Internet

06/05/2011 19h48 - Atualizado em 22/10/2013 11h48

Como os navegadores estão dividindo o mercado? Leia a análise de abril de 2011

Paulo Higa
por
Para o TechTudo

A guerra dos navegadores continua. Em abril de 2011, Internet Explorer e Mozilla Firefox perderam mercado novamente. Segundo dados da NetApplications, o Internet Explorer caiu 0,81 ponto percentual em relação ao mês de março, enquanto que o Firefox, com sua lenta queda desde o lançamento do Google Chrome, teve a participação diminuída em 0,17 ponto.

Market Share dos navegadores em abril (Foto: Reprodução/Ars Technica)Market Share dos navegadores em abril (Foto: Reprodução/Ars Technica)

Um navegador que vem crescendo de maneira muito rápida é o Google Chrome : sua fatia de mercado quase dobrou em apenas um ano. Em abril de 2010, o navegador de Mountain View possuía 6,73% de participação. Um ano depois, atingiu a marca de 11,94%.

O Safari, da Apple, também cresceu bastante e fechou o mês de abril de 2011 com 7,15%, ocupando a quarta posição. Os números do navegador da maçã, porém, são bastante influenciados pelo mercado norte-americano, que já possui mais de 15% dos computadores com Mac OS X, o que não ocorre no Brasil, onde a participação mal chega a 1%, segundo o StatCounter.

A atualização de navegadores por parte dos usuários é um ponto que merece atenção. O Internet Explorer é o que mais sofre com isso, em grande parte por receio de usuários que utilizam um sistema operacional pirata, especialmente nos países em desenvolvimento, como a China. O Internet Explorer 6, eterno pesadelo de desenvolvedores web, ainda ocupa 10,85% do mercado, mesmo quase 10 anos após o seu lançamento.

Adoção de novas versões do Internet Explorer é lenta, ao contrário do Google Chrome (Foto: Reprodução/Ars Technica)Adoção de novas versões do Internet Explorer é lenta, ao contrário do Google Chrome (Foto: Reprodução/Ars Technica)

A história das atualizações não muda muito com o Firefox: apenas 25% dos usuários do navegador da Mozilla já utilizam a versão 4.0, liberada em março de 2011. Com o Chrome é diferente: por possuir um sistema de atualização automático e que não exige nenhuma intervenção do usuário, versões desatualizadas não representam nem 15% da participação do navegador do Google. Isso é um ponto positivo, uma vez que a utilização de navegadores desatualizados é, talvez, a maior responsável por frear o desenvolvimento da web.

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Via: Ars Technica

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