Celular
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Por Thássius Veloso (@thassius)

Thássius Veloso/TechTudo

A gigante chinesa Xiaomi notou um aumento no número de clientes que procuram as lojas da marca em busca do “celular do Pix”. São pessoas assustadas com a nova onda de furtos de smartphones e que desejam um dispositivo secundário para ter em casa. Seria uma maneira de preservar o acesso a aplicativos que mexem com dinheiro.

MIUI 13 — Foto: Thássius Veloso/ TechTudo

De acordo com o gerente da operação brasileira da Xiaomi, Luciano Barbosa, os clientes querem modelos com ficha técnica intermediária e preços mais em conta. Desta maneira, podem retirar os apps de banco do smartphone principal, que é levado no bolso ou na bolsa ao longo do dia. “Este celular secundário é escolhido para ficar na gaveta”, segundo Barbosa.

No entanto, o executivo aconselha que os usuários da Xiaomi utilizem os recursos de segurança embarcados de fábrica nos celulares. A interface MIUI permite criar um ambiente seguro que exige uma senha extra ou a biometria de impressões digitais para liberar o acesso aos aplicativos escolhidos pelo usuário. Desta forma, o correntista dificulta o acesso aos apps de bancos.

“É injusto ter que comprar outro celular só para fazer Pix”, completa o chefão da marca no mercado doméstico. A companhia se prepara para anunciar os detalhes do lançamento do Xiaomi 12 no Brasil ainda nesta terça-feira (10).

O gerente de marketing Thiago Araripe diz que a empresa reforçou a presença nas redes sociais para explicar aos clientes como tirar proveito dos recursos de segurança dos produtos Mi e Redmi. Por mais que os consumidores se disponham a pagar pelo tal “celular do Pix”, ele diz que não é interessante para a Xiaomi “capitalizar” em cima deste problema.

Hoje em dia, a marca tem presença física em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba e Salvador.

No vídeo abaixo, confira o lançamento do Redmi Note 11

Confira o lançamento do Redmi Note 11

Confira o lançamento do Redmi Note 11

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