Por Taysa Coelho, para o TechTudo


Os recém-lançados iPhone XR e iPhone XS, bem como o iPhone 8, passaram por redução de preço entre 15% e 22% na China. A decisão tem a ver com a recente carta divulgada pelo CEO Tim Cook alertando que a Apple não conseguirá cumprir as metas para o atual trimestre fiscal, em especial devido às vendas fracas no principal país asiático, onde a gigante da tecnologia parece vivenciar uma crise. Desde então, a empresa cortou os valores dos aparelhos para varejistas, e agora o desconto chega ao consumidor final.

iPhone XS Max teve o preço reduzido na China — Foto: Bruno De Blasi/TechTudo iPhone XS Max teve o preço reduzido na China — Foto: Bruno De Blasi/TechTudo

iPhone XS Max teve o preço reduzido na China — Foto: Bruno De Blasi/TechTudo

De acordo com o site especializado Phone Arena, o iPhone 8 foi o modelo com maior queda de preço, passando de 5.099 yuans (cerca de R$ 2.807 pelo câmbio do dia) para 3.999 yuans (R$ 2.202), enquanto o novo iPhone XR foi de 6.499 yuans (R$ 3.578) para 5.399 yuans (R$ 2.972). A emissora CNBC, dos Estados Unidos, informou que o modelo mais poderoso de todos, o iPhone XS Max, é encontrado por 9.699 yuans (R$ 5.340), enquanto o preço inicial era de 10.999 yuans (R$ 6.055) pela edição com armazenamento de 256 GB.

Novos preços Apple na China

Aparelho Preço antigo Preço atual
iPhone 8 5.099 yuans (R$ 2.807) 3.999 yuans (R$ 2.202)
iPhone XR 6.499 yuans (R$ 3.578) 5.399 yuans (R$ 2.972)
iPhone XS Max 10.999 yuans (R$ 6.055) 9.699 yuans (R$ 5.340)

Vale lembrar que desde o final de 2018, a Apple vem encontrando resistência no mercado chinês. Primeiramente, em dezembro a companhia foi proibida por lei de vender alguns de seus aparelhos no país após uma ação movida pela Qualcomm.

Pouco depois, teve início um boicote aos produtos da marca por parte de empresas locais, que deram incentivos a seus funcionários para comprarem smartphones da conterrânea Huawei.

Algumas companhias até mesmo proibiram que os empregados usassem celulares da Apple. O movimento teria se iniciado depois que o governo dos Estados Unidos baniu o uso dos smartphones produzidos pela marca chinesa por parte de funcionários da comunidade de inteligência, o que inclui FBI e NSA.

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