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Por LG

Divulgação/LG

O isolamento social provocado pela pandemia do novo coronavírus mudou a maneira como as pessoas desfrutam os momentos de lazer. Não por acaso, Sony, Microsoft e Nintendo têm batido recordes de vendas de consoles durante toda a pandemia, e PlayStation 5 e Xbox Series X, lançados em novembro, estão sumidos das prateleiras.

A verdade é que essa indústria vem deixando até suas rivais do setor de entretenimento, como música e cinema, no chinelo. Enquanto o setor de games deve gerar receitas na casa dos US$ 180 bilhões em 2021, os outros dois segmentos podem render, juntos, US$ 74 bilhões durante o próximo ano, segundo dados da Newzoo, consultoria especializada na indústria de games.

Nessa linha, além de consoles e jogos, o mercado afluente também deve crescer, e não é muito difícil projetar quais serão os setores. Um deles, sem dúvidas, é o de imagem. Até porque de pouco adianta ter um console de última geração se o seu televisor é defasado. Vão faltar processamento e detalhamento.

Pensando nisso, a gigante coreana LG decidiu ir ao encontro dessa demanda com sua nova linha de televisores NanoCell. São seis séries de TVs (duas delas 8K) preparadas para entregar os melhores gráficos e imagens: Nano 79 (disponível em 50”, 55”, 65” e 75”), Nano 81 (49”, 55” e 65”), NanoCell 86 (55” e 65”), NanoCell 90 (75” e 86”), NanoCell 95 8K (75”) e NanoCell 96 8K (65”). A linha NanoCell é a TV da LG para atender o mercado de TVs LED/LCD premium.

Tudo começa na transferência de dados, essencial no segmento. Parte da linha é equipada com o HDMI 2.1, que possui uma banda larga de 48 Gbps (nos modelos 8K), transmitindo uma quantidade de dados que chegam até 2,6 vezes que o tradicional HDMI 2.0. Isso proporciona uma rápida transferência de vídeos e áudios de alta qualidade sem restrições.

As NanoCell contam também com o sistema AMD FreeSync™, que age durante a gameplay para tornar a experiência mais suave, reduzindo travamentos e trepidações. Como esse mesmo protocolo também está instalado nos consoles, abre-se a possibilidade de uma troca de dados mais completa, para que nenhuma informação seja perdida.

O suporte à VRR (taxa de atualização variável, em português) oferecido pela LG é outra ajuda nesse sentido. Com ajuste dinâmico a partir do que ocorre nos jogos, o mecanismo trabalha para entregar imagens mais claras e suaves, com menos transições travadas, lags e instabilidades.

"Vale muito a pena para o consumidor que é gamer investir em televisores que têm esses protocolos", diz Pedro Valery, gerente de produtos da LG Brasil. "Isso porque os consoles mais recentes e as últimas placas de vídeos lançadas no mercado contam com HDMI 2.1 e/ou compatibilidade com G-Sync/freesync, assim, é possível reproduzir 4K em 120Hz com HDR, coisa que outros consoles e placas de vídeo mais antigas não conseguem."

Com a performance garantida, é preciso focar a qualidade da imagem, outro ponto alto do lançamento da LG. As nanopartículas, que dão nome à linha, são pequenas células de um nanômetro que ficam acopladas na tela e são responsáveis por tratar a imagem que chega à TV, garantindo que o produto final entregue as tonalidades mais fidedignas possível.

"As nanopartículas, posicionadas diretamente no painel, são capazes de absorver as cores impuras e filtrá-las para entregar tons cada vez mais próximos da realidade", Valery. "Estamos vendo exatamente aquilo que o produtor de conteúdo quis passar com cada imagem."

Os televisores oferecem, então, algo chamado WCG, ou ampla gama de cores em português. Para colocar em números, esses aparelhos conseguem reproduzir mais de 1 bilhão de cores. Isso esmaga a performance de um televisor normal, que tem a capacidade de ler míseros 16,7 milhões de tons. Além, é claro, da resolução 8K disponível.

Durante a jogatina, paleta e resolução são combinadas com o modo HGiG, desenvolvido pelo HDR Gaming Interest Group (entidade composta pelas principais empresas da indústria de games). Isso garante que os jogos sejam exibidos exatamente como os criadores pretendiam, sem nenhum tipo de saturação.

E para que não haja nenhum desconforto na visão, as NanoCell ainda vêm equipadas com um dispositivo chamado Eye Comfort, que funciona como um filtro, diminuindo quase pela metade a emissão de luz azul em seus aparelhos.

Quer saber mais sobre a NanoCell? Confira os dois primeiros conteúdos da série da LG e entenda sobre a tecnologia de 1 bilhão de cores e 8k

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