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Por Camila Iglesias, da redação


Ariano "Kronos" Ferreira se tornou um dos jogadores de Free Fire Battlegrounds mais famosos no cenário internacional ao ganhar o título de MVP na World Cup em abril deste ano. O time do brasileiro na época, a a GPS Veteranos, ficou em sexto lugar na tabela final do Campeonato Mundial, mas Kronos recebeu a honra de ser eleito o melhor jogador do mundo do Battle Royale da Garena pelo seu desempenho individual na competição.

A segunda edição do Mundial de Free Fire de 2019 acontece neste sábado (16) no Rio de Janeiro e conta com 12 times de 11 regiões do planeta. A atual equipe de Kronos, Vivo Keyd, não se classificou para a disputa, e o Corinthians e a LOUD representarão o Brasil na competição. Em conversa com o TechTudo, Kronos comentou o que fez seu time ir bem na última World Cup e defendeu que os jogadores brasileiros têm tudo para vencer o torneio do próximo fim de semana em casa.

Kronos foi eleito MVP da Free Fire World Cup em abril — Foto: Murilo Tunholi/TechTudo Kronos foi eleito MVP da Free Fire World Cup em abril — Foto: Murilo Tunholi/TechTudo

Kronos foi eleito MVP da Free Fire World Cup em abril — Foto: Murilo Tunholi/TechTudo

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A equipe da GPS Veteranos conseguiu se classificar para a última Free Fire World Cup ao ficar em segundo lugar na primeira edição da FFPL de 2019. Com 3645 pontos, o time de Kronos apareceu logo abaixo da Tropa M3C, atual RED Canids Kalunga, que na época venceu a liga brasileira com 4345 pontos. “O que levou a gente pro Mundial foi estratégia, o time jogava com inteligência e evitava confrontos desnecessários no meio da partida. A gente tentava não morrer no começo e fazia de tudo para segurar as pontas até o final”, relembra.

No Mundial, os Golpistas tiveram boas atuações e chances de levar o título do campeonato, mas acabaram na sexta colocação. O campeonato, que aconteceu na Tailândia, foi vencido pela EVOS Capital, time da Indonésia. Kronos conta que ficou muito surpreso com a honra de ser eleito o melhor do mundo mesmo não tendo vencido o torneio. “Eu não esperava porque eu não sabia como que um jogador ganhava o MVP. Nosso time tinha muitas chances de ganhar o Mundial, mas por alguns vacilos infelizmente perdemos. Na hora da premiação, eu estava um pouco triste e os organizadores me chamaram para anunciar o MVP. Até hoje não caiu a ficha”, diz.

Kronos é atual jogador da Vivo Keyd — Foto: Reprodução/Free Fire Kronos é atual jogador da Vivo Keyd — Foto: Reprodução/Free Fire

Kronos é atual jogador da Vivo Keyd — Foto: Reprodução/Free Fire

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Logo depois que voltaram do torneio, o elenco do time recebeu a proposta de vestir a camisa da Vivo Keyd. A organização tradicional dos esports foi uma das primeiras a entrar no cenário do Battle Royale mobile. Já na segunda edição da FFPL, a equipe de Kronos repetiu a boa campanha e ficou novamente com o vice-campeonato no torneio, com 1735 pontos. A vencedora da Season 2 da Pro League foi a New X, atual paiN Gaming, com 2470 pontos.

Na terceira temporada da liga brasileira, que teve sua grande final no último sábado (9), a Vivo Keyd não conseguiu se classificar para o último dia de disputas. O grande vencedor foi o Corinthians, que garantiu a vaga no Mundial com 2470 pontos. A LOUD, vice-campeã, também carimbou seu passaporte para o torneio com 1745 pontos. Os dois times irão representar o país na competição internacional, disputando o título com outros 10 times de outras regiões do mundo.

Kronos afirma que o Brasil tem muitas vantagens em relação aos times de outros países, e acredita que a taça não sairá do território brasileiro. “Em questão de jogabilidade e mecânica, acho que os times do Brasil são muito melhores que as equipes lá de fora. Nos outros servidores as armas são atributadas e têm mais dano, então eles jogam com vantagem. Aqui, além da gente jogar sem atributo, procuramos evoluir de outras formas, como agora estamos fazendo com o 'puxadão de capa'”, explica.

O Mundial de Free Fire, ou FFWS, acontece neste sábado (16) a partir das 11h30 no Parque Olímpico do Rio de Janeiro. O torneio vai reunir os 12 melhores times do mundo e distribuir US$ 400 mil (R$ 1,6 milhões) em prêmios.

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