Jogos de corrida

05/03/2012 08h46 - Atualizado em 05/03/2012 08h46

Conheça a história da série Gran Turismo

Bruno do Amaral
por
Para o TechTudo

Desde os clássicos como Pole Position e Enduro, jogos de corrida sempre foram atrativos em fliperamas e em consoles caseiros. Por muito tempo, porém, a jogabilidade esbarrava na limitação técnica dos videogames da época, e pouco lembrava a sensação de pilotar um carro de verdade. Essa história começou a mudar com a chegada da série Gran Turismo, no final da década de 1990, para o PlayStation 1.

Gran Turismo 5 (Foto: Divulgação)Gran Turismo 5 (Foto: Divulgação)

Criada por Kazunori Yamauchi, CEO da produtora Polyphony Digital, a franquia exclusiva da Sony pavimentou a chegada de games mais realistas, mas ainda mantendo um apelo para a diversão das partidas em arcades. Na época, apenas os simuladores para PC proporcionavam uma experiência mais próxima das provas e circuitos, mas não eram tão fáceis para iniciantes.

Do primeiro game lançado em 1997 até o Gran Turismo 5, de 2010, para PlayStation 3, a franquia de Yamauchi atraiu muita gente e causou muita polêmica, seja pelas decisões ou pelos atrasos. Entretanto, a série sempre garantiu bastante diversão a quem se aventurou pelas curvas de pistas fictícias, tais como Deep Forest, ou reais, como Laguna Seca. Continue lendo e conheça mais sobre a história da série e sua obsessão por automóveis.

Gran Turismo: licença para dirigir

O primeiro Gran Turismo revolucionou o gênero de corridas (Foto: Reprodução)O primeiro GT revolucionou o gênero de corridas
(Foto: Reprodução)

No final da década de 1990, o gênero de corrida já havia saído de estruturas simples baseadas em efeitos de zoom e escala, como Super Monaco GP e F-Zero, para uma jogabilidade tridimensional com a sensação de profundidade proporcionada pelo 3D em títulos como Virtua Racing. Ainda assim, até então, o estilo arcade ainda era a bola da vez, com Need for Speed e Ridge Racer dominando os consoles.

Observando o sucesso desses títulos, mas disposto também a inovar no mercado, Yamauchi foi convocado pela Sony para desenvolver um game definitivo de corrida. A ideia era colocar o jogador no papel de piloto, inclusive sendo necessário tirar uma habilitação para dirigir o carro.

Como resultado, a jogabilidade trouxe uma abordagem completamente diferente da concorrência na época. Parecia ser algo muito mais próximo da real sensação de guiar um automóvel, também graças ao suporte ao direcional analógico - até então novo controle do PlayStation original.

Outra grande inovação foi a possibilidade de ajustar meticulosamente a mecânica do carro, que influenciava no comportamento da máquina na pista. Claro, tudo isso exigia um bom nível de conhecimento do jogador, mas o título vinha com dois manuais (isso mesmo, dois!) detalhando a função dos componentes do veículo, além das melhores formas de pilotagem.

Com 180 carros e 11 circuitos, Gran Turismo foi festejado pelo público e crítica. O game transpirava amor por automóveis, desde as configurações até os replays cinematográficos das provas. Com gráficos incomparáveis na época, ele foi um divisor de águas: até hoje, os jogos de corrida são influenciados por esse título da Polyphony Digital. Claro, isso não significa ser impossível melhorar.

Gran Turismo 2: mais do mesmo?

Provas de rally foram um destaque em Gran Turismo 2 (Foto: Reprodução)Provas de rally foram um destaque em GT2

Dois anos depois, às vésperas da chegada do ano 2000, a Sony lançou ainda para o PlayStation 1 a sequência do bem sucedido Gran Turismo. Uma leve melhoria visual foi incluída, mas o game ficou muito maior, com 27 circuitos (sem incluir as versões “contra-mão”) e quase 650 carros de 50 fabricantes reais, como BMW, Peugeot e Honda.

Uma bem-vinda adição foi a de pistas de rally: agora o jogador não ficaria mais limitado ao asfalto. Dessa forma, a técnica do drift, ou seja, a derrapada para fazer uma curva de lado, ganhou mais força na jogabilidade, mas sem deixar de lado ainda o lado realista da pilotagem.

