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16/05/2016 15h44 - Atualizado em 16/05/2016 15h44

Google vai bloquear Flash por padrão e liberar plugin em apenas 10 sites

João Kurtz
por
Para o TechTudo

Uma nova proposta do Google promete deixar o Flash mais perto do esquecimento. A equipe do navegador Chrome afirmou no blog oficial que deseja que as futuras versões bloqueiem o plugin por padrão. Ou seja, só permitindo que o Flash seja executado em sites aprovados pelo usuário. O objetivo é promover o conteúdo feito em HTML5, considerado uma alternativa mais segura e atual. As mudanças ainda não tem data certa para ocorrer, mas deve acontecer em 2016. 

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Com a alteração, o Chrome vai passar a bloquear conteúdo animado e de vídeo em Flash por padrão, como se não estivesse instalado, mas vai permitir que os usuários ativem o recurso no browser se desejarem. O navegador lembra da decisão apenas uma vez para o site e não vai impedir a reprodução do conteúdo em visitas futuras. A única exceção para a medida são os dez domínios no qual o recurso é mais usado, segundo as métricas do navegador.

Proposta do Google é bloquear Flash por padrão no Chrome (Foto: Reprodução/Google)Proposta do Google é bloquear Flash por padrão no Chrome (Foto: Reprodução/Google)

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Chrome libera Flash em 10 sites

A lista é composta pelos gigantes de redes sociais e e-mail:

YouTube
Facebook
Yahoo!
VK
Live.com
Yandex.ru
 
Odnoklassniki (
OK.ru)
T
witchT
Amazon
Mail.ru (mail.ru)

A lista teria efeito durante um ano, a partir do qual todos serão bloqueados normalmente. Anthony LaForge, direto do Google responsável pela ação, ressaltou que as mudanças serão feitas porque o plugin não é o mais indicado, algo de problemas com segurança mensalmente.

“Enquanto o Flash, historicamente, foi crítico para mídias na web, hoje, em muitos casos, o HTML5 garante uma experiência com tempos de carregamento melhores e menor consumo de energia. Esta mudança reflete a maturidade do HTML5″, explica LaForge.

Outra mudança de comportamento deve ocorrer em sites que dependem do plugin para funcionar. Quando enviam o usuário para a página da Adobe para download, por exemplo, o Chrome intercepta o pedido e exibe uma tela para que o usuário autorize sua execução.

A proposta de mudança no Chrome ainda é experimental e pode sofrer alterações. O objetivo é comece ainda em 2016.

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Via Chromium e Google

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