A poderosa lição do ninja João
Quando o portão de ferro se fechou atrás de mim e o rugido pré-histórico reverberou pela caverna, eu sabia que tinha um problema.
“Acalme-se, Ryu.” – pensei, apertando o cabo de minha espada. – “Você é um Hayabusa, tudo vai ficar bem.”
Mas não ia. Eu estava com metade da minha energia, apenas uma magia e havia acabado de salvar o jogo dez segundos antes de uma batalha com um dragão ridiculamente gigante. Não havia caminho de volta. Estava tudo acabado. Eu ia morrer. Morrer em Ninja Gaiden (Xbox, PS3).
Jogadores urraram de prazer no dia em que os videogames passaram a permitir SALVAR os jogos, gravando o progresso e nos permitindo sono, alimentação (e, para alguns privilegiados, sexo) entre uma partida e outra. Porém, isso trouxe à mesa uma nova problemática: a administração do save. Jogadores experientes sabem a importância de manter pelo menos dois pontos de salvamento em seus jogos: eles funcionam praticamente como máquinas do tempo de segurança, onde deixamos uma “bandeira” em um ponto passado da história caso cheguemos em uma situação imprevisível no futuro e precisemos voltar e repensar a estratégia.
Infelizmente não foi isso que eu fiz.
Talvez por cansaço, pressa ou simplesmente distração, eu salvara meu jogo em cima de meu save anterior. E, como descrevi acima, eu estava totalmente despreparado para a batalha que teria que travar ali. Meu save anterior, onde eu tinha a vida cheia, várias magias e um pé de coelho no bolso, havia sido substituído pelo obsceno save atual.
Agora você deve compreender que Ninja Gaiden é um dos jogos mais difíceis do mundo. Estou falando de um jogo que diz: “Olá! Tudo bom? Venha me conhecer! Quer tomar alguma coisa? Que tal esse CHUTE NOS BAGOS?!!” - E então ele pisa em sua nuca e urina em seu corpo estendido no chão perguntando “Você gostaria de tentar de novo em uma dificuldade menor?”. Ninja Gaiden é aquele tipo de jogo que força você a repensar a maneira de jogar videogames. É o tipo de jogo que faz você repensar toda a sua vida e dizer “será que valeu a pena? Todos aqueles anos jogando Donkey Kong e Street Fighter foram para o lixo? Terei eu aprendido NADA?!”
“Never give up, never surrender!” – gritei eu, citando o grande Capitão Taggart e empunhando meu controle como a verdadeira Espada de Ryu. O dragão surgiu e em poucos instantes despedaçou meu corpo e meu orgulho.
Game Over. Continue?
Claro que sim, seu desgraçado. E lá vou eu carregar meu único save pela segunda vez. A morte veio tão rápida quanto da primeira. “Acho que morri até mais rápido dessa vez”, pensei, já carregando meu save pela terceira vez. E quarta. Décima. Vigésima. Após trinta minutos de insistência, me dei conta de que alcançara um estado de tamanha habilidade naquele chefe de fase que minha capacidade de sincronização, planejamento e velocidade atingira níveis absurdos de perfeição. Eu havia decorado todos os movimentos do dragão, seus padrões de ataque e defesa, seus momentos mais vulneráveis e o melhor timing para que eu usasse minha única magia. Sim. Eu havia me tornado um ninja. Um ninja PUTO e frustrado, mas um ninja.
E mesmo assim, eu ainda não era capaz de vencer o maldito dragão.
De espírito destruído, atirei meu controle no sofá e amaldiçoei os deuses do videogame. “É impossível. Estraguei meu jogo”. – pensei.
Foi então que meu irmão do meio, João, se aproximou curioso e perguntou o que se passava. Eu expliquei detalhadamente, finalizando com “Eu simplesmente cheguei a um ponto em que estou incrível no jogo, e mesmo assim não consigo passar. Não há o que fazer.”
“Seja melhor” – disse João.
Sim, como um apóstolo do messias Myamoto, meu irmão me encheu de esperança com suas palavras simples, porém poderosas. “Serei melhor”, pensei, apertando com firmeza o controle, aperfeiçoando ainda mais cada movimento meu e DESTRUINDO o dragão.
Por que é isso que os videogames nos ensinam: a lidar com desafios e frustrações de maneira a aprender com nossos erros e seguir em FRENTE (ou para a direita). Videogames ensinam que ações têm conseqüência. E, principalmente, nos ensinam o valor de se usar a criatividade em prol da solução de problemas.
