao objetivo do Top 10. Não há dúvida que FF é uma grande franquia, independente do gosto pessoal de cada um, mas pela metodologia do Top 10 ela não se encaixa. Lembrando que a lista não se limita aos RPGs, apesar da maioria dos seus integrantes fazer parte deste gênero. Um abraço!

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  • Manoel Lemes
    2012-01-22T09:02:07

    Faltou muito game ai heim, tipo Lineage 2 e Skyrim.

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  • Ingo Müller
    2012-01-19T16:05:52

    Valeu Gabriel. A interação com vocês é muito importante para nós.

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  • Gabriel Leite
    2012-01-19T15:40:49

    Sim, em relação a limitações nem se fala,rs. Mas acho que contudo são games de uma qualidade difícil de explicar (fácil de jogar) e atemporais. Ainda não consigo imaginar Dark Souls e Dragon Age,por exemplo, sendo comentados daqui a 10,15 anos apesar da riqueza de produção. Não Conhecia o Techtudo mas com certeza vou estar sempre dando uma conferida, muito bacana! Abraços.

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  • Ingo Müller
    2012-01-22T16:48:05

    Manoel, leia a introdução. MMOs ficaram de fora. E como assim faltou Skyrim? A franquia Elder Scrolls está em segundo!

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  • Ingo Müller
    2012-01-19T14:24:30

    Gabriel, Rygar é fantástico (tanto o do NES quando o do arcade, que são bem diferentes), idem para Ghosts'n Goblins, mas os cenários de fantasia neles apresentados são bastante limitados se comparados aos nossos campeões, não acha? Outros bons jogos também ficaram de fora, como Might & Magic (esse por pouco não entrou....). Abraços e continue lendo o Techtudo!

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  • Gabriel Leite
    2012-01-19T14:01:21

    Final Fantasy pode entrar aí sim... não o VII pela proposta da matéria mas tem outros (FF 1, 9, Tactics)...assim como muitos poderiam estar fora dessa lista pra dar lugar a nomes como Rygar, Ghosts'n Goblins, Wizards & Warriors,Y's...

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  • Rafael Figueiredo
    2012-01-19T12:07:50

    Um top 10 legal, tinha esquecido de ótimos jogos como baldurs gate! meu top 10 seria diferente trocaria uns 4... Na verdade, colocar um top 10 de rpg já é, por si, muito injusto.

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  • Guilherme Felga
    2012-01-19T11:49:02

    Meu deus,como alguém pode montar uma lista de melhores jogos medievais e não colocar qualquer final fantasy.Quando fizer uma lista de top 10 tem que levar em consideração vários aspectos,e não só o gosto pessoal do autor. Sugiro mudar o titulo da matéria para top 10 jogos medievais na opinião do "zezinho" do Techtudo.

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  • Caíque Feu
    2012-01-19T11:46:15

    Diablo...? Dragon Age? putz ... sem comentários ...

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  • Welerson Michel
    2012-01-19T11:24:12

    Sword of the Berserk - Guts' Rage

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  • Vilma Teixeira
    2012-01-19T11:23:13

    Fala sério, cadê o FFVII ??

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  • Rodrigo Lupi
    2012-01-19T11:22:17

    Não conheço os critérios para essa seleção, mas acho que esqueceram do jogo mais completo, com gráficos incriveis e definitivamente melhor que qualquer outro aqui relacionado. LOTRO - Lord of the rings online. Pra quem gosta do estilo, fica a dica. É gratis, o que torna ainda mais espantoso. Você pode comprar o acesso a complementos do jogo. Mas muito diferente do que qualquer um imagina. O jogo eh incrivelmente completo pelo acesso gratuito. Abraços

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