Por Da Redação; Para O TechTudo


Quando pensamos no Google, lembramos do buscador de Internet e dos produtos mais conhecidos, como o Android e até o site de vídeos YouTube. Entretanto, há muito outros serviços desenvolvidos pelo Google disponíveis na Internet na atualidade, com desempenha as mais variadas funções como ferramentas de busca focadas em livros antigos, artigos acadêmicos e até documentos públicos.

Na lista a seguir, você vai conhecer esses e outros serviços interessantes, mas não muito conhecidos, oferecidos gratuitamente pelo Google na Internet.

Google Keep tem versões que rodam em navegadores e aplicativo para celulares (Foto: Divulgação/Google) — Foto: TechTudo

Com versões em português para desktop e celulares, o Keep é ideal para quem precisa organizar uma rotina tumultuada ou para aqueles que fazem lista para tudo. Com interface colorida e que lembra os post-it, o Google Keep permite que o usuário crie notas ou listas com tarefas a fazer e até configure lembretes e avisos sobre compromissos previstos no app, coloque fotos e marque o que já foi feito.

O aplicativo do Gmail para celulares permite que o usuário adicione contas de serviços rivais como Yahoo, Outlook e Hotmail. Dessa forma, todos os recursos típicos do Gmail, como organização da caixa de entrada com filtros de importância e histórico de mensagens dispostos na forma de conversas tornam-se acessíveis aos outros serviços. A ideia é "Gmailificar" todos os seus endereços de e-mail.

Mars permite que curiosos conheçam em detalhes a superfície marciana (Foto: Reprodução/Filipe Garrett) — Foto: TechTudo

O Google Mars permite que qualquer um interessado em matar a curiosidade sobre a topografia do planeta vermelho tenha a chance de navegar e “visitar” a superfície marciana. O serviço foi organizado com uma grande quantidade de fotos geradas por satélites que orbitam Marte e mostra que qualquer um pode se sentir um pouco cientista ao desvendar as paisagens do planeta vizinho.

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Google Fonts tem opções gratuitas e variadas de fontes (Foto: Reprodução/Filipe Garrett) — Foto: TechTudo

Um repositório com variedade de fontes, o Google Fonts conta com 708 famílias tipográficas prontas para serem adicionadas à coleção, que podem ser aplicadas à sites e baixadas em arquivos compactados. O Fonts não tem milhares de tipos, como sites específicos, mas o acervo é bem variado e a pesquisa é bem eficiente, graças a filtros como espessura, largura e aspecto das fontes.

Google Books Ngram

Busca por dengue no Ngram mostra o volume de ocorrências da palavra a partir de 1800 (Foto: Reprodução/Filipe Garrett) — Foto: TechTudo

O Ngram (books.google.com/ngrams) é uma busca focada em termos específicos presentes em livros escritos entre 1500 e 2008. É possível buscar qualquer palavra de interesse (palavra-chave) e analisar gráficos, que mostram sua recorrência ao longo dos séculos. A ferramenta pode ser bem interessante para pesquisadores de História, que podem levantar dados sobre o surgimento de alguma ideia. Infelizmente, o Ngram suporta poucos idiomas até o momento.

Google Acadêmico dá acesso a uma grande quantidade de textos acadêmicos (Foto: Reprodução/Filipe Garrett) — Foto: TechTudo

Essa versão da plataforma de buscas permite que qualquer um faça buscas específicas em artigos acadêmicos de diversas áreas. Poderosa ferramenta de pesquisa para estudantes e professores, o Google Acadêmico está disponível em português e em outros idiomas, principalmente o inglês, língua que pode dar acesso a pesquisas traduzidas pelo sistema a partir dos originais de outros países.

Google Lego

É possível brincar de lego no navegador com o Google Lego (Foto: Reprodução/Filipe Garrett) — Foto: TechTudo

No site Build With Chrome (buildwithchrome.com), os usuários podem construir o que der vontade com blocos de Lego, num estilo que tem um pouco de Minecraft. O site é gratuito e, embora tenha sido criado por uma parceria do Google Austrália com a Lego, pode ser acessado e usado por pessoas do mundo todo, que podem construir novas criações, ou explorar os projetos dos outros usuários.

