Por Filipe Garrett, para o TechTudo


A fabricante de placas-mãe ASRock adiantou a informação que confirma que a oitava geração de processadores da Intel vai exigir novas placas-mãe já que os novos processadores não usarão os soquetes atuais, usados por sexta e sétima gerações.

Caso a notícia se confirme no lançamento oficial da arquitetura Coffee Lake da Intel, os consumidores interessados em investir na nova geração terão de abrir mais ainda o bolso, separando dinheiro para novos processadores e placas.

Nova linha de processadores da Intel vai exigir que consumidor invista em placas-mãe novas — Foto: Divulgação/Intel Nova linha de processadores da Intel vai exigir que consumidor invista em placas-mãe novas — Foto: Divulgação/Intel

Nova linha de processadores da Intel vai exigir que consumidor invista em placas-mãe novas — Foto: Divulgação/Intel

A ASRock soltou a informação via Twitter, respondendo às dúvidas de um consumidor interessado em saber sobre a nova geração de placas desenvolvidas para os novos processadores.

A notícia é ruim e surpreende, já que processadores de sexta e sétima gerações, também com os mesmos 14 nanômetros a serem usados na oitava, compartilham as mesmas placas-mãe.

Com a necessidade de adquirir novas placas para novos processadores, o consumidor pode acabar tendo mais razões para considerar os produtos da AMD. A rival da Intel tem se comprometido a suportar a plataforma AM4 e seu soquete universal até 2020.

Vale lembrar que a mudança de soquetes entre gerações de processadores pode ser mais do que uma estratégia comercial para forçar a venda de placas (a Intel também ganha dinheiro com o emprego de seus chipsets nos novos modelos). O soquete, ponto de contato elétrico entre placa e processador, é desenvolvido de forma a considerar especificações elétricas, térmicas e lógicas da operação das CPUs e esses aspectos técnicos podem variar bastante de arquitetura para arquitetura, forçando a necessidade de novos designs.

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