07/11/2014 11h44 - Atualizado em 16/12/2014 11h28

Usando Windows 10

B. Piropo
por
Para o TechTudo

Há cerca de um mês, logo após sua liberação, instalei uma cópia da “Technical Preview” de Windows 10 em minha máquina reserva para ganhar alguma experiência e conhecer suas novidades com o objetivo explícito de comentá-las com vocês, meus preclaros leitores.

Por se tratar daquilo que se pode chamar de “versão pré-beta”, não faria sentido aboletá-la em minha máquina principal onde mantenho os programas, muitos deles essenciais ao meu trabalho tanto de engenheiro quanto de colunista. No estágio de desenvolvimento em que estão as versões de Windows 10, ainda sujeitas a falhas, incompatíveis com certos dispositivos e caracteristicamente instáveis como soe acontecer com versões em estágio de desenvolvimento incipiente, seria uma insanidade arriscar sua instalação permanente na máquina de trabalho.

Microsoft disponibilizará Windows 10 para testes em breve (Foto: Divulgação/Microsoft) (Foto: Microsoft disponibilizará Windows 10 para testes em breve (Foto: Divulgação/Microsoft))Usando o Windows 10, por B. Piropo (Foto: Divulgação/Microsoft)

Por outro lado, já há alguns anos deixei de manter meus arquivos de dados em discos rígidos de computadores. São valiosos demais para correr tal risco – se bem que com a evolução dos dispositivos de armazenamentos ao longo dos anos, discos magnéticos estão se tornando cada vez mais confiáveis. Ainda assim, prefiro manter meus preciosos arquivos em um dispositivo de armazenamento externo, ou NAS (“Network Attached Storage”, ou armazenamento conectado à rede), um velho ix2 (ainda dos tempos da Iomega, hoje comprada pela Lenovo) conectado à minha rede doméstica.

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Além disso, um conjunto selecionado de arquivos, os mais recentes e aqueles cujo acesso é mais frequente, repousam em suas pastas do magnífico utilitário Dropbox, que armazena uma cópia “na nuvem” e mais uma em cada computador em que o módulo do programa for instalado, mantendo as cópias sempre sincronizadas. O que traz duas vantagens de inestimável valor: a primeira é se constituir em um dispositivo de segurança que torna os arquivos nele armazenados praticamente indestrutíveis, já que só serão perdidos se algo destruir concomitantemente todas as cópias mantidas em cada computador a ele vinculado (os meus, são cinco, incluindo portáteis e o do escritório), além daquelas guardadas nos próprios servidores do Dropbox. E até agora a única possibilidade que me veio à mente de algo assim acontecer é a queda de um meteoro como aquele que extinguiu os dinossauros há cerca de 65 milhões de anos – mas se ela se manifestar, o acesso aos arquivos passará a ser absolutamente irrelevante. A segunda vantagem, a que mais nos interessa no contexto atual, é que posso ter acesso a este seleto conjunto de arquivos de qualquer máquina, inclusive de meus telefones espertos (que também são vinculados ao Dropbox e, embora não guardem cópias integrais dos arquivos, podem baixar qualquer um via Internet).

Resultado: instalado o módulo do Dropbox para Windows (que não demonstrou qualquer incompatibilidade com a versão pré-beta) na máquina onde roda a versão “Technical Preview” do Windows 10, posso dela acessar todos os arquivos que preciso para meu trabalho diário.

Resultado: passei a ter acesso a todos os meus arquivos a partir dela, não somente os do Dropbox, que uso cotidianamente, como os do NAS, que está na mesma rede.

Então, voltando ao que interessa: como o que dá a garantia de conhecer um sistema operacional é seu uso frequente e como configurei toda esta parafernália de computadores, tabletes e telefones para obter acesso amplo a meus arquivos de trabalho, comecei a usar cada vez mais o Windows 10 nas tarefas do dia-a-dia. Sempre mantendo o objetivo de me inteirar melhor dele e de suas diferenças em relação às versões anteriores para poder transmiti-las a vocês, que se dão ao trabalho de ler estas mal traçadas.