Google Person Finder

Person Finder foi criado para ajudar parentes a encontrar sobreviventes dos atentados de 11 de setembro (Foto: Reprodução/Filipe Garrett) — Foto: TechTudo

O site Google Person Finder (google.org/personfinder) surgiu depois do ataque às torres gêmeas de Nova York, em 2001. A ideia é que o serviço seja usado para permitir que pessoas se reencontrem depois de tragédias: ajudando quem mora longe ter informações sobre o paradeiro de pessoas queridas, que estavam no local afetado por um desastre. Depois de 2001, o site foi usado com sucesso em episódios como o ataque na maratona de Boston, do tufão Yolanda e em outras ocasiões.

Google Sky conta com fotos tiradas pelo Hubble (Foto: Reprodução/Filipe Garrett) — Foto: TechTudo

A interface está longe de ser atraente, mas o conteúdo do Sky é de alta qualidade. Construído a partir das fotografias geradas pelo telescópio Hubble e com parceria com a Nasa, o Google Sky pode ser compreendido como um tipo de planetário que você pode rodar no navegador do seu computador.

Google Public Data Explorer

Public Data Explorer fornece dados estatísticos de vários países e permite a criação de gráficos (Foto: Reprodução/Filipe Garrett) — Foto: TechTudo

O Public Data Explorer (Google.com/publicdata/directory) é um serviço de busca focado em bancos de dados de diversos órgãos e governos. É possível encontrar dados de censo de vários lugares, informações atualizadas sobre a performance da economia de diversos países do mundo e mais. Há conteúdos disponíveis em português, mas também é possível buscar por dados em outros idiomas.

Google Developers

Comunidade de desenvolvedores permite troca de ideias e oferece cursos e tutoriais (Foto: Reprodução/Filipe Garrett) — Foto: TechTudo

O Developers (Developers.google.com) funciona como uma grande comunidade que une desenvolvedores do mundo todo. No espaço, há tutoriais, cursos e grupos criados para unir profissionais da área interessados em compartilhar ideias e informações sobre projetos. Para iniciantes, o Developers é um bom instrumento de pesquisa antes de criar um novo app ou site.

Google Webmasters

Webmasters Tools oferece ferramentas para o gerenciamento de sites (Foto: Divulgação/Google) — Foto: TechTudo

O site (Google.com/intl/pt-BR/) é pouco mais focado do que a maioria das alternativas presentes na lista, mas pode ser uma mão na roda mesmo para quem tem um site menos ambicioso. Gratuito, o Webmaster Tools consiste numa plataforma que permite ao usuário monitorar o tráfego e desempenho do seu site, com uma série de ferramentas e filtros para relatórios bastante ricos em informações.

Google Insights

Insights permite que profissionais conheçam tendências de consumo e comportamento na Internet (Foto: Reprodução/Filipe Garrett) — Foto: TechTudo

O Insights (Thinkwithgoogle.com) conta com boas dicas sobre consumo de informação na Internet. Como a base de usuários dos serviços do Google é enorme, os Insights costumam ser bem certeiros em relação a novas tendências de consumo e de comportamento na rede. A ferramenta é usada, principalmente, por quem precisa antever essas tendências e planejar novos produtos.

Google Imagem

Busca reversa permite encontrar origens de uma imagem (Foto: Reprodução/Filipe Garrett) — Foto: TechTudo

O Reverse Image (Google.com.br/imghp) permite que o usuário realize buscas a partir de uma imagem específica, dando resultados que informam a origem da foto. Funciona assim: você envia uma imagem para o Google, que vai buscar informações sobre a fotografia. No resultado da busca, você terá acesso a dados referentes à origem da foto, como local onde ela foi tirada e, em alguns casos, até a data.

ReCAPTCHA

Uso do reCAPTCHA ajuda na digitalização de livros antigos (Foto: Reprodução/Filipe Garrett) — Foto: TechTudo

Adquirido pelo Google, o serviço de verificação tem uma identidade secreta. Além de apresentar ao usuário palavras distorcidas para a verificação de acesso a sites de Internet, o reCAPTCHA (Google.com/recaptcha/intro/index) contribui para a identificação de palavras distorcidas, que computadores não conseguem ler. Sempre que você reconhece alguma dessas palavras e informa o serviço, ela acaba fazendo parte de um banco de dados que, depois, pode ser aplicado pelo Google no reconhecimento de texto presente em impressos antigos, como jornais e livros de séculos passados.

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