Por Paulo Alves, para o TechTudo


Lançado em maio de 2018, o Galaxy J4 é um celular básico da Samsung voltado a usuários menos exigentes. Vendido originalmente por preços que variavam entre R$ 850 e R$ 1.000, o smartphone baixou de preço nos últimos meses e já é comercializado na casa de R$ 700. O modelo conta com Android 8.0 (Oreo) e tela Super AMOLED. As características parecem ter sido suficientes para atrair o consumidor da Black Friday: segundo o Google, o smartphone é um dos mais buscados na data.

No entanto, é preciso ter atenção às especificações. Por se tratar de um dispositivo de entrada, o J4 não é voltado para perfis de uso mais avançados. Confira pontos fortes e fracos do celular antes de decidir pela compra.

PONTOS POSITIVOS

1. Tela de 5,5 polegadas Super AMOLED

O Galaxy J4 é mais um celular da Samsung com display Super Amoled, tecnologia que oferece mais contraste e cores mais fortes se comparado ao LCD encontrado em rivais na mesma faixa de preço. Por isso, apesar da resolução HD não ser considerada alta, a experiência de uso tende a ser agradável ao assistir a filmes e séries, assim como visualizar imagens nas redes sociais. O tamanho de 5,5 polegadas também pode ser uma vantagem para assistir a vídeos no YouTube.

Samsung Galaxy J4 tem display com tecnologia Super Amoled — Foto: Divulgação / Samsung Samsung Galaxy J4 tem display com tecnologia Super Amoled — Foto: Divulgação / Samsung

Samsung Galaxy J4 tem display com tecnologia Super Amoled — Foto: Divulgação / Samsung

2. Flash com três níveis de intensidade

Na câmera frontal, o Galaxy J4 conta com um flash avançado que permite ajuste em três níveis diferentes. O recurso traz a vantagem prática de evitar selfies estouradas, comuns quando o flash age com a mesma intensidade em qualquer ambiente, deixando as fotos claras demais. Dessa maneira, dependendo do local e da aproximação do rosto, é possível configurar uma luminosidade mais ou menos forte para o LED frontal.

Galaxy J4 tem flash frontal que não estoura selfies — Foto: Divulgação/Samsung Galaxy J4 tem flash frontal que não estoura selfies — Foto: Divulgação/Samsung

Galaxy J4 tem flash frontal que não estoura selfies — Foto: Divulgação/Samsung

3. Android 8 com recursos de modelos remium

Apesar de ser um celular básico, o Galaxy J4 traz alguns dos mesmos recursos de software encontrados em modelos mais caros da Samsung. Rodando Android 8.0 de fábrica, o smartphone oferece as funções Dual Messenger para abrir dois WhatsApp ao mesmo tempo, Pasta Segura para guardar arquivos sigilosos e multitarefa com dois aplicativos abertos ao mesmo tempo.

PONTOS NEGATIVOS

1. Pouco armazenamento

O Galaxy J4 não oferece muito espaço para guardar fotos, vídeos e músicas. Na versão de 32 GB, o aparelho tende a acusar memória cheia após alguns meses de uso, especialmente se você recebe muita mídia no WhatsApp. Já na variante 16 GB o problema é maior: com cerca de 10 GB livres para uso, o celular fica com vida útil ainda mais reduzida, impedindo o download de novos apps da Google Play com pouco tempo de utilização.

Galaxy J4 tem quatro opções de cores, corpo em plástico e design mais conservador — Foto: Divulgação/Samsung Galaxy J4 tem quatro opções de cores, corpo em plástico e design mais conservador — Foto: Divulgação/Samsung

Galaxy J4 tem quatro opções de cores, corpo em plástico e design mais conservador — Foto: Divulgação/Samsung

2. Não é recomendado para jogos

O celular da Samsung tem ficha técnica modesta, com processador quad-core de 1,4 GHz capaz de rodar com eficiência apenas apps simples, como redes sociais, e-mail e mensagens. Os 2 GB de memória RAM também não ajudam, limitando o telefone a tarefas simples e dificultando a abertura de dois apps ao mesmo tempo na tela sem apresentar engasgos. Por conta dessas características, o celular também não é indicado para quem deseja jogar os games com gráficos mais potentes.

3. Não tem leitor de digitais nem de luminosidade

Atualmente, boa parte dos concorrentes na faixa dos R$ 700 contam com biometria, mas esse não é o caso do Galaxy J4. O modelo de entrada da Samsung traz botão físico na parte frontal sem leitor de digitais, o que obriga o usuário a digitar senha ou desenhar padrão sempre que precisar desbloquear.

Além disso, o aparelho deixa de lado o sensor de luminosidade, que é tão comum em telefones rivais. Com isso, é preciso ajustar o brilho da tela sempre manualmente, conforme a iluminação ambiente.

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