Por Filipe Garrett, para o TechTudo


A Rolls-Royce revelou, neste domingo (15), planos de lançar táxis voadores de propulsão híbrida, nas linhas do uberAIR e do projeto que envolve Audi e Airbus. Embora descrito como veículo voador para cidades supercongestionadas, a fabricante afirma que a iniciativa pode ser adaptada para outros tipos de uso, como em operações militares, de resgate e até mesmo como carro particular.

O táxi voador teria capacidade de carregar entre quatro ou cinco passageiros, poderia atingir 400 km/h e cobrir uma distância de até 800 km com uma carga completa. De acordo com a Rolls-Royce, o veículo, que ainda é um conceito e não tem nome, pode ter produção iniciada em 2020.

Veículo híbrido usa eletricidade para voar mas precisa de turbina à querosene para recarregar — Foto: Divulgação/Rolls-Royce Veículo híbrido usa eletricidade para voar mas precisa de turbina à querosene para recarregar — Foto: Divulgação/Rolls-Royce

Veículo híbrido usa eletricidade para voar mas precisa de turbina à querosene para recarregar — Foto: Divulgação/Rolls-Royce

O veículo teria propulsão elétrica e capacidade de decolagem vertical (ou, na sigla, EVTOL) – característica que o faz semelhante ao BlackFly, outro carro voador que dispensa pista. Não exigir uma longa pista de decolagem para alçar voo é uma vantagem importante, já que dispensa as longas áreas exigidas por aviões para sair do chão.

Outra vantagem do design é o fato de que as asas podem ser rotacionadas para diminuir a envergadura da máquina. Isso permite pousos e decolagens em áreas mais apertadas.

Asas podem mudar de posição para facilitar decolagens e pousos em áreas apertadas — Foto: Divulgação/Rolls-Royce Asas podem mudar de posição para facilitar decolagens e pousos em áreas apertadas — Foto: Divulgação/Rolls-Royce

Asas podem mudar de posição para facilitar decolagens e pousos em áreas apertadas — Foto: Divulgação/Rolls-Royce

Embora use eletricidade para operar, o veículo depende de turbinas usadas em helicópteros e fabricadas pela própria Rolls-Royce para gerar essa energia para os seis motores elétricos. Na prática, isso significa que o táxi voador precisará de combustível fóssil para funcionar – o que dá a vantagem de dispensar longos períodos de recarga na tomada.

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