Com tanto conteúdo, a Sony foi obrigada a lançar o game em dois CDs. Em compensação, os fãs foram agraciados com uma trilha sonora e tanto, contando com ótimas bandas dos anos 1990, como Garbage, Stone Temple Pilots e The Cardigans.

GT2 mostrou toda a capacidade do PlayStation 1 com gráficos soberbos, física avançada e uma ampla oferta de conteúdo que nenhum rival chegou a tocar até então. Na época, apenas Sega GT fez alguma tentativa no Dreamcast, entretanto não chegou nem perto da qualidade do jogo da Sony. Mas novos tempos estavam chegando e, com eles, um novo console.

Gran Turismo 3: o favorito de Snoopy

GT3, um dos mais divertidos da série (Foto: Divulgação)GT3, um dos mais divertidos da série (Foto: Divulgação)

Lançado em 2001, Gran Turismo 3: A-Spec chegou às lojas do mundo inteiro para mostrar a força bruta do então novo console da Sony, o incrivelmente bem sucedido PlayStation 2. Com gráficos incríveis, trilha sonora competente (com presença de Lenny Kravitz e Snoopy Dog, que fez uma música especialmente para o jogo), nova estrutura de menus e um modo de carreira mais empolgante, o jogo é, até hoje, considerado como um dos melhores da série.

Apesar de ter sido um dos jogos mais vendidos para a plataforma, ainda houve quem criticasse. A quantidade de carros caiu para pouco mais de 180, ainda com omissões graves de fabricantes como Lamborghini, Ferrari e Porshe.

Algumas adições, no entanto, foram notáveis. A Formula 1 (notavelmente datada para carros com aparência da temporada de 1994, talvez em homenagem ao piloto Ayrton Senna na época da Williams, pouco antes de sua morte) e o suporte ao periférico volante GT Force da Logitech fizeram do game um clássico para o PS2 que mantém a diversão da série, mas com visual muito mais renovado.

Até porque é difícil esquecer os replays bem trabalhados e o visual apocalíptico do horizonte na pista Laguna Seca a bordo de um Nissan Skyline. Após essa versão, a série passaria a tomar um novo rumo, já precisando enfrentar a concorrência.

Gran Turismo 4: colírio para os olhos

O belo circuito Costa di Amalfi em Gran Turismo 4 (Foto: Divulgação)O belo circuito Costa di Amalfi em Gran Turismo 4 (Foto: Divulgação)

Após um ano e meio de atrasos, a Polyphony Digital lançou a quarta versão de sua já clássica série de corrida em dezembro de 2004. Mais uma vez, o designer Kazunori Yamauchi levou o PlayStation 2 no limite ao oferecer um visual realista, animação a suaves 60 fps e opção até de exibir gráficos em alta definição 1080i (ou seja, o mesmo da transmissão da TV Digital brasileira), além de tela em formato wide (16:9).

Mais grandiosidade: 80 fabricantes oferecem mais de 700 carros (passando pelo Daimler Motor Carriage de 1886 até o conceito da Nike de 2022) para se digladiarem em 51 pistas, incluindo o mortal circuito alemão Nürburgring na versão Nordshcleife, com seus 20,8 km de curvas estreitas intermináveis. De volta está a Fórmula 1, mas agora representada por bólidos (ainda fictícios, mas bem mais atualizados) chamados de Formula GT. Tudo isso em um DVD de camada dupla para aguentar tantos dados gravados.

Os menus ficaram diferentes também e todo o game ganhou um ar mais sério. Isso influenciou no desenvolvimento: a inteligência artificial dos oponentes ficou um tanto sem graça, gerando muitas críticas. A adição do modo B-spec, colocando o jogador no papel de “técnico” de um time de pilotos virtuais, só reforçou o aspecto “vitrine” do GT4.

Mais críticas vieram do sistema de danos: simplesmente inexistente. Como em todos os demais títulos, os carros em Gran Turismo parecem feitos de plástico, batendo sem maiores consequências para o jogador – às vezes, é possível até utilizar outro veículo ou algum elemento da pista para bater e fazer uma curva de modo mais rápido. Aliás, atalhos também foram alvo de reclamações, permitindo trapacear facilmente em algumas provas.