Videogames (e meu sábio irmão) nos ensinam a sermos melhores.
Com exceção daquele meu amigo que salvou o Star Wars Jedi Knight no meio do ar, enquanto caía em um precipício. Aquilo foi incrivelmente idiota, não importa o quanto ele insista que confundiu a tecla F5 com F7.

8 janeiro, 2011 as 22:40
Isso me lembrou dos dias de Lost Planet e Devil May Cry 3. Frustação era o sentimento que permeava 45% do game. Os outros 55% eram a satisfação de passar de fase.
8 janeiro, 2011 as 23:21
Muito bom mesmo, a coluna esta cada vez melhor seu Solano. Acho que ja havia escutado essa história em algum episódio do MRG mas me diverti mais ainda ao ler. Além dos sabios irmãos alguns jogos fazem esse papel eles mesmo, joguei uma vez um jogo muito antigo no meu saudoso mega drive 3 chamado Warlock 3, um dos melhores jogos que ja joguei e quando eu morria (sem poder salvar naquela época) era agraciado com um comentário de “You can do better…”
Foi assim que zerei após meses, sim meeeeses de perseverança e ainda guardo o cartucho ;D
9 janeiro, 2011 as 1:26
Afonso meu nobre sou ouvinte doMRG e lá mesmo eu nunca comentei (vergonha) mas tinha que comentar esse seu texto. ADOREI!… foi uma delícia ler esse seu texto e também achei o melhor até agora, continue nessa linha ae. ri a beça aqui no trabalho. Consegui dar uma acordada pois estou no meu plantão noturno e já estou meio sonolento… obrigado pela compahia de sempre sendo no pod ou agora aqui na sua coluna.. grande abraço do seu amigo panda.
Ps.: eu ri muito desse seu amigo posi eu tb já fiz algo do tipo… sensacional esse texto e o desenho é de quem? seu?
9 janeiro, 2011 as 1:40
Textos como sempre fantasticos.. ese então com citação a Galaxy Quest (vulgo Heróis fora de Orbita) foi demais senhor Solano. Que tal no futuro falar sobre problemas de discutir com gamers saudosistas demais, que falam de games como meu tio de 70 anos fala do futebol nos anos 60 (Ah no meu tempo que era bom..)?
9 janeiro, 2011 as 2:25
AWESOME!
9 janeiro, 2011 as 2:36
Obrigado amigos! :)
Ah, o desenho dessa semana foi feito por um grande amigo meu, Rafael Damiani (é só clicar na imagem q vai lá pro portfólio dele).
Grande @braço!!
9 janeiro, 2011 as 13:38
“Seja Melhor.”
Acho que esse é o ensinamento mais básico porém mais profundo do mundo.
A gente sabe que tem que ser, mas de vez em quando precisa que algo ou alguém nos lembre dessa árdua tarefa.
Texto muito bom caro Solano. Espero por mais em breve. Parabéns e cuidados com os robôs gigantes.
9 janeiro, 2011 as 14:40
Hahaha, “Seja Melhor”. Claro, filosofia de vida que todo gamer deveria adotar :D Genial
9 janeiro, 2011 as 15:29
Eu geralmente evito dar loadgame quando estou em apuros, porque tento evitar ao máximo a “trapaça” nos jogos. Nunca fui fã do IIDQD nem IDKFA… Savegame pra mim só pra ir ao banheiro ou no máximo quando se morre (ok, aí não tem jeito…) Embora na época do Sonic era começar tudo novamente…
Meu primeiro jogo de VG com savegame foi SuperMarioWorld. Achei sensacional não precisar mais deixar o console ligado, no pause, esperando eu voltar da escola.
Já no PC os Savegames não eram novidade desde os primeiros adventures…
E só existiram 2 jogos, justamente no PC, que me obrigavam a dar loadgame no modo “trapaceiro!”, ou “Putz, fiz cagada lá atrás e agora preciso tomar outras decisões pra não dar essa merda aqui na frente.”
Os jogos eram Civilization e Homeworld.
Em Civilization (e até hoje eu faço isso as vezes) se você decide, em 1256, ser inimigo do Alexandre o Grande porque ele tá puto que você siga a mesma religião de Cleópatra, não podia imaginar que em 1850 levaria uma bomba atômica por causa dessa briguinha boba de 594 anos…
Já em Homeworld… Ah Homeworld… Um jogo FDP em que se você termina a primeira fase com apenas 5 naves, você vai começar a segunda fase com aquelas MESMAS 5 naves! Então durante o jogo CADA morte conta! E as vezes você pensa que aquelas 6 naves que vc perdeu na 3a fase não vão fazer diferença… aí vc passa a 4a fase perdendo mais 14naves… quando chega na 5a fase vc percebe que 20 naves agora salvariam a pátria (ou a sua espécie!).
