Celulares

Por Filipe Garrett, para o TechTudo


As novidades do iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max não se limitam à quantidade de câmeras, Apple A13 Bionic, entre outros recursos apresentados durante o evento de lançamento nos Estados Unidos. Os celulares da Apple de 2019 também contam com o chip U1, um componente que permite a troca de arquivos via AirDrop apenas apontando o smartphone para o destinatário. Tudo é possível graças ao uso de sinais de frequência de baixo alcance, latência e consumo de energia, características que permitem que dispositivos equipados com a plataforma estabeleçam comunicação entre si, desde que estejam fisicamente próximos.

Com iPhone 11, será possível tirar uma foto e compartilhar apenas apontando o celular para o destinatário — Foto: Thássius Veloso/TechTudo Com iPhone 11, será possível tirar uma foto e compartilhar apenas apontando o celular para o destinatário — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

Com iPhone 11, será possível tirar uma foto e compartilhar apenas apontando o celular para o destinatário — Foto: Thássius Veloso/TechTudo

O exemplo mais claro das possibilidades que o U1 promove para os futuros dispositivos da Apple está no novo compartilhamento de arquivos via AirDrop. Com o iPhone 11, você pode tirar uma selfie e compartilhá-la apenas direcionando o smartphone para o destinatário. Se ele estiver usando um celular equipado com componente, o arquivo será recebido imediatamente sem precisar ativar algum tipo de rede, realizar configurações de pareamento via Bluetooth ou consumir plano de dados.

Nas páginas do iPhone 11, a Apple adianta que isso tudo “é só o começo” da aplicação do U1 dentro de seus produtos. Como a troca de dados via sinal de rádio de alta frequência é útil para outros dispositivos – como futuros AirPods, relógios e outros dispositivos –, a tendência é que o componente se torne mais comum em futuros lançamentos, hoje mais restritos ao Bluetooth.

A associação do U1 com o Bluetooth não é casual, já que ambas são tecnologias de rede que usam sinais de rádio de alta frequência e baixo alcance. Entretanto, a ideia da Apple visa simplificar o uso da funcionalidade, já que, a princípio, você não precisaria se preocupar com procedimentos de pareamento e conexão.

Outra aplicação futura pode ser o chamado “Apple Tag”: descoberto em referências presentes no código das edições beta do iOS 13, o Apple Tag seria um pequeno dispositivo compatível com os sinais de banda ultra larga do U1 para ajudar o usuário a localizar chaves, carteira e qualquer outro objeto em linha com o que produtos da Tile vem fazendo por meio de Bluetooth nos últimos anos.

Mesmo o iPhone 11 conta com o U1 incluso — Foto: Reprodução/Apple Mesmo o iPhone 11 conta com o U1 incluso — Foto: Reprodução/Apple

Mesmo o iPhone 11 conta com o U1 incluso — Foto: Reprodução/Apple

iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max

O iPhone 11, iPhone 11 Pro e iPhone 11 Pro Max compõem a safra 2019 de celulares da Apple. Apresentados em setembro de 2019, os smartphones ganham não somente melhorias na ficha técnica, com o processador Apple A13 Bionic, mas, também, mais uma câmera em cada modelo. Além disso, a promessa é de que os telefones passem ao menos mais uma hora longe das tomadas, quando comparados com os seus antecessores.

Os telefones encontram-se em fase de encomendas nos Estados, cujo preço sugerido começa em US$ 699 (cerca de R$ 2.850 em conversão direta) para o iPhone 11, US$ 999 (R$ 4.080) para o iPhone 11 Pro e US$ 1.149 (R$ 4.700) para o iPhone 11 Pro Max. A expectativa é de que os celulares sejam lançados no Brasil até o fim do ano.

iPhone 11 em mãos: saiba preço e tudo sobre o lançamento da Apple de 2019

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