Pelo menos assim foi no início.

WP_20141107_1Visual do Windows 10 (Foto: Reprodução/B. Piropo)

Pois não é que gostei? E tanto gostei, de tal forma passei a bem me entender com o novo Windows 10, que pouco tenho usado o “velho” Windows 8.1. Na verdade somente apelo para ele, que roda na máquina de trabalho, quando preciso recorrer a um programa que lá esteja instalado e ao qual não tenho acesso desta que vos fala. Sim, porque esta coluna está sendo digitada na máquina reserva com Windows 10, da qual tenho feito uso praticamente todo o tempo, inclusive para cumprir minhas tarefas de trabalho. Veja sua tela na Figura 1, da qual voltaremos a falar adiante.

E tenho cada vez mais me convencido que, desta vez, premida pelas circunstâncias e forçada pela grande rejeição do mercado ao Windows 8.x, a MS acertou a mão. Windows 10 é um sistema operacional cuja interface com o usuário, finalmente, dá prazer em usar.

E o estou usando. Aproveitando-me de sua extraordinária flexibilidade, configurei-o de forma a satisfazer minhas preferências. E a primeira providência foi me livrar do novo Menu Iniciar.

E já pressinto a onda de espanto que o parágrafo anterior alevantará quando publicado. Afirmei eu que teria me livrado do Menu Iniciar do Windows 7, aquele que foi amputado no Windows 8.x, amputação esta que provocou tamanha onda de indignação, pranto, furor e ira na comunidade de usuários Windows que, alegadamente, foi a principal responsável pelo repúdio ao novo sistema?

Sim, afirmei, afirmo e reitero. E, embora o indignado leitor Helles Modeline tenha comentado no pé de minha coluna anteriornem perdi tempo lendo, vc foi o unico que nao gostou do iniciar de volta (sic)”, por mais que eu ache estranho alguém comentar uma coluna que declara não ter lido, eu cá solitário no meu canto dispensei o malfadado Menu Iniciar.

Como gosto não se discute, me absterei de discutir o dos milhões de usuários que se sentirão felizes e recompensados com o retorno do Menu Iniciar no Windows 10 e não somente compartilho sinceramente seu regozijo como me solidarizo com eles. Em termos de alterações na interface com o usuário, nada pior que o desaparecimento de algo com que já estávamos acostumados e a que já tínhamos desenvolvido o hábito de recorrer diariamente. Para estes usuários, é bom ter de volta seu Menu Iniciar – ou alguma coisa parecida e compartilhando o mesmo nome, como ocorreu em Windows 10. O que me leva a afirmar que não foi a volta do Menu Iniciar em Windows 10 que me desagradou, mas sim a forma pela qual foi feita.

Explico: se ele simplesmente tivesse reaparecido mesmo com as alterações que nele fizeram – a meu ver, para pior – eu pouco me incomodaria. Quem quer, usa, quem não quer, não usa e um não tem que dar pitaco na escolha do outro.

O problema é que não foi isto que a MS fez. Pois pelo menos na forma pela qual foi incluído na atual versão da “Technical Preview”, o Menu Iniciar e a Tela Inicial são alternativos: há que escolher entre um e outro e, exercida a escolha, não há como passar de um para o outro exceto reconfigurando a máquina e saindo da sessão de trabalho (ou seja, efetuando o “logoff”) após fechar todos os aplicativos abertos.

Simplificando: em Windows 10 (pelo menos no estágio atual das versões “Technical Preview”), o Menu Iniciar e Tela Inicial só podem ser usados na base do “ou/ou”: ou um ou outro.

Acontece que, ao menos para mim, desde que ajustada às preferências de cada usuário e com os ícones e blocos dinâmicos distribuídos de forma racional e reunidos em grupos correlatos (o que a interface com o usuário de Windows 10 permite fazer com facilidade), é muito mais fácil encontrar o programa que estou procurando na Tela Iniciar do que no novo Menu Iniciar.