9 janeiro, 2011 as 18:49
Esse sentimento já deve ter acontecido com pelo menos 99% dos gamers dese mundo, e esses 99% também encontraram seu João(?) para lhe dar o melhor conselho do mundo “SEJA MELHOR!!!”. Gostaria de ver esse sentimento em palavras agora dos jogos hardcore, sem o save game, sem game shark, sem essas firulinhas, no melhor estilo Blackthorne(quem lembra?), tempos áureos em quem se queimava televisores facilmente. Hoje você da um save, vai almoçar, sair com os amigos, da uma busca no google e acha detonado do jogo… Como poderemos ser melhor dessa maneira? Jogo bom, é jogo destruído no braço até a última gota de sangue místico dragonesco.
9 janeiro, 2011 as 19:03
cara fala serio, troço mais sem graça essa coluna, esse cara se acha colunista……….
fala serio…….
9 janeiro, 2011 as 19:21
…“será que valeu a pena? Todos aqueles anos jogando Donkey Kong e Street Fighter foram para o lixo? Terei eu aprendido NADA?!”
Isso é uma poesia para a alma Hardcore.
Never give up, never surrender, never decrease the difficulty level.
Já conhecia a história quando você contou no MRG, agora com os adenos e filosofia ficou ainda melhor.
A propósito, a frase “Seja melhor” me ajudou a diminuir MUITO os cigarros que venho tentando parar há muito tempo. Sempre que bate aquela vontade hard de acender um, eu me seguro pensando nisso.
Quanto ao final, cuspi arroz no meu teclado de tanto rir.
Parabéns pelos textos.
10 janeiro, 2011 as 0:22
“Seja melhor” – disse João.
Não é preciso dizer mais nada.
10 janeiro, 2011 as 12:30
Será q o Yoda ta na terra com nome de João. Com 2 simples palavra me fez rir muito e ainda motivar o irmão dele com sua extrema frieza, sendo totalmente franco e direto.
11 janeiro, 2011 as 21:00
Eu havia escutado a descrição dessa cena em um dos episódios do MRG, e naquela época, você acabou o assunto com a frase “Seja melhor” e eu nunca fiquei sabendo se você havia consigo ser melhor (ou seja, matado o dragão ou não). Para minha surpresa, eis que surge esse post que não só trouxe mais detalhes sobre aquela discussão do post, como também me fez eternizar esse ensinamento: “Seja Melhor”.
- Eu serei.
12 janeiro, 2011 as 14:18
Muito maneiro cara, eu ja tinha escutado essa história no mrg de games(Que foi divertidissimo ouvir você contar). E agora descubro que além de um podcaster inutil você Affonso Solano(Sim, sempre que escrevo ou leio seu nome. Escuto na minha cabeça a apresentação do MRG dizendo, Affonso Solano, de maneira inctivelmente divertida), também escreve muito bem, dando em mim um incrivel tapa de jesus por imaginar a cena com certa perfeição.(Mesmo podendo ser melhor, como diria seu irmão)
12 janeiro, 2011 as 15:50
Fala, meu amigo! Parabéns pela coluna, mais uma vez! Hehe! 1UP pra você! Ficou bem divertida!
Agora, gostei do clímax da história: “Seja melhor” – . Hehehehe! Muito bom!
Grande abraço!
13 janeiro, 2011 as 6:28
Afonso, meus SINCEROS parabéns pelo texto extremamente agradável de ler, associando uma vivência pouco comum de ser utilizada neste tipo de narrativa, que é a “gamer”, mas sabiamente aproveitada neste texto. Continue asim, por favor. Abraço.
13 janeiro, 2011 as 18:10
Excelente texto, cada vez melhor (ou não) seus textos, é um belo exemplo para levar para a vida toda!
Já aconteceu comigo de salvar em Tomb Raider enquanto estava pendurado o que não percebi foi que instantes antes de apertar Start para poder salvar ela havia soltado da parede e da altura que ela estava caindo ela morreria, tenho esse peso na consciência até hoje, mais é bom saber que sempre existe mais pessoas que erraram dessa mesma maneira.
13 janeiro, 2011 as 18:20
Ae, ri muito. Mas pior que o save manual é o save automático, já ferrei muito com isso!
