Lançadores e buscadores

03/02/2014 09h05 - Atualizado em 18/05/2015 16h39

Vale a pena fazer overclocking? Campus Party tira dúvidas em workshop

Paulo Vasconcellos
por
Da Campus Party Brasil 2014

O overclocking, processo de forçar o componente de um computador a rodar numa frequência mais alta do que a garantida pelo fabricante, é uma técnica que entusiasma pessoas ao ponto de serem criados campeonatos. Para tirar as dúvidas se vale a pena ou não fazê-lo, conversamos com Ronaldo Buassali, que tem em seu currículo nada mais nada menos que nove recordes de overclocking quebrados.

Saiba tudo o que aconteceu na Campus Party no TechTudo

Ao centro da mesa, Ronaldo explica as técnicas e conceitos do Overclocking (Foto: TechTudo/Paulo Vasconcellos)Ao centro da mesa, Ronaldo explica as técnicas e conceitos do Overclocking (Foto: TechTudo/Paulo Vasconcellos)


Segundo Ronaldo, para valer a pena, é preciso saber quais são os seus reais objetivos. “É preciso ter em mente que você quer melhorar a performance do seu computador. Isso é o básico. Depois você precisa saber o quanto quer melhorá-lo e o que irá influenciar no tipo de overclocking a ser utilizado”, explica.

O recordista destaca as dificuldades em melhorar cada componente do computador, sendo o processador o “mais fácil” de ser fazer, onde o mesmo pode ter sua frequência aumentada na própria BIOS, sem risco de queimar o componente. Já com a placa de vídeo a questão é mais técnica pois, para alcançar um melhor resultado, a frequência precisa ser alterada fisicamente, manipulando a placa.

“Para quem vai iniciar, é necessário procurar os componentes que mais fazem overclocking, além dos mais antigos e baratos também. Depois que aprender e quiser ser desenvolver e virar um profissional, o overlocker poderá procurar por peças melhores.”, instrui Ronaldo. Ainda de acordo com ele, não é difícil encontrar tais equipamentos, uma vez que os mesmos podem ser achados em qualquer site de varejo.

Quebrando mitos

Quando questionado sobre os riscos que o overclocker deve correr, Ronaldo é categórico: “Se a pessoa fizer dentro das especificações de fábrica, não haverá riscos. Ele também não traz diminuição de vida útil do componente. Isso é mito", dispara. "É mais provável o componente ficar obsoleto muito antes do tempo de vida dele acabar”, continua Ronaldo, que acredita no Water Cooler, sistema de resfriamento à água, como um bom recurso para overclocking tradicional.

O especialista menciona ainda a importância de procurar em websites de tecnologia e em fóruns as informações sobre o assunto. Para os aspirantes a overclocker, Ronaldo dá uma dica brincando: “não comece! Porque quando começar, não vai querer parar mais”, acredita.

Como está o overclocking do Brasil? Comente no Fórum do TechTudo.


Seja o primeiro a comentar

Os comentários são de responsabilidade exclusiva de seus autores e não representam a opinião deste site. Se achar algo que viole os termos de uso, denuncie. Leia as perguntas mais frequentes para saber o que é impróprio ou ilegal.

recentes

populares

  • Ronaldo Buassali
    2014-02-03T15:01:37  

    Obrigado por compartilhar... na verdade existem algumas informações que estão erradas... mas mesmo assim ficou legal: 1- "Já com a placa de vídeo a questão é mais técnica pois, para alcançar um melhor resultado, a frequência precisa ser alterada fisicamente, manipulando a placa." Não é necessário modificação física... somente para over extremo 2- "que tem em seu currículo nada mais nada menos que nove recordes de overclocking quebrados."

    recentes

    populares

    • Ronaldo Buassali
      2014-02-03T15:01:37  

      É o que o TechTudo faz de melhor (ou pior). Até quando eles têm a informação correta toda de bandeja, ainda postam errado.