Independente disso, mais uma vez o game fez muito sucesso de crítica e público. A Polyphony Digital chegou a testar uma versão com recursos de multiplayer online na Ásia, mas ela não foi incluída no jogo oficialmente. Tudo isso foi preparando o terreno para o próximo Gran Turismo, mais uma vez chegando com um novo console. Ou não…

Gran Turismo 5 Prologue/HD: cara, cadê meu carro?

GT Prologue: ao menos tinha Ferrari (Foto: Divulgação)GT Prologue: ao menos tinha Ferrari (Foto: Divulgação)

Em 2006, a Polyphony Digital parecia reticente em atender às demandas da Sony e dos fãs por um novo capítulo da série. Após o sucesso de GT4 e seu impressionante (para a época, claro) visual em HD, era mais do que natural haver expectativas altas por uma versão para o recém-lançado PlayStation 3. De fato, durante a apresentação do console, já havia sido exibido uma demo técnica de um novo Gran Turismo.

Dessa forma, em dezembro foi lançado o jogo Gran Turismo HD. Curto, com pouquíssimo conteúdo (apenas dez carros – muito pouco, ainda mais se comparado com o título anterior), logo foi descontinuado para dar lugar a mais um produto ainda incompleto, mas muito mais duradouro: Gran Turismo 5 Prologue.

Lançado em março de 2008 nos Estados Unidos, tanto em versão para download na PlayStation Store quanto em Blu-ray, GT5P contava com 70 carros, seis pistas e multiplayer online para até 16 jogadores simultâneos. A intenção era dar uma espécie de preview do Gran Turismo 5. Uma espécie de demo glorificada, vendida a uma preço relativamente baixo.


Ainda assim, o jogo fez bastante sucesso por conta da imensa expectativa por um novo título da série de Yamauchi no PS3. Os gráficos em Full HD rodando a 60 fps (apenas no gameplay, no review cai para 30 fps) encheram os olhos dos fãs. Entre as novidades, a inédita visão interna no carro, com mostradores como velocímetro e hodômetro funcionando normalmente. Outra boa adição foi a chegada oficial da Ferrari, incluindo o modelo 2007 da fabricante na Fórmula 1.

Ainda assim, a chegada do game foi praticamente um aviso: ainda iria demorar para o GT5 completo sair. Os atrasos acabaram virando padrão na Polyphony Digital.

Gran Turismo (PSP): fim de carreira

Gran Turismo roda a incríveis 60 fps no PSP (Foto: Divulgação)Gran Turismo roda a incríveis 60 fps no PSP
(Foto: Reprodução)

Em 11 de maio de 2004, a Sony anunciou na feira de games E3 o seu então futuro portátil, o PlayStation Portable. Com ele, no mesmo dia, foi prometida a versão do Gran Turismo 4 para o novo miniconsole. Os anos passaram e nada da produtora entregar o título, alegando estar ocupada com os outros jogos para os consoles maiores.

Em 2009, já era considerado o “Chinese Democracy” (referência ao disco da banda Guns'n Roses, que levou cerca de 10 anos para ser lançado) do PSP. Por isso mesmo, para o espanto de muitos, Yamauchi anunciou durante a E3 daquele ano que o game enfim seria realmente lançado, exibindo uma demo jogável durante o evento. Simplesmente intitulado de Gran Turismo (para deixar claro se tratar de um título “completo”, como disse o designer), o jogo chegaria junto com o PSP Go em outubro, tanto em formato digital para o novo console quanto em UMD para as versões anteriores do portátil.

Com mais de 800 carros e 45 pistas, o jogo não era exatamente tímido em conteúdo como as versões até então lançadas para o PlayStation 3, mas uma omissão foi muito sentida pelos jogadores: simplesmente não havia mais o A-spec, ou seja, não havia um modo de carreira. O game inteiro é baseado em progressão livre de qualquer pista, cada uma com os níveis de dificuldade D, C, B, A e S, nesta ordem, desbloqueáveis de acordo com a quantidade de partidas. Não importa que se chegue em último em todas as provas, eventualmente se chegará ao nível S em qualquer circuito.


Além disso, a Polyphony omitiu um dos recursos mais amados na série: a personalização dos carros por meio de upgrade de peças. O máximo a ser feito no GT PSP era regular as máquinas, ainda assim somente no caso de se colocar o veículo como “favorito”, com apenas 20 slots disponíveis. Dessa forma, houve alguma decepção em relação ao título.