13 janeiro, 2011 as 20:56
Videogame é realmente uma escola de paciência, técnica e sabedoria. Não precisa ser nenhum Sheldon Cooper pra dizer que nós seremos os seres mais aptos a sobreviver em um mundo pós-apocaliptico ou durante um outbrake de um virus mortal. Seremos os mais capazes de pilotar jatos antimatéria depois que descobrirem as inevitáveis ruinas alienigenas em Marte e nunca, jamais, faremos a estupidez que acomete os mais despreparados: Desperdiçar munição, segurar uma automática com apenas uma mão, subestimar o valor de um pote de maionese ou empurrar uma alavanca antes de nos assegurarmos da ausência de alçapões, estacas e dados envenenados.
Aos outros (mal compreendidos) ninjas de plantão: Kampai!
ps: Parabéns pela coluna!
14 janeiro, 2011 as 15:35
passei por algo parecido ontem jogando tenchu no PS2.
eram 4h da madrugada, eu ja estava em uma missão a uma hora e meia, morrendo de sono e apareceu um chefe. eu ainda não dominei o sistema de luta do jogo, que por si só é meio complicado desde o PSX. logicamente levei uma bela surra.
quando minha barra de vida ja estava quase no fim eu pensei “vou desistir dessa p***a e vou dormir” mas algo me fez insistir e tentar matar o chefe. morri.
mas subitamente, pra minha surpresa, eu tinha um item que nao sabia como funcionava, e este exato item me fez reviver com a barra de vida completa! eu ja tinha tirado metade da energia do chefe, então nao tive problemas para matá-lo e seguir meu caminho.
14 janeiro, 2011 as 17:06
Muito boa a Cônioca Afonso.
Parabéns!
18 janeiro, 2011 as 13:45
hahahahaha
Mandou bem dmais Affonso!!!
Vc descreve bem a sua paixão pelos jogos.
=D
4 fevereiro, 2011 as 0:32
Não acho Ninja Gaiden o absurdo de dificuldade que falam, o pior inimigo do game é a câmera. Assim que acostuma o resto vai que é uma beleza, terminei no normal e no hard, depois não tive mais saco pro game…
4 fevereiro, 2011 as 5:34
Exelente conto.
Assim como Ninja Gaiden outro jogo que FAZ (caso você queira termina-lo) ser melhor é Demon’s Souls, jogo extremamente dificil, mas tambem mjuito recompensante. Depois dele os jogos passaram a ser mais faceis, quiça até a vida.
4 fevereiro, 2011 as 15:44
Very emotional.
Congratz!!
4 fevereiro, 2011 as 17:10
“seja melhor” Simplesmente mudou minha vida xD! É tão simples. xD
4 fevereiro, 2011 as 18:12
Muito bom afonso, parabens! eu dei muitas risadas e lembrei imediatamente daquele EP do Angry Videogame Nerd.
Parabens pelo ótimo trabalho.
4 fevereiro, 2011 as 20:01
Heheh o Angry Videogame Nerd é maneríssimo! Não tem um “episódio” que ele faz um review dos jogos do Virtual Boy? Heheh :) Abr!
4 fevereiro, 2011 as 20:05
Pois é, tb ouvi sobre a dificuldade desse Demon´s Souls aí, mas ainda não tive a oportunidade de jogar… Se bem que ouvi pessoas me dizerem que ele cruzou a linha entre o “Seja Melhor” e o “ESSE JOGO TÁ QUEBRADO! F*D@-S$!!”
5 fevereiro, 2011 as 0:09
hahahaah
caralho, melhor crônica pos-moderna que tive o prazer de ler!
7 fevereiro, 2011 as 14:04
Hahahahahaha! Lembro da primeira vez que ouvi essa história! Muito bom! O irmão do Affonso é mito já…
Imaginei o Ninja Gaiden falando com a voz do Kratos depois de te bater e te deixar fu**** no chão…LOL
Parabéns Affonso pelos textos cada vez mais divertidos!
7 fevereiro, 2011 as 15:53
Texto genial.
Ri muito lendo aqui.
E a sabedoria do seu irmão parece milenar!
15 fevereiro, 2011 as 6:47
Muito bom , SAHUSHUAHSUAUHSA ri demais.
21 julho, 2011 as 13:39
Solano,
Parabéns – seu texto é muito bom. Sofrí muito com Demon’s Souls e cheguei a pensar que na verdade jogos eram uma pulsão sadomasoquista – mas seu artigo restaurou minha fé!
Bom tema, boa mensagem, boa escrita – meus parabéns!
