Celular
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Por Pedro Cardoso, para o TechTudo

Divulgação/Nokia

A HMD Global, dona da Nokia, anunciou recentemente que irá seguir os passos de outras gigantes da tecnologia e interromperá a exportação de celulares para a Rússia. O motivo da medida é a invasão do país presidido por Vladimir Putin ao território ucraniano. Dessa forma, o consumidor russo só poderá comprar os aparelhos que ainda estiverem em estoque.

A empresa finlandesa segue o mesmo caminho já trilhado por Apple, Google e Samsung, que também suspenderam as vendas de seus produtos na Rússia. Assim como as outras fabricantes, a HMD Global vai monitorar a situação da guerra e ainda não estipulou um prazo para retomar as vendas.

Celulares da Nokia não serão vendidos na Rússia enquanto continuar a invasão na Ucrânia — Foto: Reprodução/Nokia

Como informa a mensagem enviada à imprensa internacional, a HMD Global afirma que "condena a invasão ilegal da Ucrânia pela Rússia e se solidariza com o povo ucraniano". A empresa de tecnologia promete manter por tempo indeterminado todas as "restrições e sanções" que lhe couberem.

Com isso, a Xiaomi pode ganhar terreno e aumentar as suas vendas na Rússia durante este período de sanções, já que ainda não manifestou interesse em restringir vendas e serviços por conta da manobra bélica de Putin.

Nokia 8.3 5G foi utilizado no filme 007 - Sem Tempo para Morrer — Foto: Divulgação/HMD Global

Além das empresas de tecnologia já citadas, a AMD e a Intel também interromperam as vendas de chips para a Rússia. Fora do campo dos produtos eletrônicos, gigantes como Ford e Harley-Davidson também interromperam negócios com aquele país por tempo não definido.

Com informações de Nokiamob e Reuters

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