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Por Rafael Arbulu; Para O TechTudo


Foi em 2010 que vimos o agente secreto dos Estados Unidos, Sam Fisher, pela última vez. Na ocasião, ele estava desligado de seus serviços após a morte de sua filha. Dois anos depois, a publisher francesa Ubisoft anunciou, na E3 2012, o desenvolvimento de Splinter Cell: Blacklist, que traz o próprio Fisher de volta à ação, comandando um novo grupo de agentes com o objetivo de salvar o mundo – de novo.

splinter_cell_blacklist_ss3tcm2151259 — Foto: TechTudo

Em Blacklist, a Ubisoft tomou o cuidado de falar muito, mas ao mesmo tempo não falar nada. Então, das informações tiradas do site oficial do jogo, acompanhadas da imprensa norte-americana, compilamos o básico do jogo para você não se sentir perdido.

Quem faz?
O estúdio responsável por Blacklist é o recém-nascido Ubisoft Toronto. É formado por alguns funcionários remanejados da divisão de Montreal, Canadá. Há também participação do time de desenvolvimento de Shanghai, China.

Quem joga?
Desta vez, a Ubisoft optou por atingir todos os públicos: se até a edição Conviction, a publisher francesa lançava os games da série Splinter Cell apenas no Xbox 360, Blacklist terá lançamento simultâneo na máquina da Microsoft e também no PlayStation 3, além de uma versão para PC

Qual é a crise mundial agora?
Sam Fisher foi reintegrado às forças norte-americanas, agora comandando a unidade clandestina "Fourth Echelon". Comandando a nova unidade de "Splinter Cells" - nome dado a agentes exímios em operações não oficiais -, Fisher responde única e exclusivamente ao presidente dos Estados Unidos.

Em Blacklist, os EUA mantêm presença militar em dois terços do planeta, o que leva à insatisfação de 12 nações, que criam o "Movimento Blacklist" - uma espécie de lista negra de certos interesses da maior potência do mundo, todos alvos de atentados terroristas. Cabe a Fisher e seu time de agentes impedir que as ameaças se concretizem.

E o que tem de novo?
Difícil dizer: a Ubisoft se manteve calada quando foi questionada por inovações em jogabilidade. Algumas declarações básicas da empresa indicam que esse título terá um foco ainda maior na parte de infiltração, exigindo que você faça seu progresso sem ser visto pelo inimigo (o chamado "stealth").

No andar do jogo, a metodologia de avanços deve seguir os mesmos padrões: furtividade, usando as armas como último recurso, mas podendo capturar, interrogar e matar oponentes conforme necessidade. Também foi confirmada a roupa tática de Fisher, bem como seus óculos de visão noturna, térmica e elétrica. Uma novidade mostrada na E3 2012 foi a participação de membros da equipe no auxílio em situações de desvantagem: a hacker Anna Grimsdottr pode usar veículos aéreos armados para atacar oponentes, por exemplo.

Quando chega?
A espera ainda vai ser um pouco longa. Segundo o site oficial do jogo, Blacklist está previsto para lançamento apenas entre abril e junho de 2013. Entretanto, essa é uma janela a ser considerada. Fica aqui a torcida para que a Ubisoft não faça o mesmo que fez com Conviction.

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