Placas

Por Fernando Sousa, para o TechTudo


A GTX 1050, da Nvidia, é uma placa de vídeo de entrada que foi apresentada como uma solução de bom custo-benefício na hora de migrar para a geração 10 da linha GeForce. A GPU tem versões com 2 e 3 GB de memória dedicada, além da GTX 1050 Ti, mais poderosa e com VRAM de 4 GB.

Lançado em 2016, o modelo está disponível para comprar no Brasil por preços mais competitivos, sendo ainda bastante procurada pelos usuários brasileiros. Pensando nisso, o TechTudo reuniu alguns pontos positivos e negativos que precisam ser considerados antes de comprar a GeForce GTX 1050.

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GTX 1050 é uma das opções da Nvidia focada em custo-benefício — Foto: Divulgação/Nvidia GTX 1050 é uma das opções da Nvidia focada em custo-benefício — Foto: Divulgação/Nvidia

GTX 1050 é uma das opções da Nvidia focada em custo-benefício — Foto: Divulgação/Nvidia

Pontos positivos:

1. Facilmente encontrada no mercado brasileiro

Como toda placa de vídeo de entrada, a GTX 1050 é um modelo muito procurado no Brasil. Vale lembrar que o modelo é um dos mais utilizados em computadores mais básicos. Além de possuir um preço bastante competitivo em relação a outros produtos do segmento, o componente foi adotado praticamente como padrão em PCs vendidos já montados por lojas especializadas. A GPU normalmente é indicada para MOBAS e games competitivos mais leves.

2. Vários modelos de parceiras

Depois de tantos anos no mercado, a GTX 1050 já ganhou uma grande variedade de opções de fabricantes parceiras da Nvidia. O que permite ao usuário encontrar não só o modelo ideal para seu orçamento e gabinete, mas também diversas outras propostas de design.

Os modelos produzidos por marcas distintas podem ser mais ou menos compactos, podendo variar de acordo com o tipo de gabinete desejado, e também apresentar diferentes soluções térmicas. Algumas versões da GTX 1050 permitem overclock, por exemplo, o que é um diferencial para determinados tipos de uso.

Opção de tamanho compacto da GTX 1050 a torna ideal para computadores no padrão mini-ITX  — Foto: Viviane Werneck/TechTudo Opção de tamanho compacto da GTX 1050 a torna ideal para computadores no padrão mini-ITX  — Foto: Viviane Werneck/TechTudo

Opção de tamanho compacto da GTX 1050 a torna ideal para computadores no padrão mini-ITX — Foto: Viviane Werneck/TechTudo

3. Boa relação custo-benefício

Quando utilizada em computadores gamer de entrada, a GTX 1050 se mostra uma placa muito competente, sobretudo levando em conta o custo-benefício. Quem precisa de uma GPU para trabalhar em um monitor com resoluções até Full HD pode ter no modelo da Nvidia uma solução capaz de oferecer o desempenho exigido.

O longo tempo de mercado da placa também leva a frequentes promoções e ofertas. Afinal, além de ser um componente de uma geração passada, o modelo é oferecido no mercado brasileiro em diferentes versões.

4. Consumo de energia baixo

Por mais que seja capaz de rodar jogos modernos, a GTX 1050 faz parte do segmento de entrada. Isso significa que a placa tem uma exigência energética muito modesta e não exige uma fonte com conexão auxiliar de energia para GPU.

Segundo as informações da Nvidia, com uma fonte de apenas 300 Watts já é possível utilizar a GTX 1050, fazendo com que ela seja uma boa opção para melhorar os gráficos em computadores mais modestos.

Pontos negativos:

1. Pode deixar a desejar em diversas situações

Se você é um jogador mais exigente, saiba que a GTX 1050 não vai oferecer o melhor desempenho possível. Além de ser um modelo de geração anterior da fabricante, o componente conta com algumas especificações que podem comprometer um pouco o desempenho em jogos mais pesados.

O clock base e boost não são tão elevados, o tipo de memória não é o mais moderno e nem mesmo o suporte a VR está disponível. Diferente do que acontece na nova placa de entrada da Nvidia, a GTX 1650, que chega com especificações mais interessantes.

2. Pouca quantidade de VRAM

Os modelos de GTX 1050 podem ser encontrados em versões de 2 ou 4 GB GDDR5, além da GTX 1050 Ti, que conta com 4 GB de VRAM. Para os modelos padrão da GTX 1050, os volumes de VRAM são muito baixos para reproduzir títulos mais modernos, de modo que, em alguns games, se faz necessário abrir mão de texturas e filtros.

Diferente do modelo de 2 GB, a GTX 1050 de 3 GB não era uma placa muito utilizada em computadores vendidos já montados, deixando o posto de placa de entrada para a versão mais simples. Com menos VRAM disponível, o desempenho gráfico da versão deve ser ainda menor.

GTX 1050 tem performance suficiente para jogar alguns jogos modernos em Full HD — Foto: Divulgação/Gigabyte GTX 1050 tem performance suficiente para jogar alguns jogos modernos em Full HD — Foto: Divulgação/Gigabyte

GTX 1050 tem performance suficiente para jogar alguns jogos modernos em Full HD — Foto: Divulgação/Gigabyte

3. Opções de conexão limitadas

Outro ponto que pode incomodar quem optar pela placa de entrada é o número limitado de conexões para monitores ou mesmo telas que podem ser utilizadas simultaneamente. Além da conexão DVI, a maior parte das placas GTX 1050 traz apenas uma conexão HDMI, fazendo com que o usuário interessado em estender a tela, por exemplo, tenha que recorrer a modelos com custo mais elevado.

4. Preço elevado frente as concorrentes

Apesar de já ter sido substituída, a GTX 1050 ainda tem um preço elevado quando comparada a suas concorrentes. A placa de vídeo da Nvidia é encontrada no varejo online por um preço médio de R$ 600. Já sua concorrente direta, a AMD RX 460 de 2 GB, pode ser encontrada por valores a partir dos R$ 369. Outra opção é a versão de 4 GB da GPU da AMD, que tem preço médio de R$ 570.

Strix RX 460 traz opções com 4 GB e 2 GB de memória GDDR5  — Foto: Divulgação/Asus Strix RX 460 traz opções com 4 GB e 2 GB de memória GDDR5  — Foto: Divulgação/Asus

Strix RX 460 traz opções com 4 GB e 2 GB de memória GDDR5 — Foto: Divulgação/Asus

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