Notem que entendo que a afirmação acima pode ser contrária à opinião da imensa maioria dos meus preclaros leitores, opinião esta que merece todo meu respeito mas não necessariamente minha anuência. Mas ela rxpressa minha maneira de ver as coisas e é um reflexo de meus hábitos de usuário (daí a ressalva “ao menos para mim” lá do começo). Resumindo: ela exprime minha opinião, que merece da parte de quem não a aprova todo o respeito, ainda que com ela não concordem.

Mas, discussões à parte, do ponto de vista da usabilidade nada disto vem ao caso. O que vem ao caso é que Windows 10 permite que o usuário escolha quase tudo (é extraordinária a flexibilidade de sua interface). E eu escolhi a Tela Iniciar, posto que as funcionalidades que realmente me interessam no novo Menu Iniciar de Windows 10 não estão neste menu propriamente dito, mas no seu menu de contexto, que aparece (e continua aparecendo, mesmo para quem opta pela Tela Inicial) quando se clica com o botão direito do mause no ícone de Windows, à esquerda da Barra de Tarefas – que, por sinal, em Windows 10 também é exibida na Tela Iniciar quando se move o ponteiro do mause para a base da tela.

Mas por que me encantei tanto com Windows 10?

Sobram razões. Mas a principal é a que pode ser apreciada com um novo exame da Figura 1, lá de cima. Reparem: nela, em baixo e à direita, aparece uma instância do aplicativo “Notícias”; em cima e à esquerda uma instância do aplicativo “Mapas”; e, no centro da tela, uma pequena janela do utilíssimo aplicativo de captura de telas “Ferramenta de Captura” de Windows. Todas elas abertas sobre uma instância de Word ocupando a tela cheia da Área de Trabalho de Windows 10, como se pode perceber pela Barra de Tarefas que atravessa toda a base da tela.

Estamos, então, usando a interface “Área de Trabalho” de Windows 10, essencialmente a mesma boa e velha Área de Trabalho de Windows 7 com que todos estamos acostumados.

E sobre ela, três aplicativos “modernos”, ou seja, desenvolvidos especificamente para a nova interface criada a partir de Windows 8 e otimizada para dispositivos com telas sensíveis ao toque.

E, como é sabido, esse tipo de aplicativo não roda na Área de Trabalho. E muito menos em janelas redimensionáveis.

Pois bem: em Windows 10, roda.

Esta não será a única novidade de Windows 10. Há muitas outras, inclusive a já mencionada e controversa ressuscitação do Menu Iniciar, a possibilidade de criar Áreas de Trabalho adicionais e usar a que for mais adequada à tarefa que se está cumprindo, o aprimoramento da função de pesquisas, a implantação da nova função “Exibição de tarefas”, em suma, um monte de coisas interessantes, cujos detalhes examinaremos e discutiremos nas próximas colunas caso venha a ser do agrado de vocês.

Mas a meu ver, a mais interessante foi a possibilidade de rodar, agora, qualquer tipo de aplicativo, moderno ou convencional, em janelas da Área de Trabalho.

Janelas, meu preclaro leitor, janelas.

Afinal, o sistema operacional chama-se “Windows” ou não?

Até a próxima

B. Piropo

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  • João Fernandes
    2015-04-10T21:38:04  

    Meu caro, Gostei muito da sua coluna, quanto mais eu leio sobre ou ouço falar do Windows 10 mais fico ansioso pra usar, mas na pagina do techinical preview eles falam pra não utilizar na maquina principal pois pode dar pane e perder todos os meus dados e blablabla, mas eu queria usar em dual boot com o win 8 na única máquina que tenho, com aquele lance de particionar hd que voces até ensinam em outra coluna, e instalando win 10 na nova partição, eu corro todos esse riscos de perder arquivos e tal? ou o particionamento separa 100% os dois sistemas?voce já teve algum problema grave assim no seu?

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    • João Fernandes
      2015-04-10T21:38:04  

      eu tenho que manjar muito de informatica pra usar bem e participar do techinical preview? eu manjo m pouco de programação que to aprendendo no meu curso de robótica e o que aprendi concertando as diversas telas azuis do meu falecido pc( só Deus sabe o que eu sofri com o meu velho, mas ele foi um bom guerreiro), mas não sou nenhum expert, mas eu gostaria de participar até mesmo para aprender mais, o que me sugere?

