09/02/2014 09h00 - Atualizado em 10/02/2014 15h13

Cytus Lamba, Samba Amigo e Kickbeat: conheça os melhores jogos rítmicos

Rafael Monteiro
por
Para o TechTudo

Jogos rítmicos se tornaram um nicho importante da indústria dos videogames, com títulos como o recente KickBeat trazendo diversão que mistura música e luta. Diferente de jogos musicais como Guitar Hero, aqui o seu objetivo não é tocar uma canção, mas combater inimigos ou realizar ações fantásticas sem nunca perder o ritmo.

Review: KickBeat traz combate musical divertido e despretensioso no PS3

Jogos rítmicos usam música para criar jogabilidade divertida como Elite Beat Agents (Foto: Divulgação)Jogos rítmicos usam música para criar jogabilidade divertida como Elite Beat Agents (Foto: Divulgação)



Space Channel 5 (Dreamcast e PlayStation 2)

Combater uma invasão alienígena é algo relativamente comum no mundo dos videogames, mas enfrentá-la dançando é um trabalho para a repórter e heroína Ulala de Space Channel 5. Jogadores devem seguir os movimentos de aliens dançarinos para resgatar reféns enquanto ainda precisa manter a audiência de seu programa.

Ulala foi uma das novas personagens criadas no Dreamcast (Foto: Divulgação)Ulala foi uma das novas personagens criadas no Dreamcast (Foto: Divulgação)



Bust a Groove 2 (PSOne)

Enquanto a maioria dos jogos rítmicos traz um modo de disputa entre usuários como algo opcional, Bust a Groove 2 focava-se todo nos combates, até mesmo para apenas um jogador. Sua capacidade de apertar botões no ritmo determinaria quão bem seu personagem dançaria e movimentos especiais podiam incapacitar seus oponentes. Isso tudo enquanto as coisas mais estranhas aconteciam no fundo do cenário, sem nunca parar a briga.

Bust a Groove 2 abusava de músicas cativantes e personagens excêntricos (Foto: Divulgação)Bust a Groove 2 abusava de músicas cativantes e personagens excêntricos (Foto: Divulgação)



Rhythm Heaven Fever (Nintendo Wii)

A série Rhythm Tengoku, lançada originalmente no GameBoy Advance apenas para o Japão, cresceu e ganhou versões para o Nintendo DS e Wii. O jogo é uma mistura de Wario Ware com música, trazendo minigames bizarros que possuem funcionamento rítmico. Descobrir qual o seu objetivo é quase tão divertido quanto o desafio de tentar realizá-lo.

Rhythm Heaven Fever traz jogabilidade rítmica e estilo bizarro (Foto: Divulgação)Rhythm Heaven Fever traz jogabilidade rítmica e estilo bizarro (Foto: Divulgação)



Rhythm Thief & the Emperor’s Treasure (Nintendo 3DS e iOS)

De todos os jogos rítmicos do Nintendo 3DS, Rhythm Thief é um dos que mais esbanja estilo, trazendo o ladrão Raphael realizando exagerados roubos em Paris enquanto desvenda uma história muito maior. Nem todas partes do jogo funcionam tão bem quanto seu charme, mas ocasionalmente os minigames rítmicos se mostram excepcionais.

Rhythm Thieft às vezes escorrega, mas nunca perde o estilo (Foto: joystiq.com)Rhythm Thieft às vezes escorrega, mas nunca perde o estilo (Foto: joystiq.com)

Samba de Amigo (Dreamcast)

Uma pérola inesperada do Dreamcast, Samba de Amigo ficou mais conhecido pelo seu estranho controle em formato de maracas, o qual fazia jogadores chacoalharem para jogar. Apesar de não respeitar em nada a palavra samba no seu título o jogo divertia com uma trilha sonora animada e jogabilidade desafiadora.

Samba de Amigo teve também uma versão para o Wii, mas esta não é nada recomendada (Foto: hexus.net)Samba de Amigo teve também uma versão para o Wii, mas esta não é nada recomendada (Foto: hexus.net)

Gitaroo Man (PlayStation 2 e PSP)

Quando um jovem apaixonado e sem sorte descobre-se um grande herói com uma guitarra mágica, isso só pode significar uma coisa: combates musicais. Em Gitaroo Man jogadores precisam lutar contra vários inimigos usando sua capacidade de seguir o ritmo com botões e a alavanca analógica do controle, alternando entre fases de ataque e defesa até que só um permaneça de pé.

Nada como uma guitarra para transformar um garoto em super herói (Foto: Divulgação)Nada como uma guitarra para transformar um garoto em super herói (Foto: Divulgação)



Cytus Lambda (iOS, Android, PS Vita)

Provavelmente o título mais desconhecido da lista, Cytus Lambda é um jogo sem muita divulgação, lançado para smartphones e para o PS Vita. Porém, basta uma partida para se perguntar por que você não o encontrou antes. Com uma jogabilidade criativa, divertida e inteligente, o título utiliza as telas de toque multitouch como uma evolução de jogos como Elite Beat Agents. Só desaponta em não trazer músicas conhecidas.

Cytus Lambda é pouco conhecido mas possui uma qualidade excepcional (Foto: parallaxplay.com)Cytus Lambda é pouco conhecido mas possui uma qualidade excepcional (Foto: parallaxplay.com)

Parappa The Rapper (PSOne)

Mais conhecido pelo CD de demos que acompanhava o primeiro PlayStation, Parappa é um simpático cachorrinho que vive em um mundo onde as criaturas são 2D como papel, mas ainda assim têm problemas profundos. Chutando e socando com seu Kung-Fu o personagem conquistou um enorme público graças ao seu carisma e músicas originais divertidas.


 

Theatrhythm Final Fantasy (Nintendo 3DS e iOS)

A ideia de usar o conteúdo e mitologia acumulado por todos os capítulos de Final Fantasy anteriores em um único título já não era novidade desde a série de luta Final Fantasy Dissidia, porém Theatrhythm explorou o único setor que tinha tanto peso quanto a história do jogo: suas músicas.

Você poderá ouvir algumas das mais icônicas e épicas canções da franquia Final Fantasy enquanto viaja pelo mundo e enfrenta inimigos usando a tela de toque como sua arma rítmica. A quantidade excessiva de DLCs atrapalha um pouco a experiência, mas não chega a estragá-la.



Elite Beat Agents (Nintendo DS)

Facilmente um dos jogos rítmicos mais inovadores dos últimos anos, Elite Beat Agents é uma adaptação da série japonesa Osu! Tatakae! Ouendan!. A versão americana trocou todo o conteúdo original do Japão, como história, personagens e músicas, por algo mais adequado para o público ocidental.

Parte do charme se perdeu na conversão, mas a versão americana também tinha seus atrativos, além de ser mais acessível. O título usava a tela de toque do Nintendo DS para fazer com que jogadores acompanhassem indicadores, trazendo pela primeira vez um jogo rítmico táctil, o qual se provou extremamente prazeroso e viciante.



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