Por Luiz Felipe Lima, para o TechTudo — Rio de Janeiro

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O Nuke é um dos cenários competitivos de Counter-Strike: Global Offensive (CS:GO), ao lado de Dust2, Mirage, Inferno, Overpass, Cache e Train. Por serem diferentes entre si, cada mapa possui seus próprios lugares de vantagem, que permitem um posicionamento tático mais eficiente. O mapa Nuke, apesar de ser um dos mais tradicionais da história do Counter-Strike, já sofreu algumas grandes mudanças.

Confira os principais nomes do mapa Nuke, de CS:GO — Foto: Reprodução/Arte Luiz Felipe Lima Confira os principais nomes do mapa Nuke, de CS:GO — Foto: Reprodução/Arte Luiz Felipe Lima

Confira os principais nomes do mapa Nuke, de CS:GO — Foto: Reprodução/Arte Luiz Felipe Lima

A principal mudança enfrentada pelo Nuke aconteceu durante o evento Operation Wildfire, em 2016, quando o cenário foi atualizado graficamente e sofreu algumas mudanças pontuais de posicionamento. Porém, em fevereiro de 2018 o mapa recebeu uma nova atualização que, mais uma vez, ajustou lugares do mapa e retirou locais importantes, como o Pardal.

A história do mapa Nuke vem desde os primórdios do Counter-Strike, estando presente na versão original do jogo, em Counter-Strike: Source e também em CS:GO. Vale ressaltar, contudo, que o mapa tem recebido mudanças com uma surpreendente constância - ele foi retirado do map pool competitivo em 2015, retornou em dezembro de 2016 após sofrer uma reformulação completa e, em fevereiro deste ano, sofreu novos ajustes, como a remoção da região do Pardal.

Apesar de não ser um mapa que aparece muito nas filas ranqueadas de CS:GO, Nuke é um mapa muito importante no cenário profissional, sendo escolha constante de times como Team Liquid e Astralis. Curiosamente, Nuke tem sido um veto constante da line-up brasileira que atualmente defende a MiBR e já defendeu a SK Gaming.

Um dos problemas mais comuns relacionados à Nuke diz respeito ao som do mapa. Um exemplo claro foi no Round 6 entre a Astralis e a Team Liquid na final da ELEAGUE Premier 2018: no lado TR e com apenas um único jogador vivo, a Astralis plantou a bomba no bombsite A, mas os dois jogadores da Team Liquid rotacionaram em direção ao bombsite B. Ao perceberem o erro, tentaram retornar ao bombsite A através do duto e acabaram sendo facilmente eliminados, entregando o ponto para os dinamarqueses.

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