Por Da Redação; Para O TechTudo


Criminosos virtuais gostam de aproveitar acontecimentos importantes que movem as redes sociais para aplicar golpes envolvendo a morte do ator Robin Williams: novos links tem surgido no Facebook, se apresentando como um vídeo de despedida do ator. As supostas imagens são uma tentativa de infectar o dispositivo do usuário com vírus e simulam o player do site de uma famosa rede de TV britânica.

Vírus simula palyer da BBC com suposto vídeo de despedida de Robin Williams (Foto: Reprodução/Symantec) — Foto: TechTudo

O golpe aparece como um link para um site falso, semelhante ao da BBC, onde o usuário pode ler a notícia de que o ator teria gravado um vídeo de despedida com seu smartphone. Porém, ao clicar no vídeo, o site pede que os usuários o compartilhem na rede social antes de poder assistir.

Ao fazer isso, uma nova janela de diálogo é exibida, informando que é necessário instalar um plug-in, que o internauta não sabe, mas é malicioso.

Mesmo completando estes passos, a pessoa não será levada ao vídeo, mas sim a um site, onde será pedido que ela instale novos aplicativos ou preencha vários questionários. Esse método é usado por criminosos virtuais para gerar dinheiro e buscar dados.

A Symantec informou que já alertou o Facebook sobre o golpe. A fabricante do famoso Norton Antivírus dá algumas dicas para evitar ser vítima de ações criminosas:

- Desconfie ao encontrar histórias sensacionalistas em redes sociais;

- Evite acessar ou compartilhar links duvidosos ou suspeitos;

- Não instale aplicativos para visualizar conteúdo fechado. Esse é um dos truques mais usados para roubar dados pessoais de usuários;

- Denuncie qualquer conteúdo suspeito.

Golpe promete mostrar vídeo de ator (foto: Reprodução/Symantec) (Foto: Golpe promete mostrar vídeo de ator (foto: Reprodução/Symantec)) — Foto: TechTudo

Este não é o único golpe a usar a morte do ator como isca. Nesta semana, a AVG destacou uma outra ação prometia mostrar fotos do corpo de Robin Williams e do acidente que matou o candidato Eduardo Campos, mas que na verdade, era mais uma forma de disseminar vírus.

Via Symantec

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