Greve dos caminhoneiros tem apoio na web; 52% dos comentários são positivos

Mulheres são as mais engajadas sobre o assunto, com 55,5% das postagens

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Por Eduardo Manhães, da Redação

A greve dos caminhoneiros, que acontece no Brasil desde a última segunda-feira (21), tem encontrado apoio na Internet. Cerca de 52,2% dos comentários sobre o assunto nas redes sociais são positivos. Apenas 10% das postagens são negativas e as demais se dividem entre notícias, piadas, entre outros temas.

Os dados são de um levantamento do Torabit, sistema de monitoramento e gestão digital, divulgado nesta sexta-feira (25). A pesquisa levou em consideração menções sobre os protestos no Twitter, Instagram, Facebook e YouTube, além de sites e blogs abertos.

Nuvem de palavras mostra os termos mais usados nas redes sociais (Foto: Divulgação/Torabit) Nuvem de palavras mostra os termos mais usados nas redes sociais (Foto: Divulgação/Torabit)

Nuvem de palavras mostra os termos mais usados nas redes sociais (Foto: Divulgação/Torabit)

Ao analisar todas as publicações, o levantamento identificou que mais da metade das pessoas demonstraram apoio explícito (53,4%) à greve, frente aos 4,5% totalmente contrários ao protesto. As outras abordagens se dividem em piadas (27,2%), notícias (8,4%) e casos do cotidiano (6,5%).

O Rio de Janeiro é o estado que mais fala sobre o assunto, com 27,1% do total de menções na web, seguido por São Paulo (19,6%), Minas Gerais (10,1%), Rio Grande do Sul (5,4%) e Paraná (5,3%). As mulheres lideram as opiniões: representam 55,5% dos comentários nas redes sociais, contra 44,5% dos homens.

Para se expressar sobre a questão, os brasileiros usaram as hashtags #grevedoscaminhoneiros e #euapoioagrevedoscaminhoneiros. O segundo termo alcançou os Trending Topics mundiais do Twitter, seção da plataforma que lista os assuntos mais comentados no mundo. Na análise do Torabit foram consideradas 133.284 menções sobre o tema nos dias 24 e 25 de maio de 2018.

Sobre a greve

O movimento dos caminhoneiros em todo país reivindica a remoção dos impostos do diesel e a isenção da Cide (Contribuição de Intervenção no Domínio Econômico) para reduzir os preços do combustível.

A paralisação afeta o abastecimento de gasolina e diesel nos postos de saúde, assim como serviços de saúde, transporte, alimentação e aeroportos. Preocupados com a situação, o número de buscas sobre o tema no Google aumentou 256% nas duas últimas semanas.

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