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14/09/2016 06h00 - Atualizado em 14/09/2016 06h00

Cinco sistemas operacionais para usar no Raspberry Pi

Filipe Garrett
por
Para o TechTudo

O Raspberry Pi, em qualquer uma de suas edições, não sofre com escassez de sistemas operacionais: há dezenas de distros Linux disponíveis para rodar na placa, além de sistemas como o Windows 10 IoT e até o novo Fuchsia, do Google.

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Na lista a seguir, você vai conhecer cinco exemplos de sistemas operacionais bem completos e fáceis de usar, ideais para quem quer começar a mexer com o Raspberry Pi sem ficar intimidado pela complexidade de boa parte dos sistemas operacionais baseados em Linux. Confira:

1. Raspbian

Raspbian é ideal para quem ainda está se adaptando ao Raspberry (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Raspbian é ideal para quem ainda está se adaptando ao Raspberry (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Ideal para: iniciantes no Raspberry Pi

O Raspbian é uma versão do Debian (distro Linux bastante conhecida) criada para rodar no Raspberry. Em alguns sentidos é possível considerar o Raspbian como o “sistema operacional padrão” para o micro pc. Como curiosidade: o sistema tem até acesso a uma versão especial de Minecraft para Raspberry Pi.

O sistema é uma boa escolha para quem não está muito acostumado com o Raspberry porque é bem completo: tem softwares de escritório, permite navegar na Internet e possui uma grande quantidade de ferramentas de configuração do computador e de desenvolvimento.

2. Ubuntu

Ubuntu MATE é mais completo do que o Raspbian (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Ubuntu MATE é mais completo do que o Raspbian (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Ideal para: usuários que querem fazer do Raspberry um PC

O Ubuntu é a distribuição Linux mais conhecida e difundida no mundo e existem várias versões do sistema que são compatíveis com o Raspberry. Entretanto, a melhor delas é a MATE: trata-se de uma edição mais leve e que roda de forma satisfatória nos Raspberry Pi 2 e Raspeberry Pi 3, que possuem hardware mais capacitado.

No pacote, o usuário ganha acesso a aplicativos embarcados no Ubuntu, como a suíte de produtividade LibreOffice, além dos apps tradicionais e repositórios da Canonical, onde é possível baixar mais ferramentas. Bem completo, o Ubuntu Mate é um sistema para quem quer fazer do Raspberry um desktop mais tradicional.

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3. OSMC

OSMC faz do Raspberry Pi um media center como a Apple TV (Foto: Divulgação/OSMC)OSMC faz do Raspberry Pi um media center como a Apple TV (Foto: Divulgação/OSMC)

Ideal para: transformar o Raspberry Pi em um media center

Os sistemas operacionais anteriores são bem generalistas: servem para uma porção de coisas, embora o Raspbian seja mais interessante para quem quer criar projetos e o Ubuntu MATE para quem quer tornar o Raspberry Pi num desktop.

O OSMC foge bem a esse modelo: trata-se de um sistema operacional que torna o Raspberry em um media center completo, dando ao computador acesso a canais via Internet e uma série de recursos que permitem a reprodução de áudio e vídeo com qualidade. Basicamente, usando o sistema, você pode transformar o Raspberry Pi em uma Apple TV caseira.

4. Recalbox

Recalbox torna o Raspberry Pi uma central de emulação (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)Recalbox torna o Raspberry Pi uma central de emulação (Foto: Reprodução/Filipe Garrett)

Ideal para: quem deseja usar o Raspberry Pi para jogar

O Recalbox não é o único sistema que faz do Raspberry Pi uma central de emulação de vídeo games antigos, mas com certeza é a mais fácil de usar: ao contrário do RetroPie, distro com ambições idênticas e estrutura bastante similar, o sistema possui configurações mais amigáveis do que a opção que exige mais paciência e conhecimento do usuário.

O Recalbox conta com suporte a emulação de uma grande quantidade de consoles clássicos como Atari, Master System, Mega Drive, Nintendinho, Super Nintendo, Playstation e etc, até de games de MS-DOS, como o Doom original.

5. Pidora

Para muitos, o Pidora é a distro mais completa para Raspberry (Foto: Divulgação/Pidora)Para muitos, o Pidora é a distro mais completa para Raspberry (Foto: Divulgação/Pidora)

Ideal para: usuários que buscam alternativas ao Ubuntu MATE

O nome esquisito refere-se à junção de Pi com Fedora, nome da distribuição Linux da Red Hat que é uma das mais queridas entre fãs do Linux. O Pidora trata-se de uma versão compatível com o Raspberry e que promove acesso a uma série de apps presentes nas distros da Red Hat, além de navegador de Internet, suíte de escritório e apps gerais, como os encontrados no Ubuntu.

Um recurso bem interessante do Pidora é o chamado modo Headless, que permite configurar o sistema operacional em Raspberrys sem monitor. O processo de acesso e uso é feito via rede, por outro computador, e pode significar um modo facilitado de usar o Raspberry na falta de um monitor dedicado.

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