26/05/2011 17h43 - Atualizado em 14/07/2011 06h45

Pesquisadores propõem maneira simples de diminuir o spam no mundo

Thássius Veloso
por
Do Tecnoblog

Pesquisadores da Universidade da Califórnia, nos Estados Unidos, iniciaram o que eles chamam de “spamalytics” — basicamente, testes que permitam determinar o comportamento do spam no mundo. Estimado em 90% de todos os e-mails trocados, essas mensagens incomodam muita gente. Mas eles têm uma solução até que bastante interessante para reduzir a quantidade de spam que a gente recebe.

Spam (Foto: Reprodução)Spam (Foto: Reprodução)

De acordo com a pesquisa, que levou em consideração quase um bilhão de mensagens e teve orçamento de milhares de dólares para efetivamente comprar os produtos anunciados no spam, três países do mundo precisam rever suas políticas bancárias. O Azerbaijão, a Dinamarca e as Índias Ocidentais respondem sozinhos por 90% de todas as transações comerciais envolvendo ofertas de spam.

Para melhorar a situação, bastaria que os bancos e empresas de cartão de crédito desses países fechassem o cerco para vendas feitas por meio da internet. Imagine só: secar a fonte de dinheiro da indústria do spam rapidamente faria com que os criminosos desistissem de investir ainda mais no envio de bilhões de mensagens oferecendo alongamento de pênis, drogas para melhorar o desempenho sexual, software a preço de banana e muito mais.

Por sinal, os mesmos pesquisadores conseguiram determinar que são necessárias 12,5 milhões de mensagens de spam para vender apenas US$ 100 em produtos da marca Viagra. O valor irrisório, mas o custo das redes de PCs zumbis também não deve ser muito alto. Pelo menos os spammers não perdem dinheiro, senão já teriam desistido do mercado faz tempo.

Via: Gizmodo

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