Claro, é preciso se considerar as limitações técnicas da plataforma. O jogo é um dos únicos para o PSP a rodar a 60 fps sólidos (clique aqui para conferir um vídeo fiel à taxa de quadros por segundo), inclusive no replay, o que deixa com um aspecto realista pela fluidez. As texturas são em resolução muito baixa, mas os carros são renderizados com excelente resultado.

Além de tudo, houve a adição do modo de licença como opcional, liberando a jogatina de modo muito mais rápido para quem não quer fazer intermináveis testes de freio e curvas. Outra novidade foi a inclusão oficial de carros da Lamborghini e Bugatti, além da presença da Ferrari F1 2007 e da F 340 de passeio.

No geral, Gran Turismo é um dos melhores jogos para o PSP disponíveis atualmente e pode oferecer várias horas de diversão. Afinal, ter a possibilidade de pilotar 99 voltas em Nürburgring em um console portátil é, no mínimo, uma experiência única, que pode ser curtida escutando suas próprias músicas em MP3 instaladas no aparelho. Recurso reutilizado um ano mais tarde na versão definitiva da série, para o bem ou para o mal.

Gran Turismo 5: haja espaço

Gran Turismo 5 foi criticado, mas melhorou com atualizações (Foto: Divulgação)Gran Turismo 5 foi criticado, mas melhorou com atualizações (Foto: Divulgação)

Mais de mil carros, 76 pistas diferentes, multiplayer para até 16 jogadores simultâneos online e, enfim, a inclusão de um sistema de danos nos veículos. Demorou cinco anos, mas finalmente os donos do PlayStation 3 puderam ter em mãos o tão sonhado Gran Turismo 5, a versão completa. Ou assim pensaram.

Logo no lançamento, GT5 já chegou com a necessidade de instalação no disco rígido do console e atualizações para corrigir problemas. Logo depois, mais updates necessários para mais consertos. E muito mais, até hoje.

Além disso, o sistema de danos parecia meramente cosmético, os gráficos apresentavam bugs e serrilhados, o som de alguns carros foi considerado pouco realista, os menus complicados e os tempos de loading uma eternidade. Sem contar a falta de detalhamento nos veículos da categoria Standard, importados diretamente do GT4 e da versão para PSP – somente 25% das máquinas disponíveis eram Premium, com visão no interior e modelagem em alta definição.

Tudo isso gerou uma imensa crítica em relação ao jogo. Não mais a série reinava absoluta no coração dos aficionados por corrida em consoles, a franquia Forza, da Turn 10 exclusiva para o Xbox 360, já havia estabelecido um nível de comparação complicado para a Polyphony.

Forza 4 (Foto: Divulgação)Forza 4 (Foto: Divulgação)

Nada disso impediu, no entanto, o sucesso do game. Gran Turismo 5 é, sem dúvida, um jogo enorme com uma quantidade inédita de conteúdo, incluindo boa implementação do 3D (ainda que a resolução caia para 720p, o efeito é exibido de forma elegante, sem exageros), provas e carros da Nascar atualizados para a temporada 2011, desafios especiais de kart (que podem ser utilizados no modo online), presença do campeão mundial da Fórmula 1: Sebastian Vettel (apresentando o conceito Red Bull X2010 Prototype),e inúmeras opções de configuração e upgrade de carros, inclusive com suporte a volantes da Logitech para maior realismo na jogabilidade.

Inédito na franquia é o modo Seasonal Events, exibindo minicampeonatos específicos disponíveis periodicamente pela própria Polyphony. Entre os desafios disponíveis, provas exclusivas para os bólidos da Ferrari na F1, ou somente com carros japoneses dos anos 80, ou apenas com Lamborghinis, ou mesmo concursos online de drifting e time trial.

Com atualizações, veio a visão interna dos carros Standard (de maneira semelhante a do PSP, exibindo pouco ou nenhum detalhe do interior), a oportunidade de salvar as provas de longa duração (afinal, completar as 24 horas de Le Mans em tempo real era um desafio não só para os jogadores, mas para o próprio console) e melhorias no tempo de carregamento.

