Smartwatches
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Por Pedro Cardoso, para o TechTudo

Reprodução/Apple

O conglomerado Meta, dono do Facebook e do Instagram, parece ter desistido de fazer um smartwatch para competir com o Apple Watch, da empresa de Tim Cook. Informações do portal da Bloomberg nesta quinta-feira (09) dão conta de que uma pessoa envolvida no projeto descartou a possibilidade de que o relógio inteligente seja lançado no futuro. Além disso, a pessoa ressaltou que a empresa estaria desenvolvendo outros dispositivos para o pulso.

O projeto do smartwatch incluía a incomum decisão de usar duas câmeras: uma na parte de baixo da tela, para selfies e videoconferências, e outra embaixo do relógio, contra o pulso. O projeto foi interrompido porque câmera extra estaria atrapalhando o uso de um recurso que permite traduzir os sinais nervosos do pulso, chamado de eletromiografia, que seria utilizado em controles por gestos.

Maquete 3D do suposto relógio inteligente do Facebook — Foto: Reprodução/Bloomberg

A eletromiografia é uma técnica divulgada pela Meta. Usuários poderiam controlar outros dispositivos por meio de gestos, o que seria particularmente útil para a visão que a empresa para o metaverso. Em tese, as pessoas poderiam interagir com avatares no mundo virtual 3D.

De acordo com a Bloomberg, o smartwatch seria lançado na primavera de 2023 pelo preço de US$ 349, cerca de R$ 1.700 pelo câmbio de hoje. Com o abandono do projeto, não se sabe qual será agora o rumo dos produtos vestíveis da Meta. O foco deve ser o metaverso e a integração com óculos de realidade mista.

O Metaverso deve mudar a nossa concepção de realidade — Foto: Divulgação/Meta

O relógio da Meta supostamente poderia ser destacado da pulseira para que o usuário registrasse fotos com mais liberdade, apontando a parte de baixo do relógio, justamente onde ficaria o sensor da eletromiografia. Tal formato lembra o descrito numa patente registrada pela Apple.

Os primeiros rumores sobre do relógio inteligente da Meta – apelidado de “Milan” – foram publicados em novembro de 2021. Nem naquela ocasião, nem agora a companhia controlada por Mark Zuckerberg se pronunciou sobre o assunto.

Com informações de Bloomberg e Mobile World Live

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