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Por Camila Iglesias, da redação


O Corinthians é um dos times finalistas da Season 3 da Free Fire Pro League Brasil 2019. A grande final do torneio da Garena acontece neste sábado (9), no Rio de Janeiro, onde 12 times disputam o prêmio de R$ 35 mil e por duas vagas no Mundial de Free Fire Battlegrounds. O torneio internacional também acontecerá na capital carioca, no dia 16 de novembro.

O Timão anunciou seu time do Battle Royale da Garena no início de outubro em parceria com a Immortals Gaming Club. A organização conta com os jogadores Samuel “Level Up 007” Lima, Bruno “Nobru” Goes, Carlos “Fixa” César, Douglas Pires e Genildo “Japa” André, e com os streamers Cerol e Weedzão. Em conversa com o TechTudo, players e influenciadores da equipe falaram sobre suas histórias com Free Fire, origem de seus nicks e inspirações nos esports. Conheça, a seguir, os jogadores do Corinthians.

Time de Free Fire do Corinthians — Foto: Divulgação/Corinthians Time de Free Fire do Corinthians — Foto: Divulgação/Corinthians

Time de Free Fire do Corinthians — Foto: Divulgação/Corinthians

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Nobru

Corinthians é o time do coração de Nobru — Foto: Divulgação/Corinthians Corinthians é o time do coração de Nobru — Foto: Divulgação/Corinthians

Corinthians é o time do coração de Nobru — Foto: Divulgação/Corinthians

Nobru sonhava em ser jogador de futebol quando conheceu o Free Fire, em 2018. Seu nick é uma troca de sílabas de Bruno, que o player mudou porque estava cansado da quantidade de nomes iguais ao dele nos servidores. Nobru foi chamado para o Timão pelos criadores da equipe e disse que não pensou duas vezes em aceitar o convite para jogar no seu time do coração. O paulista de 18 anos contou que o Battle Royale se tornou um refúgio que trouxe muitas alegrias e novas amizades. “Sempre estarei me empenhando e trabalhando para dar o meu melhor, não só por mim, não só pela minha família, mas sim por vocês que me acompanham e torcem por mim”, declara.

Fixa

Fixa tem 18 anos e é natural do Maranhão — Foto: Divulgação/Corinthians Fixa tem 18 anos e é natural do Maranhão — Foto: Divulgação/Corinthians

Fixa tem 18 anos e é natural do Maranhão — Foto: Divulgação/Corinthians

Fixa trabalhava com sua família quando um parente lhe apresentou o Free Fire no início do ano passado. O maranhense de 18 anos contou que jogava na STS e se destacava como capitão e shot-caller da equipe, o que despertou o o interesse do Corinthians. “Apesar de ter outras propostas, escolhi o Timão pois sabia do potencial do time” disse Fixa. Seu nick vem de uma gíria de sua cidade, uma forma de concordância. O jogador contou que seus pais nem sempre apoiaram sua carreira como pro player, mas ele decidiu continuar jogando e treinando até conseguir se sustentar e morar sozinho. “Hoje meus pais entendem a seriedade do meu trabalho e me apoiam. Agora só tenho a agradecer a todos os fans que me acompanham e aqueles que me apoiam. Tive que treinar muito, e enfim veio o resultado”, disse.

Level Up 007

Level Up 007 é streamer e pro player — Foto: Divulgação/Corinthians Level Up 007 é streamer e pro player — Foto: Divulgação/Corinthians

Level Up 007 é streamer e pro player — Foto: Divulgação/Corinthians

Baiano de 18 anos, Level Up conheceu o Battle Royale da Garena há dois anos. O jogador, que era estudante quando foi apresentado ao game, também jogava Mobile Legends por diversão e já ficou em primeiro lugar no ranking mundial com a personagem Miya. Seu nick foi inspirado na distribuidora de jogos online Level Up!.

Pires

Pires tinha o sonho de se tornar militar antes de conhecer o Free Fire — Foto: Divulgação/Corinthians Pires tinha o sonho de se tornar militar antes de conhecer o Free Fire — Foto: Divulgação/Corinthians

Pires tinha o sonho de se tornar militar antes de conhecer o Free Fire — Foto: Divulgação/Corinthians

Antes de se tornar pro player, Pires trabalhava com sua família e tinha como hobby fazer trilhas de moto. O mineiro de 18 anos contou que tinha o sonho de se tornar militar e que conhecer o Free Fire mudou sua vida. “O jogo me livrou de uma depressão, pois perdi meus pais e me sentia muito sozinho. Hoje tenho uma nova família que me ajuda bastante”, disse. O convite para o Timão veio junto com o companheiro Fixa, que Pires diz ser sua maior inspiração.

Japa

Japa, à esquerda, conheceu o Free Fire em 2018 — Foto: Divulgação/Corinthians Japa, à esquerda, conheceu o Free Fire em 2018 — Foto: Divulgação/Corinthians

Japa, à esquerda, conheceu o Free Fire em 2018 — Foto: Divulgação/Corinthians

Japa conheceu o Free Fire em 2018 porque todos seus amigos jogavam e ele não quis ficar de fora da novidade. O paraibano de 18 anos da cidade de Campina Grande foi chamado para o time do Corinthians por indicação dos amigos Nobru e Level Up, que eram seus companheiros na última temporada da Free Fire Pro League. O jogador conta que seu nick era “マタドール”, mas como outros players não entendiam, começaram a o chamar de Japa.

Weedzão

Weedzão conheceu o Free Fire há um ano e meio, quando estava desempregado e tinha o sonho de se tornar YouTuber. O capixaba de 24 anos tem uma história impressionante: já foi garçom e vendedor de sanduíches, e se dedicou ao Free Fire para mudar sua vida. O influenciador contou que sua maior inspiração é o streamer Tecnosh, e que ele procura continuar a mesma pessoa que era antes da fama. “Quero agradecer a todos vocês por estarem aqui comigo e acreditarem em mim, sou muito feliz pelo que tenho hoje e pelo que está por vir ainda. Prometo ser o mesmo sempre, independente do traje, nunca vou perder minha essência”, diz.

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Cerol

Cerol começou a jogar Free Fire para se aproximar dos seus amigos do futebol que falavam muito do jogo. O carioca de 26 anos contou que já havia ganhado dinheiro jogando Tibia, mas que conheceu o Battle Royale em uma época em que procurava estabilidade financeira. O jogador, que já trabalhou em posto de gasolina e como motorista de aplicativo, contou que deve o convite para entrar no Corinthians aos fãs que sempre acreditaram no seu trabalho. “Hoje as pessoas me admiram, mas nem sempre foi assim. No início da carreira foi bem difícil, pois até meus amigos faziam piadas por eu ter um canal no YouTube, mas nada disso nunca me abalou. Sempre fui dedicado, mantive a cabeça pra frente e fiz a minha parte”, declara Cerol.

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