Por Filipe Garrett, para o TechTudo


O irlandês Conor Freeman, de 20 anos, pode encarar mais de cem anos de prisão por crimes de fraude e roubo de criptomoedas. A ação criminosa teria ocorrido a partir de técnicas de clonagem de celular. Atualmente o caso está na Justiça dos Estados Unidos. Caso o suspeito e outros integrantes de um grupo sejam condenados, poderão cumprir penas que somam mais de 200 anos de cadeia. O prejuízo chega à casa de US$ 2,4 milhões (cerca de R$ 9,5 milhões em conversão direta).

Clonador de celular pode pegar mais de cem anos de prisão nos EUA; prejuízo chega a US$ 2,4 milhões — Foto: Thássius Veloso / TechTudo Clonador de celular pode pegar mais de cem anos de prisão nos EUA; prejuízo chega a US$ 2,4 milhões — Foto: Thássius Veloso / TechTudo

Clonador de celular pode pegar mais de cem anos de prisão nos EUA; prejuízo chega a US$ 2,4 milhões — Foto: Thássius Veloso / TechTudo

A ação dos criminosos dependeu da participação de alguns funcionários de operadoras de celular. Jarratt White, Robert Jack e Fendley Joseph teriam auxiliado o grupo na prática da clonagem, que consiste em transferir as informações do telefone de um chip para outro, o que permite acesso irrestrito à linha, como se fosse o usuário legítimo. As informações são do portal The Next Web.

Isto teria permitido que os criminosos clonassem sete linhas, o que permite alterar senhas e acessar contas na internet, mesmo que o usuário tenha a opção de verificação em duas etapas (2FA) ativada.

Ataques do gênero vêm ganhando força nos últimos tempos. Recentemente, o hacker Joel Ortiz, estudante universitário de 20 anos, pegou dez anos de prisão após roubar mais de US$ 5 milhões em criptomoedas de 40 vítimas.

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