Uma nova forma de criar filamentos para impressoras 3D promete reduzir os custos dos materiais necessários para impressão. A técnica, chamada Modelação de Deposição Fundida (FDM, na sigla em inglês), é capaz de reciclar lixo doméstico e transformá-lo em plástico reforçado, que pode ser usado em qualquer periférico já disponível no mercado.
M3D Pro: impressora 3D está mais veloz e com mais precisão nos detalhes
O processo foi desenvolvido na Universidade de Waikato, na Nova Zelândia, pela professora Kim Pickering. Uma de suas possíveis aplicações é o barateamento de produtos de luxo, como carros, cujas peças poderiam ser criadas com facilidade usando material reciclado.
Aplicativo do TechTudo: receba dicas e notícias de tecnologia no seu celular
Uma das vantagens da nova técnica é que os equipamentos necessários para usá-la podem ser montados com facilidade mesmo por pessoas que não tenham conhecimentos avançados em impressão 3D. Além disso, há uma redução de custos com material, uma vez que só é necessário adquirir os novos aparelhos.
“Existe uma visão de que toda casa, um dia, terá uma impressora 3D. Não sei se chegaremos tão longe, mas a vantagem do FDM é ser barato e poder ser montado por qualquer pessoa”, reforça Pickering. A tecnologia, entretanto, ainda não possui uma data estimada de quando será acessível ao público.
A professora aponta que a equipe tem recebido feedback positivo de empresas interessadas em usar a tecnologia, já que ela é capaz de reduzir a quantidade de lixo produzido, aumentando a produtividade e a eficiência, reduzindo também a quantidade de material enviado aos lixões.
Qual a utilidade de comprar uma impressora 3D? Comente no Fórum do TechTudo