  • Decio Yokota
    2014-11-09T18:26:12  

    (Continuação do comentário sobre o dropbox...) Justamente porque o sincronização é automatica. Imagine o seguinte cenário, por qq razão, o conteúdo de uma de suas pastas é apagado ou modificado por você, outra pessoa, ou programa malicioso. Essa modificação será sincronizada com todas as outras copias (na nuvem e nos outros micros). Se você não detectar essa mudança não-intencional em até 30 dias, período durante o qual o dropbox armazena mudanças realizadas (versioning), já eram seus arquivos. Eles estão oficialmente perdidos para sempre. Por isso dropbox não é backup e nem pretende ser.

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    • Decio Yokota
      2014-11-09T18:26:12  

      Além das cópias de meus arquivos em cada computador nas pastas Dropbox, tenho cópias adicionais em um dispositivo NAS ligado à minha rede doméstica e, dos documentos e imagens, cópias completas e atualizadas, uma no OneDrive da MS, outra no GoogleDrive. A função de cópia de segurança ("backup") de Windows em mínha máquina de trabalho está ativada e configurada para atualizar a cópia em um disco SATA externo porém permanentemente conectado. Será que assim os arquivos estão seguros? (o Dropbox é só uma ajuda para facilitar meu trabalho em mais de uma máquina; e uma ajuda gigantesca, por sinal)

  • Ronan
    2014-11-09T19:20:24

    Depois de ler está matéria fiquei com vontade de instalar uma ISO do Windows 10 que já tinha baixado há algum tempo. Vou arrumar um tempo. Valeu B. Piropo!

  • Decio Yokota
    2014-11-09T18:14:10

    Gostei muito do artigo, mesmo porque não vejo a hora desse windows 8 sumir. Essa semana me dei ao trabalho de fazer um downgrade de um laptop novo para windows 7 depois de meses de insistência e sofrimento. Mas o que me fez escrever esse comentário, não foi isso, mas sim seu relato sobre o uso do dropbox. Você faz parecer que o dropbox constitui um serviço de backup, deixando seus arquivos "praticamente indestrutíveis". E isso é um grande engano. Como inúmeros artigos (e depoimentos) na internet podem contar, serviços como o dropbox não substituem o importante backup. (CONTINUA...)

  • Gogliardo
    2014-11-07T18:43:30  

    Piropo, não me adaptei ao windows 8 mas baixei o 10 para testar e achei excelente, muito funcional, rápido e leve. Estava inclusive utilizando como sistema principal, contudo, quando começou a pipocar nos sites de tecnologia a informação de que a Microsoft estaria coletando TODOS os dados dos usuários através de uma espécie de keylogger abandonei imediatamente o sistema, pois não queria correr o risco de ter meus danos de usuários e senhas de vários sites e serviços coletados. Você poderia discorrer um pouco sobre essa questão? É verdade que tudo que é digitado é coletado? Grato pela atenção.

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    • Gogliardo
      2014-11-07T18:43:30  

      Eu já respondi, mas como não encontrei a resposta aqui vai novamente. Sei que a MS coleta dados SOBRE O USO DO SISTEMA e quem usa, consente. E sei que este tipo de situação enseja toda sorte de boatos, desde os paranóicos até os mal intencionados, passando pelos simplesmente estúpidos. Poucos são verdadeiros, a maioria não. Eu não acho que a MS se interesse por minhas senhas e dados, por isso continuo usando. Quem acha que corre este risco, melhor não usar. Afinal, ninguém é obrigado, usa quem quer. A decisão é tomada após pesar prós e contras. Será que um negócio desses pode ser verdade?

