Video game

Por Filipe Garrett, para o TechTudo


Joy-Con é o nome dado ao controle do Nintendo Switch. Vendido com o console, o acessório pode virar dois joysticks, ser usado tanto com a tela do Switch ou mesmo conectado à TV. Opção mais casual e versátil ao Pro Controller, os Joy-Cons sofrem com drift no analógico após um certo tempo de uso, mas a Nintendo oferece assistência gratuita para a solucionar o problema. Usuários que querem comprar o controle separadamente podem adquirir o produto por R$ 499 na Amazon. O TechTudo separou cinco informações que podem ser úteis na hora de comprar.

Nintendo Switch: quatro fatos sobre o console para saber antes de comprar

Nintendo Switch: quatro fatos sobre o console para saber antes de comprar

Quais os melhores exclusivos do Nintendo Switch? Comente no Fórum do TechTudo

1. Tem sensor tátil, o HD Rumble

Os Joy-Con são parte integral do Switch e contam com retorno tátil — Foto: Divulgação/Nintendo

Os Joy-Cons da Nintendo contam com suporte à tecnologia HD Rumble, que é como a marca chama a sua aplicação de retorno tátil. É uma solução parecida com a que faz sucesso no DualSense do PlayStation 5 (PS5), já que oferece ao jogador sensações mais detalhadas do que uma simples vibração, para garantir maior imersão na partida.

Em vez de apenas vibrar em diferentes intensidades, o controle pode responder com sensações táteis mais definidas para acompanhar situações na tela: é possível simular chuva, com pingos independentes sendo passados pelo controle, vento e uma série de outras ações.

2. Permite ler os amiibos da Nintendo

Controle tem NFC e permite ler os amiibo da Nintendo — Foto: Divulgação/Nintendo

Os Joy-Cons contam com tecnologia NFC que permite a leitura dos amiibo, pequenas representações de personagens de games que podem liberar poderes especiais em títulos compatíveis. O recurso não é único dos Joy Cons, já que também está disponível no Pro Controller, joystick alternativo do console.

Para ler um amiibo, é preciso posicioná-lo no analógico direito do controle – que é a localização precisa do sensor NFC – e selecionar a opção correspondente no game. Se houver suporte e o amiibo for compatível com o jogo, é possível não só ter acesso a poderes ou recursos especiais, como ainda mover seu save do game para a estatueta.

3. Um par atende até 2 jogadores

Posição centralizada do analógico no Joy-Con direito requer adaptação no uso multiplayer — Foto: Gabriel Maiante/TechTudo

É possível destacar os Joy-Cons da tela do Nintendo Switch para serem usados por dois jogadores, permitindo assim multiplayer local sem necessidade de investir em mais um controle. O método funciona tanto para jogar na tela de 6,2 polegadas do Switch, como na TV, com o console fixo na dock, um suporte que é incluso no videogame.

A única restrição é que, no modo dois jogadores, o Joy-Con pode ser pequeno demais para as mãos de algumas pessoas. Além disso, a metade direita do controle, reservada ao segundo jogador, pode representar um desafio adicional para se acostumar à posição do analógico, que acaba centralizado.

4. Problemas de drift nos analógicos

Nintendo tem oferecido reparo gratuito de controles que apresentem problema de drift — Foto: Gabriel Maiante/TechTudo

Os Joy-Con sofrem com problemas constantes de drift no analógico: a causa é o potenciômetro, componente eletrônico que traduz o seu movimento em informação para o sistema. Com o tempo, o sensor pode dar problema e começar a registrar incorretamente movimentos, fazendo com que o analógico “puxe” para um lado, mesmo sem que ninguém estar pressionando.

O problema tem sido tão recorrente que a Nintendo resolveu se comprometer a substituir unidades defeituosas de forma gratuita. No Brasil, consumidores afetados podem encaminhar seus controles com defeito para a assistência técnica oficial da marca para reparos, ou mesmo substituição completa do produto.

5. Tem controle de movimento

Zelda Skyward Sword é um dos games que mais se beneficiam do sensor de movimentos do Joy-Con — Foto: Divulgação/Nintendo

Grande pioneira nos controles de movimento, a Nintendo aplicou a tecnologia no Joy-Con. O recurso não está presente em todos os jogos, mas títulos que tiram proveito da tecnologia se beneficiam da sua presença. Um exemplo é The Legend of Zelda: Skyward Sword – lançamento original do Nintendo Wii em 2011 – que oferece o recurso e permite que usuários do Switch possam usá-lo sem necessidade de comprar joysticks especiais.

Outro título que tira proveito do controles de movimento é Resident Evil: Revelations, de 2012. Com a leitura de movimentos, o jogo pode ficar mais preciso para controlar a mira e atirar em inimigos, por exemplo.

Com informações de Nintendo, iMore, The Verge e The Guardian

Nota de transparência: Amazon e TechTudo mantêm uma parceria comercial. Ao clicar no link da loja, o TechTudo pode ganhar uma parcela das vendas ou outro tipo de compensação. Os preços mencionados podem sofrer variação e a disponibilidade dos produtos está sujeita aos estoques.

Mais do TechTudo