Por Diego Borges, da Redação

email facebook googleplus pinterest twitter whatsapp

Mônica e a Guarda dos Coelhos é o novo game para PS4, Nintendo Switch e PC (Steam) baseado nos quadrinhos mais famosos do Brasil. O game traz a Turma do Limoeiro em batalhas contra criaturas invasoras, onde é preciso agir em grupo para proteger seu castelo. O TechTudo teve a oportunidade de testar o game em primeira mão, confira o nosso hands on:

Juntando a turminha

Quando associamos Turma da Mônica com games, inevitavelmente surge na lembrança o clássico da geração 8 e 16 bits: Mônica na Caverna do Dragão. Mas, engana-se que o novo jogo remete ao passado. Pelo contrário, ele busca uma independência que no fim das contas agrada.

Mônica e a Guarda dos Coelhos — Foto: Divulgação Mônica e a Guarda dos Coelhos — Foto: Divulgação

Mônica e a Guarda dos Coelhos — Foto: Divulgação

E por mais que seu visual pixelado seja mais um fator de comparação, é na jogabilidade que a diferença começa a dar as caras. Mônica e a Guarda dos Coelhos é um game no estilo Tower Defense, no qual jogadores precisam defender uma determinada base ou área contra ondas de invasores.

Se a mecânica na teoria já parece divertida, na prática ela se mostra ainda mais agradável. Na versão que tive a oportunidade de testar, era possível controlar até quatro personagens: Mônica, Cebolinha, Cascão e Magali. Juntos, eles precisam deter a ameaça de criaturinhas que pretendem tomar posse do castelo.

Para isso, é preciso utilizar o famoso Sansão e seus "irmãos": Dalila e Hércules. Cada um deles possui um tipo de poder. Enquanto o coelho da Mônica é o responsável por eliminar os seres, os outros os paralisam e atordoam. E, para criar cada um deles, é preciso reunir materiais antes de esculpir os orelhudos - que posteriormente serão arremessados por canhões.

Mônica e a Guarda dos Coelhos — Foto: Divulgação Mônica e a Guarda dos Coelhos — Foto: Divulgação

Mônica e a Guarda dos Coelhos — Foto: Divulgação

Sendo assim, dividimos as funções dentro do castelo. Enquanto um personagem era responsável por fornecer a matéria-prima - pólvora e pedra - outro cumpria o papel de montar os coelhos enquanto eu e mais um abastecíamos e disparávamos os canhões. A cada fase a dificuldade aumentava, com obstáculos dentro do próprio castelo. Em uma delas, era preciso controlar uma alavanca que só permitia pegar um tipo de material de cada vez.

Uma cara mais "leve"

Em relação aos gráficos, esse quesito pode dividir muitas opiniões. Ao contrário de grandes blockbuster que focam em um realismo visual, Mônica e a Guarda dos Coelhos é um jogo que traz uma pegada muito mais simples. Dessa forma, os gráficos pixelados fazem sentido com a premissa do game, que busca ser "leve" ao ponto de rodar nos mais simples PCs e Macs, e ao mesmo tempo em consoles como PS4 e Nintendo Switch.

Mônica e a Guarda dos Coelhos — Foto: Divulgação Mônica e a Guarda dos Coelhos — Foto: Divulgação

Mônica e a Guarda dos Coelhos — Foto: Divulgação

A única crítica fica por conta do tamanho dos personagens que, particularmente, achei pequeno demais. Como a composição dos mesmos mantém um formato pixelado, quando a movimentação do game começa a ficar mais intensa, em muitos momentos, eles aparentam ser mais pontos coloridos do que uma versão digital da turminha.

Vale a pena?

Se o intuito da produtora Mad Mimic era criar um jogo para reunir a família, a estratégia deu certo, pois mesmo que o game tenha suporte para apenas um jogador, a diversão cooperativa é o grande atrativo. Mal posso esperar para conferir o jogo completo, que trará mais detalhes da história, novos personagens e muito mais fases. Mônica e a Guarda dos Coelhos tem tudo para ser a volta triunfal dos personagens mais queridos do Brasil.

MAIS DO TechTudo