Essas adições deixaram GT5 um game muito mais completo agora do que na época de lançamento, mas ao preço de vários gigas de espaço interno no HD do PS3. Ainda assim, é o tipo de jogo para sugar a vida dos gamers, com valor de replay praticamente infinito.

Um fim conturbado, mas ainda feliz para uma série polêmica, mas sempre muito divertida. Pelo menos até o Gran Turismo 6 (seja para PlayStation 3, seja para o próximo console) ou uma inevitável versão para o PlayStation Vita. Espera-se ao menos que a Polyphony não demore tanto para lançar os próximos capítulos e, dessa vez, aprenda com os erros.

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  • Romano
    2013-03-12T00:52:44  

    Muito bom recordar assim, comecei a jogar GT1 em 99 e GT2 em 2000 kkkkk. Os jogos bons são pra sempre, hoje ainda jogo Top Gear do SNES xD. Sempre que se fala em GT, aparecem fazendo comparações com Forza =/ GT é um jogo divertido que foi responsável por "mudar uma era". Sem sombra de dúvidas, GT foi um marco para os games de corrida, dane-se quem é melhor ou pior, cada um joga o que gosta. Pra mim, GT5 é o melhor game de corrida de todos os tempos, e não importa se ele é tido como simulador, se as sombras dos carros são serrilhadas ou se o sistema de danos é ruim, se não gosta, troca! ;)

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    • Romano
      2013-03-12T00:52:44  

      É verdade GT é fenomenal!

  • Hugo Almeida
    2013-03-15T14:29:23

    A "apresentação" do jogo (aquele vídeo antes de vc começar a jogar) no 1 e no 2 eram de arrepiar!!!

  • Felipe Silva
    2013-02-15T19:03:32

    Bons tempos GT1 GT2...puutz tempao!!

  • Aristides Brochado
    2013-02-07T22:31:33

    cara lembrei do tempo em que recebia da galera pra tirar carteira no gt1 na loja de games perto de casa. kkkkk

  • Gilmar Silva
    2013-02-06T22:25:40

    Eu sou apaixonado por GT4 minha pista favorita é a nurburgring......

  • Wilson Silva
    2012-05-03T11:11:19

    Muito bom o texto Bruno mas cara, o que me arrepiou foi essa foto do circuito de Costa di Amalfi do GT4! Eu não saberia dizer quantas madrugadas eu passei tirando uns pegas nesta pista que era, junto com Apricot Hill as minhas prediletas no jogo. Infelizmente as duas foram excluídas do GT5. Eu ainda tinha esperança de elas reaparecerem mas acho muito difícil. Parabéns pelo texto!!!

  • Bruno Amaral
    2012-03-07T12:52:36

    Opa, obrigado Márcio. Infelizmente eu não pude jogar os GTs mais antigos porque não tinha console na época, mas recuperei o tempo perdido depois. Fico feliz que tenha revivido bons momentos - com certeza, eu mesmo também revivi enquanto escrevia. :)

  • Márcio Dias
    2012-03-07T11:23:05

    Man, quase chorei lendo essa matéria, especialmente o começo (a parte do joystick analógico recém lançado...) porque vivi tudo isso, comprei um PST quando GT era lançamento, e o game veio junto, muitas horas de diversão, até hoje jogo em emuladores os GT1 e 2. Parabéns pela matéria.

  • Bruno Amaral
    2012-03-06T10:43:52

    Obrigado Thiago! Sempre que posso, dou uma olhada nos comentários sim. E olha, eu gosto muito da série Gran Turismo, gastei muitas horas com ela (principalmente no PSP e no PS3), mas não dá para negar os defeitos. Felizmente, muita coisa foi corrigida e agora o game está um pouco menos problemático (embora ainda permaneçam muitas coisas ruins). Sobre ser "fanboy".. Cara, eu sempre preferi o Mega Drive ao Super Nintendo. Não vejo problema em ter preferências. :)

  • Thiago Farias
    2012-03-06T08:34:09

    Bruno, Gostei muito de saber que voce lê os comentarios, meus parabens. Realmente vc não fala sobre simulador, isto é o jogo que se intitula. porem sempre vejo materias sobre o GT5 e sempre acho que são tendenciosas para ele. Não sou Fanboy, tenho o x360 e resolvi comprar o ps3 somente pelo que estava sendo prometido pelo GT5, porem foi só decepção. Com coisas que a propria Polyphony como ter mil carros, mas apenas, sei lá, 100 vc ver de dentro da carro, o movimento de cabeça ser apenas em modo arcade. O GT5, para mim, foi uma grande decepção, nada contra a sua materia e sim com o Jogo.

