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Por Paulo Alves, para o TechTudo


O Redmi Note 7 é um celular intermediário apresentado pela Xiaomi no Brasil em maio. Uma das apostas da empresa no retorno ao país, ele alcançou, já no mês seguinte, posição de destaque em um levantamento do Buscapé: segundo o comparador de preços, o smartphone foi um dos mais procurados na Internet em junho. O preço no site oficial é de R$ 1.999.

Entre os atrativos da ficha técnica está a câmera de 48 megapixels e bateria de 4.000 mAh. Conheça, a seguir, tudo o que você precisa saber sobre o lançamento chinês.

Conheça pontos positivos e negativos do Xiaomi Redmi Note 7 — Foto: Divulgação/Xiaomi

PONTOS POSITIVOS

1. Câmera de 48 megapixels

O Redmi Note 7 é o primeiro da linha a trazer câmera dupla com sensor principal de 48 megapixels. Compatível com a tecnologia Super Pixel, ele promete alto nível de detalhes em fotos capturando uma quantidade maior de luz do ambiente, o que tende a incrementar a qualidade da imagem. Dessa forma, a câmera gera arquivos de 12 megapixels.

Há ainda um sensor auxiliar de 5 megapixels responsável pelo desfoque de fundo no Modo Retrato. O celular possui câmera frontal de 13 megapixels para selfies.

Redmi Note 7 traz câmera de 48 megapixels da Sony — Foto: Divulgação/Xiaomi

2. Design

O design do Redmi Note 7 se assemelha ao de modelos premium de outras marcas. Ele traz acabamento em degradê nas cores preto ou azul. Além disso, a tela de 6,3 polegadas ocupa uma porção considerável da parte da frente, reduzindo as bordas especialmente nas laterais. No topo, o display conta com notch em forma de gota. O celular também traz porta dedicada para fones de ouvido.

3. Bateria grande

A bateria de 4.000 mAh é um dos pontos altos do smartphone. Com essa capacidade, o telefone não deverá ter problemas para passar o dia inteiro de trabalho longe da tomada.

Redmi Note 7 tem tela com notch de gota e bateria de 4.000 mAh — Foto: Divulgação/Xiaomi

PONTOS NEGATIVOS

1. Câmera com desnível na traseira

O sensor grande de 48 megapixels traz um defeito estético: na parte traseira, o módulo fotográfico fica desnivelado em relação ao restante do corpo, tal como acontece com o iPhone XS e Moto G7. Essa característica tende a dificultar o uso do telefone sobre a mesa, já que toques na tela podem, facilmente, mover o aparelho.

2. Processador antigo

Apesar de oferecer bom desempenho para a faixa dos intermediários, o processador Snapdragon 660 que vem no hardware do Redmi Note 7 é relativamente antigo. Fabricado em 2017, o chip não é compatível, por exemplo, com evoluções na reprodução de gráficos e outras tecnologias que ajudam a acelerar o carregamento de páginas da internet.

Além disso, a arquitetura do componente não é tão avançada quanto a do Exynos 9609: presente no Motorola One Vision, esse chip da Samsung é construído com litografia de 10 nanômetros que tende a favorecer um consumo mais econômico de energia.

Xiaomi Redmi Note 7 tem desnível grande no módulo de câmera e vem com processador de 2017 — Foto: Divulgação/Xiaomi

3. Muitos apps instalados de fábrica

O Redmi Note 7 vem com Android 9 (Pie) e interface MIUI 10, conhecida pela vasta oferta de recursos extras no software. No entanto, essas funções estão disponíveis na forma de aplicativos da Xiaomi que vem pré-instalados no sistema e, na maioria das vezes, não podem ser removidos. O armazenamento nominal de 64 GB, na prática, fica menor por conta do espaço que não pode ser recuperado e está indisponível para uso livre.

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Via Xiaomi

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