Mundial de LoL

Por Julio Puiati , para o TechTudo


O Campeonato Mundial de League of Legends (LoL), torneio internacional mais importante da Riot Games, é disputado desde 2011. De lá para cá, algumas regiões do mundo se sobressaíram em relação a outras. Coreia do Sul, China, Estados Unidos e Europa estão entre as ligas mais fortes do Wolrds. Já o Japão, a Oceania e até mesmo o Brasil deixaram a desejar nas últimas edições do torneio. Relembre, a seguir, as regiões com piores históricos no Worlds.

Vale a pena lembrar que a edição 2019 já começou e pode ser acompanhada ao vivo no site oficial do LoL Esports e nos canais do evento presentes na Twitch e no YouTube. O time do Flamengo venceu o segundo split do Campeonato Brasileiro de League of Legends (CBLoL) 2019 e foi para a Europa representar o país na disputa.

Japão

Rampage perdeu todas as partidas em 2017 — Foto: Divulgação/Riot Games Rampage perdeu todas as partidas em 2017 — Foto: Divulgação/Riot Games

Rampage perdeu todas as partidas em 2017 — Foto: Divulgação/Riot Games

Desde que foi fundada, em fevereiro de 2014, a League of Legends Japan League (LJL), liga que engloba os times japoneses do circuito profissional da Riot, nunca enviou representantes para o evento principal do Mundial. A primeira participação da região, inclusive, só aconteceu após a criação da fase de entrada em 2017. O Japão foi representado pela Rampage naquela ocasião.

Mas a Rampage decepcionou e deu adeus ao play-in com quatro derrotas em quatro jogos disputados. Um ano depois, em 2018, a campanha dos japoneses apresentou melhoras. A DetonatioN FocusMe eliminou a brasileira KaBuM no grupo C e se classificou para o segundo round da fase de entrada. A equipe, entretanto, perdeu para a chinesa EDward Gaming e mais uma vez ficou pelo caminho.

Oceania

Oceania foi representada pela Dire Wolves em 2017 e 2018 — Foto: Divulgação/Riot Games Oceania foi representada pela Dire Wolves em 2017 e 2018 — Foto: Divulgação/Riot Games

Oceania foi representada pela Dire Wolves em 2017 e 2018 — Foto: Divulgação/Riot Games

Outra região que só realizou a sua estreia no Worlds após a criação da fase de entrada foi a Oceania. Os representantes da Oceanic Pro League (OPL), liga fundada em fevereiro de 2015, estrearam na competição em 2017 com a Dire Wolves. Os australianos terminaram o campeonato na lanterna do grupo B com três derrotas e apenas uma vitória.

Em 2018, os Lobos voltaram a vencer o torneio regional e representaram o continente mais uma vez no Mundial de League of Legends. O desempenho foi idêntico ao do ano anterior: três derrotas e uma vitória, desta vez no grupo A, composto por EDward Gaming, da China, e Infinity Esports, da América Latina Norte. Assim como o Japão, a região esteve no pote três do play-in em todas as edições.

América Latina

KLG foi a esperança do LATAM Sul em duas edições de Mundial — Foto: Divulgação/Riot Games KLG foi a esperança do LATAM Sul em duas edições de Mundial — Foto: Divulgação/Riot Games

KLG foi a esperança do LATAM Sul em duas edições de Mundial — Foto: Divulgação/Riot Games

Os times da América Latina também nunca estiveram no palco principal do Mundial, tanto a região norte quanto a sul – até 2018, o continente era dividido em duas ligas. Antes da criação da fase de entrada, as equipes americanas sempre ficavam pelo caminho nos extintos International Wildcards. Com o play-in, as organizações ganharam a chance de disputar a competição.

A sorte, entretanto, não mudou. Em 2017 e 2018, Lyon Gaming e Infinity Esports representaram o norte (LAN) e até avançaram ao segundo round, mas foram eliminados por Cloud9 e G2 Esports, respectivamente. Já a parte sul do continente (LAS), que foi representada pela Kaos Latin Gamers em ambas as edições, sequer saiu da lanterna. A KLG amargou o último lugar nas duas oportunidades.

Brasil

Brasil foi representado pela Team oNe em 2017 — Foto: Divulgação/Riot Games Brasil foi representado pela Team oNe em 2017 — Foto: Divulgação/Riot Games

Brasil foi representado pela Team oNe em 2017 — Foto: Divulgação/Riot Games

Uma das regiões mais antigas do circuito profissional da Riot, o Brasil apareceu na fase de grupos do Mundial durante três anos seguidos: em 2014 com a KaBuM, em 2015 com a paiN Gaming e em 2016 com a INTZ. Os times brasileiros apresentaram lampejos durante as participações, como as surpreendentes vitórias sobre Alliance, CLG e EDward Gaming, mas as campanhas nunca vingaram.

O Brasil terminou na última posição nas três ocasiões. Com a criação do play-in, a situação piorou. O CBLoL nunca mais conseguiu enviar um representante para o palco principal. Em 2017, a Team oNe se classificou para o segundo round, mas perdeu para a rival Fenerbahçe (Turquia). Um ano depois, foi a vez da KaBuM. Os Ninjas decepcionaram e ficaram na lanterna.

Sudeste Asiático

Tailandeses da Ascension ficaram na lanterna em 2018 — Foto: Divulgação/Riot Games Tailandeses da Ascension ficaram na lanterna em 2018 — Foto: Divulgação/Riot Games

Tailandeses da Ascension ficaram na lanterna em 2018 — Foto: Divulgação/Riot Games

A liga do Sudeste Asiático, que compreende atualmente Indonésia, Malásia, Cingapura, Filipinas e Tailândia, viveu histórico parecido com o do Brasil ao longo dos anos. A região emplacou representantes na fase de grupos em 2011, a primeira edição do Mundial, em 2013 e 2015, mas terminou todas as edições em último lugar.

O campeonato foi representado por Pacific eSports, Xan, Mineski e Bangkok Titans na era antecessora ao play-in. Após a criação da fase de entrada, a League of Legends SEA Tour (LST) deu sequência à má fase e não saiu do último lugar. Em 2018, a Ascension Gaming foi eliminada sem vencer nenhum jogo. Vale dizer que os times do Vietnã não foram considerados, já que a região ganhou a sua própria liga.

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