C6 Bank
Publicidade

Por C6 Bank


C6 Bank desenvolve novos recursos para tornar o ambiente de transações ainda mais seguro para clientes, como a ativação do dispositivo seguro e bloqueio de cartão pelo próprio app — Foto: Getty Images

A digitalização acelerada pela pandemia e a popularização do Pix facilitaram a vida das pessoas e incluíram milhões de brasileiros no sistema financeiro. Ao mesmo tempo, a facilidade para acessar aplicativos financeiros de qualquer lugar também aumentou a preocupação com a segurança das informações.

Para tornar o ambiente de transações ainda mais seguro para seus clientes, o C6 Bank tem reforçado o desenvolvimento de novos recursos, como uso da biometria facial para autenticação de transações e abertura de conta. Os esforços já têm dado resultado: nos últimos meses, o número de casos registrados pelo banco caiu de forma consistente.

“Analisamos continuamente os casos relatados e acompanhamos de perto até mesmo os crimes envolvendo outras instituições para, assim, aprimorar nossas tecnologias e prevenir cada novo tipo de golpe identificado”, afirma José Luiz Santana, head de cibersegurança do C6 Bank. "Temos uma equipe que pesquisa e desenvolve recursos para um ambiente totalmente seguro no banco, sem abrir mão da usabilidade."

Novos recursos de proteção

Entre as últimas soluções desenvolvidas, está a autenticação de transação por biometria facial, solicitada em operações como TEDs, TEFs, Pix ou pagamentos de valores. O mecanismo, que já era utilizado no processo de abertura de contas no banco, passou a ser empregado como uma camada extra de segurança aos clientes a partir de abril deste ano.

Para essa aplicação, foi desenvolvido um algoritmo que calcula o índice de risco de cada operação. “Se o cliente acabou de pedir um empréstimo pelo aplicativo e vai fazer uma transferência ou um pagamento, a biometria é exigida”, conta Santana. “Caso a identidade não seja comprovada, ele não consegue mais movimentar a conta.” Isso acontece porque quando um rosto diferente ao do dono da conta é exibido na biometria, o aplicativo é permanentemente desativado naquele aparelho.

A biometria facial ainda possui o recurso liveness, que garante que quem está operando o celular é a própria pessoa e não um vídeo ou uma fotografia dela, por exemplo. Os dados dos clientes ficam armazenados no banco de dados do C6 Bank e não se confundem com a biometria usada para desbloquear o celular. Em casos de furto ou roubo de celular desbloqueado, os fraudadores não conseguem modificar a biometria facial associada à conta do cliente.

Em situações de perda ou roubo de aparelhos desbloqueados, o C6 Bank oferece atendimento automatizado e ágil para solicitar o bloqueio de cartões e do aplicativo. Assim que o cliente faz contato via telefone de atendimento – 3003 6116 – e segue as orientações para esse tipo de procedimento, os acessos são cancelados imediatamente.

Além da central de atendimento, o C6 Bank também permite o bloqueio e desbloqueio pelo próprio aplicativo do banco, caso o cliente esteja com o aparelho em que acessa o app. Mais tarde, caso o cartão seja recuperado, é possível desbloqueá-lo novamente pelo app na hora. O recurso está disponível tanto para o cartão físico quanto para o virtual e pode ser usado de forma preventiva caso o cliente queira bloquear o cartão.

Limites de valores

Enquanto os criminosos tentam acessar a conta da vítima, é comum encontrarem arquivos em que os clientes anotam suas senhas, uma prática desaconselhada pelos especialistas, ou então testam sequências numéricas, como datas de nascimento. “Não se tem notícia de nenhum caso no Brasil de criminoso que tenha conseguido acessar uma conta quebrando o sistema de segurança interno de um banco”, afirma Santana. “Em todos os casos, o bandido conseguiu descobrir a senha da conta.”

Caso os criminosos consigam quebrar a biometria e a senha dos clientes, entram em cena outros mecanismos de segurança desenvolvidos pelo banco. Um deles é a limitação de valores que os clientes podem estabelecer para transações como pagamentos, Pix e outras formas de transferências bancárias, feitos no próprio aplicativo. E com um detalhe importante: quando o cliente pede para mudar esse valor, o novo limite só passa a valer depois de 24 horas – ou no próximo dia útil, no caso de sextas-feiras ou vésperas de feriado.

Ativação do dispositivo seguro

Outra barreira de segurança para impedir o acesso de terceiros à conta do cliente é a ativação de dispositivo seguro. Sempre que entrar no aplicativo do banco pela primeira vez com um celular novo, o usuário deve digitar a senha de seis dígitos e fazer o reconhecimento facial.

A instalação de um token no aparelho só acontece caso o rosto seja compatível ao cadastrado na abertura de conta, acompanhado da digitação da senha correta. Apenas seguindo esse procedimento, o banco entenderá que o cliente trocou de celular, desabilitando o dispositivo do aparelho antigo. “Para entrar no app, é preciso ter pelo menos dois fatores de segurança instalados no celular, como senha, biometria facial ou token. Se tiver apenas um deles, o acesso ao aplicativo do banco é negado”, afirma Santana.

Experiência em segurança

Para desenvolver soluções de segurança, o C6 Bank atua em conjunto com algumas das empresas de tecnologia mais importantes do mundo, sendo a única instituição financeira brasileira a integrar o consórcio internacional Cybersecurity at MIT Sloan (CAMS), do Instituto de Tecnologia de Massachusetts. O grupo inclui gigantes que também se destacam pelos elevados níveis de segurança que proporcionam aos seus clientes, como Google, Nasdaq e Microsoft.

O C6 Bank promove até o dia 13 de junho a Semana da Conta Segura, com publicação de vídeos e de conteúdos que explicam o que fazer em caso de furto ou roubo de celular, além de mostrar quais são as funcionalidades de segurança que só o banco tem.

C6 Bank
Mais do TechTudo