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Por LG

Divulgação/LG

Em meio à pandemia, este ano mostrou que poder sair é incrível, mas que também encontramos solução para quase tudo no conforto de casa. O mercado de trabalho, por exemplo, vive uma revolução. Tem muita empresa dizendo que nunca mais vai voltar para o escritório, decretando “home office eterno”.

Quem também se adaptou foi a indústria do entretenimento. Shows viraram lives e grandes estreias cinematográficas aconteceram diretamente no streaming, um dos setores que mais cresceram nos últimos anos. Não há dúvida de que os eventos presenciais vão voltar, mas também é claro que algumas mudanças vieram para ficar.

E foi apostando em trazer este conceito de “janela para o mundo” que a gigante coreana LG lançou em setembro sua nova linha de televisores NanoCell com tecnologia 8K. São seis séries de TVs que carregam a tecnologia de nanopartículas, revolucionária na reprodução de cores, além de uma resolução assustadora – no bom sentido.

São elas: Nano 79 (disponível em 50”, 55”, 65” e 75”), Nano 81 (49”, 55” e 65”), NanoCell 86 (55” e 65”) e NanoCell 90 (75” e 86”). E as joias da coroa, NanoCell 95 8K (75”) e NanoCell 96 8K (65”), que, como o próprio nome diz, são capazes de reproduzir imagens com resolução 8K Ultra HD. A linha NanoCell é a TV da LG para atender o mercado de TVs LED/LCD premium.

Parece muito, porque é mesmo. Vamos aos números: no espaço em que uma TV Full HD de 65 polegadas conta com 1 pixel, aparelhos 4K têm 4 e televisores 8K possuem 16 na mesma localidade. Ao todo, são 33 milhões de pixels trabalhando para tornar as imagens cada vez mais fidedignas.

“O 8K veio para trazer quatro vezes mais resolução do que um televisor 4K convencional”, diz Pedro Valery, gerente de produtos da LG Brasil. “A diferença de 4K para Full HD já foi grande, porque aumentou a densidade de pixels. Agora aumentamos ainda mais, alcançando um detalhamento muito maior de imagem.”

Se você quer um exemplo mais prático ainda, vamos analisar com que resolução Hollywood entrega os seus filmes: Pantera Negra, 3.4K; 1917, vencedor do Oscar de Melhor Fotografia em 2020, 4.5K; Parasita, a obra mais premiada do ano, 6.5K. Acho que deu para entender…

Mas não adianta, obviamente, ter só resolução de cinema. A beleza dessas produções está na complexidade das cores, nos contrastes, nos movimentos de câmera. Aspectos que as NanoCell buscam valorizar com uma série de tecnologias embarcadas no produto, a começar pela que dá o nome à linha.

Trata-se de pequenas células de 1 nanômetro (ou 0,000000001 metro) que ficam acopladas ao painel e têm a importantíssima missão de aprimorar a imagem que chega à TV, garantindo que o produto final mostre uma paleta de tonalidades extremamente fidedigna ao usuário.

“As nanopartículas, posicionadas diretamente no painel, são capazes de absorver as cores impuras e filtrá-las para entregar tons cada vez mais próximos da realidade”, diz Valery. “Estamos vendo pela TV exatamente aquilo que o produtor de conteúdo quis passar com cada imagem.”

Para entender melhor a importância do mecanismo, ilustramos com números. A linha oferece algo chamado WCG, ou ampla gama de cores em português. O que quer dizer que esses aparelhos conseguem reproduzir mais de 1 bilhão de cores, contra os 16,7 milhões de tons de um televisor comum.

Isso gera um volume de informações gigantesco que precisa de processamento imediato. E, pensando nisso, a LG trouxe a terceira geração dos processadores α (Alpha) 9 e 7 para analisar o conteúdo que está sendo exibido e realizar uma correção das configurações, a fim de acomodar o que está sendo visto.

“Uma tendência crescente é trazer produtos que avançam tanto na definição como na capacidade de processamento do televisor”, diz Valery. “No caso de α 9 e α 7, eles conseguem aprender os padrões de consumo do usuário e fazer configurações particulares em cada televisor.”

Como estamos equipando nossa sala de cinema caseira, é preciso ainda acertar o som e a iluminação do ambiente, certo? Errado. As NanoCell têm uma dupla da Dolby para resolver isso. O Vision IQ usa inteligência artificial para ajustar cor e contraste mediante a iluminação do local onde está o aparelho, enquanto o Atmos capricha no som para aumentar a sensação de imersão.

Ajuste fino: acionando o modo Filmmaker, o processador dos televisores desliga automaticamente o recurso de suavização de movimento para que a imagem não perca nenhum detalhe. Há também um painel IPS, que garante a consistência e superioridade de cores em diferentes ângulos de visão. Dá para vender a carga máxima de ingressos, inclusive a ponta do sofá.

Gamers também foram contemplados

Se entre uma sessão e outra os convidados quiserem jogar um Cyberpunk 2077, já sabem em que TV plugar. A nova geração de consoles, lançada em 2020, vai render muitos encontros de amigos, mas não trará nenhuma diferença para os jogadores se eles não tiverem televisores capazes de despejar os gráficos e as cores pensados pelos desenvolvedores dos jogos.

Isso é complementado com o sistema AMD FreeSync™, que age durante a gameplay para tornar a experiência mais suave, reduzindo travamentos e trepidações. Como esse mesmo protocolo também está instalado nos consoles, abre-se a possibilidade de uma troca de informações mais completa, para que nenhuma informação seja perdida.

Casa inteligente

Voltando ao tema estar em casa no ano de 2020, o conceito de internet das coisas, e principalmente suas aplicações domésticas, cresceu muito este ano. Prova disso é que, durante o Prime Day da Amazon, assistentes virtuais e lâmpadas inteligentes foram alguns dos produtos mais vendidos.

Não por acaso, a linha NanoCell possui integração com vários desses produtos, como Alexa, da Amazon, e Google Assistente. E, mais do que isso, tem sua própria ferramenta, a ThinQ AI, que possibilita comandos de voz. “Cada dia que passa, o televisor vai assumindo mais seu papel como hub de controle da sua casa inteligente”, completa Valery. Quer saber mais sobre a linha de nanopartículas? Confira o primeiro conteúdo da série da LG e entenda sobre a tecnologia de 1 bilhão de cores.

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