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23/09/2013 15h33 - Atualizado em 23/09/2013 16h00

Surface 2: nova geração de tablets tem tela FullHD e bateria melhor

Aline Jesus
por
Para o TechTudo

O Surface 2 e o Surface Pro 2, nova geração de tablets da Microsoft, foram anunciados nesta segunda-feira (23) sem grandes inovações. Com poucas alterações no design exterior, a gigante da indústria de informática concentrou esforços para melhorar o desempenho com a incorporação de um novo processador, tela e bateria.

Surface novo tem muitas melhorias no desempenho (Foto: Reprodução/The Verge)Microsoft Surface 2 novo tem muitas melhorias no desempenho (Foto: Reprodução/The Verge)

O Sufrace 2, com Windows RT 8.1, tem processador Nvidia Tegra 4 de 1.7 GHz, tela FullHD e câmeras de 3,5 megapixels (frontal) e 5 megapixels (traseira). Já o modelo Pro, que sai de fábrica com Windows 8.1, será equipado com processador Intel Core i5 de quarta geração, display também FullHD e em versões com memória RAM de 4 GB a 8GB, além de memória interna de 8 GB (que pode ser expandida com mais até 512 GB SSD). Resultado: a velocidade aumentou em 20%, a sua capacidade gráfica em 50% e a bateria em 75%.

No visual, o Surface 2 ficou com mais fino, apesar da traseira ter um apoio que o possibilita ser posicionado de duas maneiras. Além disso, a Microsoft oferecerá também uma versão na cor prata, e não somente na preta, dos modelos lançados no ano passado.

Microsoft trabalhando no smartphone Surface: vai dar certo? Veja o tópico no fórum

“A equipe do Surface está em Redmond trabalhando já para as próximas gerações. Estamos orgulhosos do que lançamos hoje. O poder de design da Microsoft está neste produto. Vocês sentirão quando usarem. A partir de amanhã, receberemos encomendas dos novos Surface e eles chegarão em 22 de outubro”, explicou Panos Panay, vice-presidente corporativo da Microsoft.

Microsoft Surface 2 tem versão com Windows RT e com Windows 8.1 (Foto: Reprodução/The Verge)Microsoft Surface 2 tem versão com Windows RT e com Windows 8.1 (Foto: Reprodução/The Verge)

Durante o evento, a Microsoft apresentou vídeos com depoimentos e demonstrou a integração que o tablet terá com seus serviços, como o Xbox Music, o Office, SkyDrive e o Skype. Além disso, foi destacada a resistência do gadget, que segundo Panos, é “quase indestrutível”. Para quem usa o Skype, aliás, há uma oferta interessante: um ano de chamadas internacionais e Wi-Fi gratuito.

“Com o Surface Pro 2, vocês terão um PC completo no formato de tablet. É uma estação de trabalho. Vocês poderão fazer muitas coisas com estes produtos. É tão pessoal e ao mesmo tempo tão produtivo”, completou Panay, que um alfinetada nos MacBooks que os jornalistas presentes à apresentação usavam. “Vejo alguns notebooks aqui, inclusive, que não são tão rápidos quanto o Surface 2″.

Além dos tablets em si, novos acessórios foram apresentados. A Surface Power Cover, uma capa que adiciona 30wh de bateria ao produto; a Surface Docking Station, com 3 USBs 3.0, 1 USB 1.0, Mini DisplayPort, Ethernet, além de entrada e saída de áudio; e a TouchCover, um terço mais fina do que a anterior, com teclas mais duras e novo sistema de sensores. Além disso, há um adaptador Bluetooth para as capinhas. Mas nada disso já vem incluso com o produto.

Ainda não há informações sobre a disponibilização dos novos tablets no Brasil. A geração anterior, por exemplo, foi lançada no mês de outubro de 2012 nos Estados Unidos, mas o desembarque no país ocorreu apenas por meio de lojas que importaram o gadget ou das operadoras de telefonia. Lá fora, os novos tablets chegarão às lojas no dia 22 de outubro por US$ 449 (cerca de R$ 1.030) e US$ 899 (R$ 2.060), respectivamente.

Via The Verge, Digital Trends e CNET

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  • Carlos Anjos
    2013-09-25T10:32:32

    Creio que esses aparelhos nem cheguem ao Brasil. A MS reclama que seus aparelhos não vendem, mas eles não buscam os mercados emergentes. Indo contra muitas empresas que estão respirando por conta dessas receitas. Claro que operar no Brasil não é fácil devido a nossa carga tributária, o custo elevado de nossa logística por conta de falta de infraestrutura, o custo de segurança por conta dos sucessivos roubos de carga. Assim, um aparelho que lá $ 349,00 dólares (e olha que estou me referindo ao mais barato), aqui custará ao consumidor R$ 1.700,00. O que inviabiliza sua venda em nossas terras.