Celular

Por Filipe Garrett, para o TechTudo

Divulgação/Xiaomi

O Redmi Note 10 (Xiaomi) alcançou a marca de 2 milhões de unidades vendidas na Índia desde o lançamento da linha, em março deste ano. A série, que é formada por Note 10, Note 10 Pro e Note 10 Pro Max, além do Note 10S que apareceu em março, tem como destaques a câmera quádrupla, a tela Super AMOLED Full HD+ (120 Hz) e a bateria de pelo menos 5.000 mAh.

O grande sucesso do trio no mercado indiano não é isolado: a série chegou à China na semana passada e registrou 500 mil aparelhos vendidos em uma hora. Em totais, as várias gerações do Redmi Note já passaram da casa de 200 milhões de telefones vendidos mundo afora.

Redmi Note 10 repete sucesso de mercado das famílias Redmi Note anteriores — Foto: Divulgação/Xiaomi

O que também não é novidade é o bom desempenho de mercado dos aparelhos Redmi Note. Em maio, a Xiaomi chegou a reconhecer o grande sucesso da linha Note 8 que, lançada no Brasil em novembro de 2019, já soma mais de 25 milhões de celulares comercializados em todo mundo. Para celebrar a marca, uma edição especial do smartphone foi anunciada.

Já em relação aos aparelhos atuais da família Note, há pouca diferença entre os quatro vendidos na Índia. O Redmi Note 10 e Note 10S são os mais simples com um pacote de especificações técnicas que conta com tela de 6,4 polegadas de 60 Hz, processador MediaTek Helio G95 no 10S e Snapdragon 678 da Qualcomm no Note 10; além de quatro câmeras (48, 8, 2 e 2 MP para o Note 10 e 64, 8, 2 e 2 MP para o 10S) e sensor de selfies de 13 MP.

Para memória RAM, o Note 10 vem com 4 ou 6 GB, enquanto que o Note 10S soma 6 ou 8 GB. Já as especificações de armazenamento e bateria são iguais, variando em versões de 64 ou 128 GB, sempre com slot para cartão microSD, e suprimento de energia por conta de uma bateria de 5.000 mAh.

Um degrau acima fica o Redmi Note 10 Pro, que tem tela um pouco maior a 6,6 polegadas e que, ao contrário do aparelho mais simples, oferece suporte a 120 Hz. O modelo é equipado também com um octa-core, o Snapdragon 732G, superior ao processador usado no Redmi Note 10.

Redmi Note 10S chegou depois, em maio, com câmera um pouco melhor do que o Note 10 — Foto: Divulgação/Xiaomi

Outra diferença que dá ao modelo Pro um perfil mais premium diz respeito ao conjunto de câmeras, que se divide em quatro sensores e lentes com resoluções de 64 MP, 8 MP, 5 MP e 2 MP (há ainda sensor de 16 MP para selfies). São 6 GB ou 8 GB de memória RAM em opções com 64 ou 128 GB de espaço para dados.

Por fim, o Pro Max é o mais completo do trio. Com a mesma tela, processador, RAM e opções de espaço do Pro, a versão Max acaba diferindo mesmo nas câmeras: no quarteto, sai o sensor de 64 MP e entra uma lente principal de 108 MP no conjunto que, no resto, é o mesmo. Em termos de bateria, o são 5.020 mAh.

Com informações de GSM Arena

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