  • Marcos Barbosa
    2012-03-05T16:47:59

    Excelente matéria! Realmente a série Gran Turismo foi um divisor de águas para os jogos de corridas nos vídeo games. Se hoje existem jogos como Forza, é por causa da evolução que o GT trouxe aos nossos consoles. Sou muito fã da franquia, mas ainda assim, sou capaz de reconhcer os defeitos que o jogo tem, principalmente no GT5. E todos que gostam da série, sabem que ele não é considerado simulador, assim como o Forza também não. Agora não entendo estes fanboys afirmarem que o Forza pode ser definido como tal. Muito provavelmente, os dois títulos nunca chegarão a serem simuladores de verdade.

  • Thiago Pereira
    2012-03-05T12:13:43

    Gente, eu tenho GT5 e sei exatamente os problemas do game.Ele não é um simulador, mas garante a diversão de muita gente e realmente o maior problema do game são as batidas e enquanto os graficos, sempre foi muito bom e inovou ao longo do tempo.Mas afinal, Gt5 pode ser um lenda, pois sem ele acho que não iria existir o Forza.

  • Gabriel Silva
    2012-03-05T12:08:23

    Marcelo e Bruno concordo totalmente com vcs e ainda acho que vcs nem deveriam explicar para o Thiago se ele não entendeu a matéria ele vai ter essa opinião vai fazer o que?Enfim GT é um dos bons jogos que joguei o GT5 ainda não comprei(to com outros jogos como prioridade kk)mas certeza que vou compra eu aida jogo o GT4 do PS2 xD vivi momentos de raiva com ele mas mesmo assim não tem como não jogar

  • Pablo Abreu
    2012-03-05T11:02:40

    Gosto de ambos. GT5 e Forza são dois jogos incríveis. Pra mim, são dois jogos bem diferentes. Logo, não tem essa de um ser melhor que o outro.

  • Bruno Amaral
    2012-03-05T10:57:17

    Thiago, em momento algum na matéria inteira eu falo que Gran Turismo é um simulador. Disse apenas que a jogabilidade se afasta dos arcades, o que é a mais pura verdade. E quanto aos danos, eu citei esses problemas também. Mas Forza também não tem jogabilidade de simulador, então não entendo o seu ponto. Eu poderia falar de rFactor, do iRacing 2.0 ou da série GP, mas a intenção não era comparar games com simuladores. E não há necessidade de se desprezar uma série de sucesso assim, que muita gente gosta e joga, afinal nem todos querem simuladores ultrarrealistas. :)

  • Marcelo Rodrigues
    2012-03-05T10:54:05

    Outra, não fosse GT5, talvez não teríamos o Forza, que é realmente o melhor atualmente. Enfim, meus 2 cents.

  • Marcelo Rodrigues
    2012-03-05T10:53:52

    Tem gente que parece que tem problemas. A matéria em momento algum falou "em simulador". Não fez qualquer menção ou comparação com o Forza ou outro jogo, apenas citou que eles conseguiram chegar ao nível de excelência do GT5. Enfim, apenas contou a história do jogo. Gostando ou não, os fanboys de Forza, que começaram a jogar AGORA, vem com essa de "simulador". Sim, o GT5 errou e muito em algumas coisas, mas o Forza simplesmente melhorou AGORA tb. Então, Thiago Farias, antes de falar qualquer bobagem, reveja a história de outros jogos. GT5 tem seus méritos SIM.

  • Panico Circo
    2012-03-05T10:33:53

    Quem nunca correu com um Skyline em Laguna Seca jogando GT nunca jogou video game.

  • Thiago Farias
    2012-03-05T10:32:44

    Uma Duvida. com as atualizações este "similador", se é que podemos dizer isso. O carro quando bate, ele quebra? se errar a marcha, o motor danifica? Queria muito um carro iqual deste "simulador" no qual passa de 7º a 250Km/h para 1º e o motor não danifica. GT5 não é simulador. Façam uma materia com um simulador de verdade Forza ou Rfactor. GT5 ficou para tras.