Por Da Redação; da Redação


Pokémon Go surpreendeu com lançamento antecipado na última terça (05) na Google Play (Android) e na App Store (iPhone) da Nova Zelândia, apesar de ainda não ter uma data oficial para chegar ao Brasil. O jogo é um dos mais esperados do ano para celulares, mas será que ele consegue atender às expectativas? O TechTudo teve acesso ao game e conta para você as nossas primeiras impressões iniciais.

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Logo de cara, o jogo já mostra que veio para se diferenciar dos games clássicos da franquia. Você começa criando um treinador e customizando a sua aparência, e logo depois o personagem aparece no mapa da cidade. Em seguida, os três Pokémon iniciais – Charmander, Squirtle e Bulbassauro – aparecem próximos a você, e é preciso capturar um deles.

Pokémon Go é simples, bonito e divertido (Foto: Reprodução/Caio Fagundes) — Foto: TechTudo

Os comandos apresentados aqui são bem intuitivos. Mire a câmera até achar o Pokémon e arremesse a Pokébola para acertá-lo. Se não quiser usar a câmera, basta desativar a opção "AR" e a criatura aparecerá na sua frente. A parte difícil é escolher o seu inicial favorito, mas não precisa se preocupar: todos eles podem ser capturados pela cidade posteriormente.

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Os gráficos surpreendem para um game tão leve. Os Pokémon estão bem desenhados e apresentam um bom acabamento. Não estão nem perto dos gráficos hiper-realistas apresentados no trailer de anúncio do jogo, mas ainda assim é um ótimo resultado. A interface no geral é bastante clara e intuitiva, e a maioria dos usuários não deve ter problemas em descobrir como as mecânicas funcionam por conta própria.

Ginásios em Pokémon Go estão espalhados pelo mapa (Foto: Reprodução/Caio Fagundes) — Foto: TechTudo

Se nos games da franquia o foco estava nos combates, em Pokémon Go a premissa é outra. A ideia é se tornar um mestre Pokémon capturando o máximo de criaturas que você conseguir. Para isso, o jogador deve andar pela cidade para achar os monstrinhos. Você também pode encontrar Pokéstops – que dão itens ao jogador – e ginásios – local onde ocorrem as batalhas – espalhados pelo mapa.

As batalhas ainda existem, mas são muito simplificadas. As variáveis são poucas e o sistema de RPG em turnos foi jogado de lado. Os duelos consistem em apertar a tela e não são muito interativos. É possível se divertir com os combates, mas eles são secundários no jogo e cansam rapidamente. Mais uma vez, o foco aqui é colecionar, não lutar. 

A ideia é justamente sair de casa e se aventurar. Embora andar por aí apontando a câmera do seu celular possa ser um pouco perigoso, a ideia de fazer os jogadores aproveitarem melhor a cidade é excelente. Os Pokéstops, por exemplo, ficam localizados em pontos interessantes da cidade, que podem ir de grandes monumentos até uma pequena fonte ou quadra de futebol. Além disso, há uma mecânica de ovos que força o jogador a se exercitar, já que em alguns deles é preciso andar 10 quilômetros para chocar o ovo. A premissa é excelente e renova uma franquia que parecia esgotada.

Pokémon Go tem estimula o jogador a andar pela cidade (Foto: Reprodução/Caio Fagundes) — Foto: TechTudo

Pokémon cumpre com as expectativas elevadas e o resultado é bastante divertido. Não espere um jogo com história, desenvolvimento de personagens ou batalhas complexas. O importante no jogo é aproveitar a cidade e alimentar aquele espirito colecionador dentro de cada um, e fazer isso usando os Pokémon que marcaram a nossa infância é o suficiente para render o download.

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