  • Bruno Neves
    2014-11-07T12:34:09  

    Apesar de eu ainda não ter usado o novo Windows, uma das características mais úteis que achei foi a possibilidade de crias novas áreas de trabalho virtuais e o novo reajuste de janelas. Gosto não se discute. Mas estranhei o senhor colunista a considerar a possibilidade de rodar aplicativos da interface moderas em janelas como sendo a melhor. Para mim, muitos daqueles aplicativos (incluindo os da figura 1) são inúteis, já que posso encontrar soluções melhores e mais rapidamente alcançáveis na internet. Enfim, boa matéria, gostosa de se ler, e concordo que o Windows 10 será o que foi o Windows7

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    • Bruno Neves
      2014-11-07T12:34:09  

      Pois é, Bruno, concordo que você ainda pode encontrar soluções melhores do que as da figura. Mas dê a devida atenção ao "ainda", porque a nova interface Moderna não foi criada para complementar a convencional, mas para substitui-la. Daqui a algum tempo não mais será possível encontrar aplicativos convencionais que rodem em Windows 10 da mesma forma que não se encontra aplicativos desenvolvidos para Windows 3.x que rodem nas novas versões de Windows. E para quem trabalha com máquinas de mesa de tela grande ou com múltiplos monitores, janelas são essenciais...

  • Divino Leitão
    2014-11-07T12:47:37  

    Beleza meu camarada, eu também não estava usando o Windows 8 pelos mesmos motivos, não conseguia me acostumar com a nova interface e a desprezava por atrapalhar meu trabalho. Vamos ver se agora a MS nos brinda com o melhor dos dois mundos.

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    • Divino Leitão
      2014-11-07T12:47:37  

      Grande Mestre, que prazer ter uma coluna valorizada por um comentário seu. Saudades do amigo.

  • Antonio Souza
    2014-11-07T15:15:32  

    Estou magoado com o sistema de saúde pública na área de programas. Todos computadores com Windows 8.1 que compramos tivemos que formatar e instalar o Windows 7 Profissional 32 bits. Nem 64 bits pode ser. Eles até prefeririam o Windows XP, mas aí seria demais. Por que o Windows 8 conflita com aplicações que funcionam bem. Seria por causa do Windows 8.1 ser somente 64 bits?

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    • Antonio Souza
      2014-11-07T15:15:32  

      Corporações ou instituições precisam ser muito cautelosas com mudanças e atualizações. É essencial para os responsáveis por seus setores de TI manter uma padronização, do contrário perdem completamente o controle global do sistema. É justamente por isto que uma das novidades de Windows 10 será a distribuição diferenciada de atualizações, com uma política para usuários domésticos e outra, específica para corporações, configurável pelos responsáveis por seus setores de TI. É assim mesmo, não se magoe... :-)

  • Rodrigo A.
    2014-11-07T15:17:59  

    Eu gosto muito do Windows 8.1, então estou ansioso pra usar o Windows 10 logo. Assim como você, também prefiro a Tela Iniciar. Acho muito mais rápida, organizada e intuitiva que o menu iniciar. No trabalho uso Windows 7 e quando preciso abrir algum programa apenas uso a pesquisa do menu iniciar. Não consigo entender como as pessoas preferem ficar procurando um programa em uma lista com mais de 40 opções... é ridículo.. O OSx da Apple é uma prova de que não precisamos do menu iniciar.

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    • Rodrigo A.
      2014-11-07T15:17:59  

      Pois é, estou inteiramente de acordo. Mas se algum membro da AVMI ler seu comentário ou esta minha resposta, prepare o lombo que lá vem bala, A AVMI é a denodada Associação das Viuvas do Menu Iniciar. Cuidado com ela...

  • Marco Yamato
    2014-11-07T15:54:12

    Instalei, dispensando o 8.1, ou seja o atualizando e agora na build 9860. Gostei tanto, também dispensando o menu iniciar - prefiro a tela inicial - que pretendo compra-lo ao final das versões testes. Mais leve, mais rápido e não há conflito com os programas de edição que uso. E olha que já passei por vários SO's desde o XP ao Vista, Seven, Ubuntu, Linux Mint, 8, 8.1 e agora o 10. Excelente.

  • Juliano Olivette
    2014-11-07T15:32:56

    Baixei e ainda não instalei o 10, pretendo fazer em breve, ainda mais depois de ler essa coluna.