30 julho, 2011 as 11:32
Hahuhauhuaha…..Muito bom esse post, uma verdadeira lição de vida! tipo: ” Quando pensar q está no fundo do poço, que nada q faça dará resultado, simplesmente SEJA MELHOR.”…UAhauhUAUhau
Parabens!
Abraço!
1 agosto, 2011 as 11:05
Que Text brother!!
Demais, parabéns!! Queria retuitar ele, mas não achei nenhum botão de compartilhar.. mesmo assim vou retuitar,
Boa Sorte no restante do jogo.
22 agosto, 2011 as 16:34
Ótimo texto! Depois que eu li essa coluna sempre que falho, ou que algo não sai da maneira que eu quero, penso comigo: “Onde foi que eu errei? O que eu posso fazer pra mudar isso?” E logo em seguida me vem a frase “Seja melhor!”
28 agosto, 2011 as 20:06
Levarei esse sábio enconamento pelo resto da minha vida!!
28 outubro, 2011 as 7:42
“Retroceder nunca, Render-se jamais”, isso graças à possibilidade dos saves e continues infinitos.
Já salvei um jogo no momento em que levei um tiro (não lembro o jogo), era aguardar o loading… e morrer de novo! Mas, com muito empenho, paciência, habilidade e vários continues (ainda bem que havia continue) consegui reverter à situação, mas foi f@#$%!
Parabéns Solano!
9 dezembro, 2011 as 0:00
Tinha que ser o Affonso Divertido Solano huahuahu
Muito bom o post cara.. parabens.. uhauha
9 dezembro, 2011 as 9:13
Heheh, valeu, Thiago! :)
15 dezembro, 2011 as 10:36
Incrível! Ri absurdos.
Nada como um ensinamento ninja.
Seus textos são ótimos, além de me ajudarem bastante a lembrar de como ter um humor sadio nas palavras.
15 dezembro, 2011 as 13:22
Grande solano!
Maravilha de post cara! É isso que um verdadeiro player faz
sempre sabe que pode SER MELHOR !!!
Ri muito aqui no trabalho mesmo sem estar escutando nada hehehe!
Abraço
1 janeiro, 2012 as 14:05
De longe um dos melhores posts que já li. Mostra que video game não é só “má influência pro guris”!
Video Game é motivacional bebê!
KKKKKKKKKKKKKKK!
1 janeiro, 2012 as 14:31
Saudações companheiros players, senhor Solano,
Aqui venho deixar minha lisonjeira, e inalcançável gratidão pelo texto motivador e tocante. Na tentativa de me manter entretido, em meio a uma coletânea saudosista de Metal Slug, me deparei com a dificuldade em ultrapassar os simples niveis iniciais.
Desprovido de um joystick, e com as mãos sobre o teclado, vi que minhas habilidades não eram suficientes para enfrentar tamanha destruição. Uma força maior e capacidade de aperfeiçoamento era necessária e eu não estava conseguindo alcançar tal graduação, e hoje, refletindo em meio as informações providas da grande rede, me deparei com um link para a mais nova motivação necessaria a me ajudar nesta empreitada… \"Seja melhor\"… Meu coração bateu, minhas mãos tremeram, e imerso pela falta de ar impactada pelas ações de João, relatadas por um dos matadores mais conhecidos, tudo muito rápido, recobrei a consciência, respirei fundo, deixei meu relato sob as palavras que me abriram os olhos, como forma de agradecimento, e parti para tentar novamente me superar, e a todos aqueles que entrarem em minha frente, através de cada fase, e com a mente fixa, usando um teclado ou joystick, no final…. Eu serei melhor!
1 janeiro, 2012 as 21:19
Escreveu bonito e FEZ bonito, Luiz!! HELL YEAH!
17 janeiro, 2012 as 21:56
Estou simplesmente em pé Aplaudindo essa nobre e bela atitude, com certeza não terei jogo onde eu não possa vencer… (A NÃO SER QUE EU FAÇA UMA COISA ESTUPIDAMENTE IDIOTA COMO SEU AMIGO) apartir de hoje eu SEREI MELHOR…
18 janeiro, 2012 as 14:13
Parabens Grande NInja Matad… opaa acho que aqui você não é matador né !!!
timo texto , escrito com muita competencia e criatividade.
Da próxima vez que um desgraçado ( de nome tão bonito ) te mandar uma dessas : SEJA MELHOR !! , voce joga o controle na cara dele e manda ele tentar , pra intender o quão dificil é.
Brincadeiras a parte, ótimo texto, escrito com muita competencia e criatividade.